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terça-feira, 7 de outubro de 2025

NATAL - ENGORDA. MORRO DO CARECA AMEAÇADO. MARÉ SEGUE LEVANDO TODA A AREIA DA ENGORDA POR FALTA DE OBRAS ADICIONAIS QUE FORAM NEGLIGENCIADAS

 



O Projeto da engorda de Ponta Negra, realmente necessária, se iniciou na gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo, mas ao renunciar em 2018 para disputar o Governo do Estado, a continuidade desse projeto ficaria a cargo do novo prefeito à época, Álvaro Dias e permaneceu o projeto adormecido até 2023, quando resolveu atabalhoadamente fazer de qualquer jeito, sem ouvir especialistas e técnicos no assunto.

Nessa época, falavam que precisava de um emissário submarino, drenagem eficiente e outras obras complementares para garantir que a obra, em tão pouco tempo, não representasse um desperdício de dinheiro público, mas Álvaro Dias ignorou e apelidou quem estava certo, de estarem contra Natal.

Aliado ao fato de que engordas também precisam de manutenção, a Prefeitura de Natal na nova gestão de Paulinho Freire, não enxerga os problemas herdados e não tenta corrigi-los. A engorda  alaga quando chove, com maré alta, é voçoroca e já precisa de mais aterro.

Na época das chuvas, as lagoas se formam, falta de drenagem vai levando parte da areia da engorda para o mar; já o morro do careca, a água do mar já está novamente cavando o morro; uma das justificativas da engorda era salvar o morro, mas agora toda essa areia do entorno já se foi. A ausência de quebra mares, como em Areia Preta e de outras obras complementares, vai fazendo com que as marés altas levem embora toda a faixa de areia dessa obra tão cara.




As marés de 2,6 metros sempre existiram e  o que se vê é a falta de responsabilidade com a cidade, onde se gastaram milhões sem nenhum cuidado na engorda e agora, sem manutenção, devem gastar outros milhões para corrigir erros cometidos  da gestão de Álvaro e agora com Paulinho.

Aí se pergunta: de quem é a culpa? 

Vão chegar os correligionários dos prefeitos dizendo que a culpa é  da natureza e que fizeram tudo certo.

Quem reclama da engorda segundo esses correligionários são contra Natal.

Estamos com apenas 9 meses da inauguração da obra da engorda e pelas imagens e quem vem acompanhando Ponta Negra, sabem que vai caminhando como uma obra a ser perdida.

A Prefeitura já quer construir uma obra mirabolante que nem projeto tem, apenas um desenho, enquanto não corrige e não dá a devida manutenção na engorda mal feita.

ELEIÇÕES 2026 - PESQUISA. Pesquisa TV Ponta Negra/DataSensus coloca Allyson em 1º lugar, em vários cenários .

 


Mesmo faltando ainda 1  ano para as eleições, institutos de pesquisa vem divulgando aferições dos pré -candidatos ao Governo do Estado.   

A Seta, dias atrás, trouxe a dianteira folgada  do prefeito de Mossoró e agora, a Datasensus com a TV Ponta Negra, trouxe novamente números com Alyson Bezerra bem a frente.

Pode-se dizer que tá cedo, até porque ainda há indefinições tanto no plano nacional como no estadual e pesquisa representa o momento  ; Alyson lidera com quase o dobro dos votos de Rogério Marinho, o segundo mais citado; os analistas de plantão, alguns dizem que esse quadro muda, outros não e tem análise pra tudo quanto é lado, e vários "se" !

Mas vamos aos dados:

Pesquisa eleitoral realizada pelo instituto DataSensus, entre os dias 25 e 29 de setembro de 2025, trouxe números sobre a intenção de voto dos eleitores do Rio Grande do Norte para as eleições de 2026. Foram apresentados três cenários da pesquisa estimulada, quando o entrevistado recebe opções de candidatos ao Governo do RN.

