Pesquisar este blog

sexta-feira, 1 de maio de 2026

SENADOR DUAS CABEÇAS - Styvenson chama tentativa de golpe bolsonarista de “repugnante”, fala em gente “obcecada” em “matar pessoas”, defende PF e depois vota por reduzir penas de golpistas. Senador tem duas cabeças ? Fala muito, vive se contradizendo e diz uma coisa e faz outra. Confiança zero.

 


O trabalho brilhante e vigilante de alguns blogueiros é de fazer inveja a muitos da imprensa,  desmascarando  muitos políticos com o senador Styvenson Valentim.

Aqui, publico matéria feita pelo O Potiguar, que recupera entrevistas e falas do senador Styvenson.

O que dizer desse senador que gosta muito de falar e fazer diferente do que fala, ou mudar a conversa. Em qual Styvenson você acredita?

Autoria : O Potiguar

O senador Styvenson Valentim classificou como “repugnante” a tentativa de golpe atribuída a bolsonaristas e afirmou que havia, no governo de Jair Bolsonaro, uma obsessão em “destituir um governo” e até “matar pessoas”, conforme entrevista ao Diário do RN (a seguir). Na mesma fala, o parlamentar também defendeu a atuação da Polícia Federal, afirmando que não há motivo para desacreditar o relatório da instituição e que as evidências são robustas. 

Apesar desse posicionamento duro, o senador posteriormente votou a favor do chamado PL da Dosimetria, proposta que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro e pode beneficiar Bolsonaro e outros envolvidos na tentativa de golpe. O projeto teve ampla adesão no Congresso e seguiu para o Senado após aprovação na Câmara, com o objetivo de diminuir o tempo de prisão e flexibilizar critérios de execução penal. 

No Senado, a proposta também foi aprovada, com maioria favorável entre partidos de direita e centro, incluindo apoio significativo à redução das penas dos condenados pelos atos antidemocráticos.  

Styvenson afirma que tentativa de golpe por bolsonaristas é “repugnante”

Do Diário do RN

Por Carol Ribeiro, 27/11/2024

O senador Styvenson Valentim (Podemos) classifica como “repugnante” o planejamento de golpe de Estado no Brasil por Bolsonaro e por militares da linha de frente do governo do ex-presidente.

O parlamentar não se manifestou nas redes sociais, mas em conversa com o Diário do RN, o senador se posiciona totalmente contra os fatos que vêm sendo expostos a partir de investigação da Polícia Federal. Ele afirma que não há como defender: “se tivesse acontecido, a gente não estaria conversando não”, disse.

Em resumo, uma patuscada repugnante. É de uma repugnância você ler, você ouvir, você abrir um jornal e ver general, gente que teve uma formação, que passou pelas frentes militares para defender o nosso país, o nosso povo, vem fazer uma palhaçada dessa, não acreditar na democracia. A democracia é só para quem? Só quando ganha? Quando perde não é democracia não? Aí é golpe?”, questiona o senador.

As comprovações de atuação de Bolsonaro na articulação do golpe, conforme relatório da PF divulgado nesta terça-feira (26), aumentam, segundo Styvenson, as suspeitas. “Até agora ninguém negou o fato, ninguém negou o que aconteceu, ninguém negou as mensagens, ninguém negou que planejaram, ninguém negou que pensou, ninguém disse que é mentira, porque a quantidade de provas obtidas é tão robusta que eles estão discutindo já outra estratégia. De dizer que foi um pensamento. Que espécie de pensamento é esse, obcecado, obsessão de pensar todos os dias em destituir um governo, matar pessoas?”, levanta o parlamentar.

Styvenson complementa que não há que se descredibilizar o trabalho da Polícia Federal: “Se você não acreditar no relatório da Polícia Federal, você vai acreditar em quê? Sinceramente eu não sei, porque até ontem a Polícia Federal era uma instituição altamente reconhecida. Quando fez a Lava Jato era a polícia mais reconhecida. No governo Bolsonaro era a polícia mais reconhecida. Agora perdeu a credibilidade? É igual é igual a história das urnas. As urnas só estão falsificadas quando perco, quando eu ganho ela está boa, é? Não faz sentido”.

Apesar de ponderar e opinar que “a instituição [Forças Armadas] não são aqueles generais, os coronéis, não são essas pessoas não”, Styvenson coloca que as bancadas bolsonaristas nas casas legislativas não se manifestam porque “foram eleitos por Bolsonaro. É claro que não vão se manifestar”, diz ele. No entanto, se afasta do grupo: “Eu não tenho nada a ver com bolsonarismo, eu não tenho nada a ver com essas ideias aí de ficar tramando contra a democracia, contra o povo, que conversa é essa de tomar o poder assim? Não!”.

Eu acho que não há como defender com a coisa que está tão explícita. Ainda bem que não houve, porque senão eu não estava conversando com você não. Senão, a gente não estaria falando desse assunto não, estaria todo mundo na masmorra. E eu, por não ser bolsonarista, poderia estar também. Não é só de esquerda não. É quem fosse contra a qualquer ideia deles”, alerta o senador.

O parlamentar critica, ainda, a tentativa de amenizar os fatos que vêm sendo divulgados.

Tentativa essa realizada pela base de Bolsonaro.

A interpretação que se dá, aí é que está o problema, todo mundo quer atenuar. Pensar não é crime? Você está tratando de militares. Eu não sei se a máfia italiana tramava desse jeito para acabar com as autoridades, com os juízes, com as pessoas que eles tinham algum desafeto. Olha o nível. Isso é coisa de máfia”, afirma.


Operação Contragolpe

A Operação Contragolpe, deflagrada na última semana pela Polícia Federal (PF), é um desdobramento da Operação Tempus Veritatis, deflagrada no dia 8 de fevereiro de 2024, para investigar organização criminosa que teria atuado na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, para obter vantagem política com a manutenção do então presidente da República, Jair Bolsonaro, no poder.

Os planos incluíam o assassinato do presidente eleito Lula (PT), do vice, Geraldo Alckmin (PSB), e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em operação da última terça-feira (19), a Polícia prendeu quatro militares e um policial federal e indiciou 37 pessoas.

Nesta terça-feira (26), novos dados do relatório divulgados pela PF apontam a participação direta do ex-presidente no plano. A polícia concluiu que Bolsonaro planejou e atuou na articulação do golpe.

Diferente de Rogério Marinho, Styvenson afirma que não pode colocar “embaixo do pano” o planejamento do golpe

Aliado de primeira hora e parceiro de Rogério Marinho (PL) nas eleições de 2024 no RN, Styvenson Valentim diz respeitar o posicionamento do colega de bancada, mas afirma que não tem como “esconder as coisas que todo mundo está vendo”.

O Rogério defender, eu não tiro o mérito dele de advogar para Bolsonaro, porque ele é do partido de Bolsonaro, foi eleito por Bolsonaro, foi Ministro. Então, ele está dentro da razão dele. Eu não.

"Como eu não tenho esse vínculo partidário, esse vínculo até mesmo de amigo [com Bolsonaro], alguma coisa do gênero, eu não tenho como ficar escondendo as coisas que todo mundo está vendo, eu não tenho como botar debaixo do pano algo que está saindo aí todo dia”, ressalta o senador Styvenson."

Rogério Marinho é secretário nacional do PL de Bolsonaro, presidente do partido no RN e foi Ministro do Desenvolvimento Regional durante o governo anterior. Em suas redes sociais, Rogério coloca os fatos divulgados pela Polícia Federal como “narrativas forçadas e perseguições” por parte da Justiça e “tentativas de silenciar a direita conservadora e, consequentemente, grande parte do povo brasileiro”. O senador do PL é um dos que tentam amenizar as tratativas para o golpe de Estado como um planejamento de parte de um grupo de militares.

Styvenson, que se classifica como anti-PT, mas não como bolsonarista, ressalta que questiona inclusive ministros do STF, por exemplo, mas “da forma legal, a forma democrática, a forma constitucional de reequilibrar os poderes, de tirar o tirano lá do STF”, se referindo a um processo de impeachment.