No levantamento, foram ouvidos 2.000 eleitores, distribuídos conforme a proporção por zona, sexo e idade, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Cenário 1

Allyson Bezerra (UB): 36,15%

Rogério Marinho (PL): 16,15%

Cadu Xavier (PT): 2,60%

Nulo: 24,90%

Não sabe: 20,20%


Cenário 2

Allyson Bezerra: 37,25%

Álvaro Dias (Republicanos): 13,15%

Cadu Xavier: 3,15%

Nulo: 25,00%

Não sabe: 21,45%


Cenário 3

Rogério Marinho: 17,60%

Carlos Eduardo (PSD): 15,20%

Cadu Xavier: 4,30%

Nulo: 35,80%

Não sabe: 27,10%


Fonte: TV Ponta Negra

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

TARIFAÇO - EUA . Lula conversa com Trump e pede fim de tarifaço a produtos brasileiros. Os dois presidentes conversaram nesta segunda por 30 minutos

 

Foto : Reuter/Yuri Gripas e Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,  tiveram nesta segunda-feira (6) uma conversa de 30 minutos por videoconferência. Na oportunidade, Lula solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou a conversa entre os dois chefes de Estado como “positiva”, do ponto de vista econômico.

Em tom amistoso, os dois líderes conversaram por 30 minutos, quando relembraram a boa química que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU. Os dois presidentes reiteraram a impressão positiva daquele encontro”, informou o Planalto.

De acordo com o Planalto, a ligação telefônica ocorreu por iniciativa de Trump. Os dois presidentes chegaram a trocar telefones para estabelecer via direta de comunicação.

Na conversa, Lula disse que o contato representa uma “oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”.

Ele recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Na sequência, solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta a produtos nacionais, além das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

“O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad”, informou o Planalto.

Os dois presidentes acordaram encontrar-se pessoalmente em breve. Lula sugeriu que o encontro seja durante a Cúpula da Asean, na Malásia. Ele reiterou convite a Trump para participar da COP30, em Belém; e se dispôs  também a viajar aos Estados Unidos.

Fonte: Agência Brasil



EUA - Paralisação do governo dos EUA entra no 6º dia com ameaça de demissões Paralisação parcial, a 15ª desde 1981, está empatada como a quarta mais longa da história dos EUA

 


A paralisação do governo dos Estados Unidos entrou em seu sexto dia nesta segunda-feira (6), com os republicanos do presidente Donald Trump e os democratas do Congresso ainda em um impasse e a Casa Branca ameaçando aumentar a pressão com demissões em massa de funcionários federais.

O Senado, liderado pelos republicanos, deve votar novamente medidas para financiar agências federais, incluindo um projeto de lei provisório republicano aprovado pela Câmara dos Deputados que financiaria as operações até 21 de novembro e uma alternativa democrata.

Não se espera que nenhuma delas receba os 60 votos necessários para avançar.

Questionado na noite de domingo (5) quando o governo começaria a demitir funcionários federais, Trump disse: "Está acontecendo agora mesmo". Ele culpou os democratas pelo impasse, mas não entrou em detalhes sobre os planos de demissão.

A Casa Branca disse que milhares de pessoas poderiam ser demitidas se a paralisação persistir.

O diretor de orçamento de Trump, Russell Vought, já congelou pelo menos US$ 28 bilhões em fundos de infraestrutura para Nova York, Califórnia e Illinois - todos com populações democratas consideráveis e críticos do presidente.

Trump e seus aliados republicanos também provocaram os democratas nas redes sociais com vídeos deepfake que recorrem a estereótipos mexicanos, com imagens que o vice-presidente JD Vance descreveu como uma “piada.”

Mas os líderes democratas não demonstraram nenhum sinal de que irão se submeter às táticas duras da Casa Branca, que causaram desconforto entre alguns republicanos centristas que temem que a abordagem possa tornar o impasse mais difícil de ser superado.

"O que vimos foi uma negociação por meio de vídeos deepfake, a Câmara cancelando votações e, é claro, o presidente Trump passando o dia de ontem no campo de golfe. Isso não é um comportamento responsável", disse o líder democrata da Câmara, Hakeem Jeffries, ao programa "Meet the Press" da NBC.

A paralisação parcial, a 15ª desde 1981, está empatada como a quarta mais longa da história dos EUA, igualando nesta segunda-feira a duração de seis dias de uma paralisação de 1995 que começou depois que o então presidente Bill Clinton vetou um projeto de lei republicano sobre gastos.

A paralisação mais longa durou 35 dias em 2018-2019, durante o primeiro mandato de Trump.


Fonte: CNN Brasil

ATLETISMO PARALÍMPICO - Brasil faz história e termina Mundial de Atletismo Paralímpico em 1º. Delegação se despede de Nova Déli com 44 medalhas, sendo 15 de ouro

 


O esporte paralímpico do Brasil viveu, neste domingo (5), um dia histórico. O país encerrou, pela primeira vez, o Campeonato Mundial de Atletismo na ponta do quadro de medalhas. A campanha verde e amarela em Nova Déli, na Índia, chegou ao fim com 44 pódios, sendo 15 ouros (dois a mais que a China, segunda colocada geral), 20 pratas e nove bronzes.

Para ter dimensão do feito brasileiro, esta é somente a segunda vez que a China não fica no topo do quadro de medalhas do Mundial de Atletismo Paralímpico. A última ocasião foi há 12 anos, quando a Rússia ficou em primeiro na edição de Lyon, na França.

O Brasil vinha batendo na trave nas últimas três edições, ficando em segundo lugar no quadro. Em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, há seis anos, foram 39 medalhas e 14 ouros, contra 59 pódios (25 no topo) da China. No Mundial de 2023, disputado em Paris, na França, os brasileiros conquistaram 47 medalhas e repetiram os 14 ouros, ficando a dois dos chineses. Já no do ano passado, em Kobe, no Japão, apesar do recorde de 19 láureas douradas (42 pódios no total), a delegação sul-americana ficou bem distante dos chineses (87 medalhas, 33 ouros).

O domingo começou dourado para o Brasil graças a Zileide Cassiano, que conquistou ouro no salto em distância da classe T20 (deficiência intelectual). A campeã repetiu o resultado do Mundial de Kobe e retomou o posto de protagonista da prova, superando Karolina Kucharczyk, ouro na Paralimpíada de Paris – a polonesa, desta vez, foi bronze.

O segundo topo de pódio do Brasil no dia veio acompanhado de uma marca histórica de Jerusa Geber. Ao vencer os 200 metros da classe T11 (cego total), a velocista chegou à 13ª medalha dela em Mundiais, isolando-se como brasileira mais laureada no evento, superando outro ícone do atletismo paralímpico do país, Terezinha Guilhermina. Na mesma prova, Thalita Simplício foi bronze.

"Dois objetivos concluídos com sucesso: o tetra nos 100 metros e sair daqui como a atleta com maior número de medalhas em Mundiais. Cheguei e estou saindo sem dor, sem lesão. É claro que quero [ir para a Paralimpíada de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2028]. Quero o penta, [depois] o hexa [nos Mundiais], quero tudo. Até onde aguentar, eu quero ir", disse Jerusa, de 43 anos, em depoimento ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Nos 200 metros da classe T2 (baixa visão), Clara Daniele, estreante em Mundiais, inicialmente foi prata. No entanto, o CPB entrou com protesto contra a venezuelana Alejandra Lopez, ganhadora da prova, alegando que o atleta-guia a teria puxado antes de cruzar a linha de chegada – o que é proibido. A arbitragem acatou a reclamação do Brasil, e Clara herdou o ouro, terceiro do país no dia.

O Brasil ainda obteve mais duas medalhas no último dia em Nova Déli. Nos 200 metros da classe T47 (amputação em um dos braços, abaixo ou ao nível do cotovelo ou punho), Maria Clara Augusto foi prata e chegou ao terceiro pódio dela na Índia, um recorde entre os brasileiros neste Mundial. Já no arremesso de peso para atletas com deficiência de membros inferiores, que reuniu as classes F42 (sem prótese) e F63 (com prótese), Edenilson Floriani levou o bronze e quebrou seu próprio recorde das Américas.

Também neste domingo, Thiago Paulino teve confirmada a medalha de prata do arremesso de peso da classe F57 (atletas com deficiência de membro inferior, que competem sentados), disputada no sábado (4). O brasileiro teve a tentativa que lhe garantiu o pódio considerada irregular por um dos adversários, o finlandês Teijo Koopikka. Após protesto do CPB, o resultado foi mantido.


Fonte: Agencia Brasil

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