No entanto, sobre o planejamento de golpe, reitera: “Olha eu não acho exagero [a repercussão], porque não foi totalmente elucidado. Eu posso falar dos fatos que eu estou vendo até aqui. E os fatos que eu vi até aqui são militares fardados dentro de unidades, ou dentro do Palácio do Planalto tramando contra a democracia”.

A matéria perfeita do O Potiguar, mostra um senador que muito fala, mas que suas falas são como risco na água ou aquilo que ele fala, não se escreve!.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

PL DA DOSIMETRIA - Congresso derruba veto à dosimetria . Proposta beneficia condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023; projeto havia sido integralmente vetado em janeiro pelo presidente Lula

 

Foto : Plenário da Câmara dos Deputados  • Edilson Rodrigues/Agência Senad

O Congresso Nacional deurrubou veto à PL da dosimetria. No Senado, o placar foi de 49 votos a favor da derrubada e 24 contra. Antes, na Câmara, o veto foi derrubado por 318 votos a 144, com cinco abstenções.

O texto mira beneficiar condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023 e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A proposta estabelece critérios e define percentuais mínimos para o cumprimento da pena e a progressão de regime.

Para evitar contradizer a nova Lei Antifacção, antes da votação, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), considerou prejudicados trechos do PL da dosimetria sobre a progressão de pena. Com isso, esses trechos não estiveram na votação realizada nesta quinta.

A medida mirou evitar flexibilizar penas de condenados em casos, por exemplo, de constituição de milícia privada, feminicídio e crimes hediondos.

Com a retirada dos trechos e a derrubada do veto, o PL da dosimetria deverá agora ser promulgado e se tornar lei em definitivo, sem incluir os dispositivos declarados prejudicados.

A base aliada do governo questionou a análise do veto e a decisão de Alcolumbre sobre a prejudicialidade. Segundo governistas, o projeto é "inconstitucional". Eles também contestaram a manobra de dividir o projeto – o chamado "fatiamento – com a prejudicialidade.

Aprovado pelo Congresso ano passado, o  PL da dosimetria foi integralmente vetado por Lula. Na Câmara, para evitar “insegurança jurídica”, o relator, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), também determinou que a remição pode ser compatível com o cumprimento da pena em prisão domiciliar.

Apesar de mirar as regras de cálculo de penas e de progressão de regime para condenados do 8 de Janeiro, os efeitos do projeto poderiam se estender a outros crimes.

Atualmente, os réus condenados tanto por abolição violenta do Estado Democrático de Direito quanto por golpe de Estado têm as penas somadas. Conforme o projeto, valerá o chamado o concurso formal e apenas a pena mais grave seria aplicada, sem soma das duas condenações. Em outra frente, o texto reduz o tempo mínimo para progressão do regime fechado ao semiaberto.

Ao vetar o projeto, o Planalto argumentou que "a redução da resposta penal a crimes contra o Estado Democrático de Direito daria o condão de aumentar a incidência de crimes contra a ordem democrática e indicaria retrocesso no processo histórico de redemocratização que originou a Nova República, violando o fundamento disposto no art. 1º da Constituição".

Manobra

Na véspera da votação desta quinta, a oposição se mobilizou para analisar alternativas e uma possível derrubada de apenas uma parte do veto, para evitar que as regras da dosimetria esbarrassem na nova Lei Antifacção.

A possibilidade de um "fatiamento", no entanto, foi criticada por aliados do governo, que avaliam que essa manobra não é permitida pelo regimento. Por ter sido vetado integralmente, o rito prevê que a análise do veto também seja integral. Assim, na votação, ou seria rejeitado todo o veto ou mantido.

A questão, segundo Alcolumbre, foi analisada nos últimos dias pela Secretaria-Geral da Mesa e a solução encontrada foi considerar prejudicado parte da proposta.

"Cabe a esta Presidência compatibilizar a intenção do legislador em ambas as matérias, reconhecendo a prejudicialidade da parte do veto que foi objeto da Lei Antifacção", disse Alcolumbre na sessão.


Fonte: com informações da CNN



FUTEBOL - COPA DO NORDESTE . ABC VENCE COM SHOW DE WALLYSON E SE CLASSIFICA EM 1⁰, AMÉRICA PERDE E ESTÁ ELIMINADO.

 


Pela última rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste, ABC e América jogaram, com o ABC, na Arena das Dunas ,  goleando  o Ferroviário por 4 x1, sendo que 3 gols anotados por Wallyson. Já o América que precisava vencer e torcer ainda por outros resultados, perdeu por 2 x 1 para o Retrô na Ilha do Retiro(PE).

ABC

O camisa 9 marcou três gols e ainda deu uma assistência, sendo o grande destaque da partida

Apesar do placar elástico, o confronto foi equilibrado em boa parte do tempo, especialmente após o empate adversário e a expulsão de um jogador alvinegro

O Jogo

Empurrado pela torcida, o ABC começou pressionando e abriu o placar logo cedo. Aos sete minutos, o goleiro Victor Brasil cometeu pênalti em Wallyson.

O próprio atacante foi para a cobrança e fez 1 a 0, aos nove. Pouco depois, aos 12, quase ampliou em cobrança de escanteio que por pouco não resultou em gol olímpico, com a bola acertando a trave.

O Ferroviário demorou a reagir e só levou perigo aos 25 minutos, em cabeçada de Kayo Bahia. O ABC ainda teve boas chances com Brunão, aos 36, mas não conseguiu converter. Luiz Fernando também assustou na sequência, e o primeiro tempo terminou com vantagem mínima dos donos da casa.

SEGUNDO TEMPO

Na volta do intervalo, o Ferroviário voltou mais agressivo e quase empatou logo aos três minutos, com Thalisson. O ABC respondeu aos cinco, quando Brunão obrigou Victor Brasil a fazer grande defesa. O jogo seguiu aberto até que, aos 10 minutos, Thalisson deixou tudo igual após bom passe de Carlinhos.

A situação parecia se complicar para o ABC quando Geilson foi expulso aos 12 minutos. Mesmo com um jogador a menos, o time potiguar mostrou poder de reação. Aos 18, Jhosefer encontrou Wallyson, que marcou o segundo gol e recolocou os mandantes em vantagem.

Quando o Ferroviário pressionava em busca do empate, o ABC foi letal. Aos 36 minutos, Wallyson marcou um belo gol por cobertura, ampliando para 3 a 1. Já nos acréscimos, aos 46, Jhosefer fechou a goleada após assistência do camisa 9.

CLASSIFICAÇÃO

Com o resultado, o ABC garantiu a classificação ao mata-mata ao lado do Fortaleza, ambos com 10 pontos no grupo. O Retrô também terminou com a mesma pontuação, mas foi eliminado nos critérios de desempate, assim como Jacuipense e Maranhão.

Na outra chave, o Ferroviário encerrou sua participação na terceira colocação, com sete pontos, e deu adeus à competição. Sport, com 12 pontos, e Ceará, com 10, avançaram de fase.

Nas quartas de final, o ABC enfrentará a Juazeirense. Os demais confrontos serão: Vitória x Ceará, Confiança x Fortaleza e Sport x ASA de Arapiraca.

AMÉRICA 

A partida começou bastante truncada e equilibrada, sem muitas chances dos dois lados. Ainda assim, foi o Retrô quem teve a primeira grande chance e mostrou eficiência logo de cara: Danillo fez lançamento na área e Luiz Beserra, aparecendo como um elemento surpresa, dominou e emendou para o fundo da rede.

O América, com a desvantagem, foi para cima tentando reagir e também demonstrou boa pontaria ao ter o primeiro grande momento. Após boa troca de passes no ataque, Ricardo Luz recebeu de Aruá e passou na área para Antônio Villa, que mandou de primeira; a bola desviou em Dankler e estufou o barbante. Na sequência, Charles tentou da intermediária e quase virou o placar.

GOL NO FIM

Na volta do intervalo, Retrô e América retornaram com duas mudanças cada, ambos buscando assegurar os três pontos. No começo da etapa final, Cauã Guerra foi servido já na pequena área e chutou tentando tirar de Renan Bragança, que fez importante intervenção para evitar o segundo gol azulino. Pouco depois, Cauã passou para Fernandinho bater de primeira e Renan salvou novamente.

Novas substituições foram realizadas pelas duas equipes, porém o panorama seguiu semelhante ao que foi visto no primeiro tempo, com muitas faltas; numa destas, Evandro recebeu o vermelho direto e deixou o Dragão inferior numericamente. Sorte do Retrô, que selou a vitória quando Fernandinho completou um cruzamento e acertou o travessão; a bola voltou nas costas do goleiro americano e entrou.

Com o resultado, o América foi eliminado da Copa do Nordeste.

MOVIMENTO COMUNITÁRIO DE NATAL DISPONIBILIZA WHATSAPP PARA SOLICITAÇÕES, DEMANDAS COMUNITÁRIAS E ACOMPANHAMENTO DE AÇÕES

 


A partir desta sexta-feira (1⁰ de Maio), o Movimento Comunitário de Natal disponibilizará um Whatsapp que receberá solicitações, demandas comunitárias e acompanhamento de ações.

Com essa ferramenta, as lideranças comunitárias  podem solicitar as diversas demandas e o Movimento Comunitário também fará o trâmite e acompanhamento.

O Movimento esclarece, que nesse momento, possui  uma agenda  de Visitas  às UBS e que vêm fazendo sempre um levantamento de problemas e encaminhamentos ao secretários.

" Em Nossas Audiências, isso tem surtido muito efeito no dia a dia do nosso povo, e  essa ferramenta nova,  virá auxiliar muito mais em nossas lutas. O  líder comunitário enviará suas demandas  e a Comissão do MCN irá auxiliar, comprando a luta  dos companheiros; juntos, dessa forma trabalharemos numa grande união,  procurando o poder público para as soluções chegarem mais rápido".

O Whatsapp terá o nome de Disque Comunidade através do número (84) 99441-8500.

PARNAMIRIM - Parnamirim registra maior impacto econômico da história com Carnaval do Povo

 

Foto: Caroline Torres

A Prefeitura de Parnamirim anunciou, nesta terça-feira (28), em parceria com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN), que o Carnaval do Povo 2026, realizado na praia de Pirangi, alcançou resultados históricos. O evento movimentou R$ 168,1 milhões na economia local, um crescimento de 24,9% em relação a 2025 e o maior registro desde o início da série histórica, em 2023. O anúncio ocorreu no auditório da própria Prefeitura.

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 18, período em que aconteceu a festa, ouvindo participantes e empresários. Entre os dados, chama atenção o aumento no fluxo de consumidores, que chegou a uma média de 194 clientes por dia. Esse movimento refletiu diretamente no faturamento médio diário dos setores de Comércio e Serviços, que atingiu R$ 3.595,00, alta de 8,7% em comparação ao ano anterior.

Ao longo dos cinco dias de programação, cerca de 500 mil pessoas participaram do Carnaval do Povo. Do total de foliões, 41,1% eram de Parnamirim, enquanto 38,7% vieram de Natal, somando uma forte presença do público local e regional. Já os turistas e visitantes de outras localidades representaram 58,9% do público, reforçando o potencial do evento como atrativo turístico.

O perfil dos participantes também foi destacado na pesquisa. As faixas etárias predominantes foram de 25 a 34 anos (32,2%) e de 16 a 24 anos (24,9%). Outro dado expressivo é o índice de satisfação: 95,3% dos entrevistados afirmaram que pretendem retornar em 2027, evidenciando a aprovação do público.

A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, ressaltou a importância do estudo realizado pela Fecomércio RN. Segundo ela, os dados oferecem um panorama detalhado que contribui para o planejamento das próximas edições. “Essas informações são fundamentais para direcionar melhorias, ajustes e consolidar ainda mais o evento, que já é uma tradição na cidade. Além disso, ajudam comerciantes e prestadores de serviço a identificarem oportunidades e organizarem suas estratégias para os próximos anos”, destacou.

O evento de apresentação dos resultados contou com a presença do secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Gilney Góis; do diretor executivo da Fecomércio RN, Laumir Barrêto; do diretor da Divisão de Inovação e Competitividade, Luciano Kleiber, responsável pela exposição dos dados; e do economista da Federação, William Figueiredo.



compartilhe nas redes sociais.