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quarta-feira, 13 de maio de 2026

CÃO ORELHA - Cão Orelha não morreu por suposta agressão de adolescentes, diz MP . Laudos periciais mostram que adolescentes investigados e o animal não estiveram no mesmo local no momento da suposta agressão.

 


O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) afirmou, nesta terça-feira (12/5), que provas periciais descartam que os adolescentes investigados tenham agredido o cão comunitário Orelha, encontrado ferido na Praia Brava, no norte de Florianópolis (SC).

Após análise de quase 2 mil arquivos, o órgão chegou à conclusão de que a morte do animal está associada a uma condição grave e preexistente, e não à agressão humana.

A conclusão do caso fez o órgão solicitar, na última sexta-feira (8/5), o arquivamento das investigações sobre a morte do cão.

De acordo com o MP, os relatórios policiais apontavam que o adolescente suspeito e o animal teriam permanecido juntos na praia por cerca de 40 minutos. No entanto, a perícia identificou um descompasso de aproximadamente 30 minutos entre os horários registrados pelas câmeras de um condomínio e pelo sistema público de monitoramento Bem-Te-Vi.

Segundo o órgão, as imagens mostram que, no momento em que o adolescente esteve próximo ao deck da praia, Orelha estava a cerca de 600 metros de distância.

"Verificou‑se que, nos instantes em que o adolescente esteve nas imediações do deck, o cão se encontrava a cerca de 600 metros de distância. Dessa forma, não se sustenta a tese de que ambos tenham compartilhado o mesmo espaço por aproximadamente 40 minutos, como afirmado nos relatórios policiais”, aponta o MPSC.

Além disso, a constatação, pelas imagens analisadas na perícia, de que o cão mantinha plena capacidade motora e padrão de deslocamento normal quase uma hora após o horário em que a investigação presume a ocorrência do ato da suposta agressão, afastou a tese de que ele teria retornado da praia já debilitado por “agressões” recentes.


Fonte: Metrópoles

PARNAMIRIM - Prefeitura garante pavimentação das avenidas Brasil e Eliza Branco

 


A Prefeitura de Parnamirim vai iniciar a pavimentação de duas importantes avenidas do bairro Cophab: a avenida Brasil, com mais de 335 metros de extensão, e a avenida Eliza Branco, com cerca de 263 metros. 




A obra, aguardada há muitos anos pela população, teve a ordem de serviço assinada nesta segunda-feira (12) pela prefeita Nilda Cruz, garantindo o início dos trabalhos.



A iniciativa é conduzida por meio da Secretaria de Infraestrutura e Saneamento (SEINFRA) e contempla duas vias de grande relevância para mobilidade urbana da região, já que ligam áreas residenciais e outras avenidas importantes do bairro, facilitando o deslocamento de moradores, motoristas e pedestres.

Com investimento aproximado de R$ 832 mil, a obra vai melhorar a infraestrutura urbana, proporcionar mais segurança no tráfego e oferecer mais qualidade de vida para quem vive e circula pela Cophab.

“Vamos garantir uma obra que há muito tempo é esperada pela população, mas agora vamos tirar do papel e melhorar a qualidade de vida das pessoas”, afirmou a prefeita.

MOSSORÓ - EVENTO. Eco Run abre inscrições em Mossoró e convida participantes a transformarem movimento em impacto positivo

 


O Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte via Lei de Incentivo ao Esporte, apresenta: Eco Run

A cidade de Mossoró já pode se preparar para receber o dia 17 de maio, uma experiência que vai muito além da corrida. Estão abertas as inscrições para a Eco Run 2026, evento que une saúde, esporte e consciência ambiental, convidando moradores da região a colocarem em prática metas que vão do bem-estar pessoal ao cuidado com o planeta. Conhecida como a “Terra do Sol” e marcada por sua forte identidade cultural e espírito resiliente, Mossoró será o cenário perfeito para uma corrida que propõe transformação, dentro e fora do percurso.

Mais do que uma prova de rua, a Eco Run é um movimento. A iniciativa incentiva hábitos mais saudáveis e sustentáveis por meio de ações práticas, desde a escolha de materiais com menor impacto ambiental até campanhas educativas e coleta seletiva durante o evento. “Mais do que uma corrida de rua, a Eco Run é uma causa e um compromisso com o futuro. Cada detalhe, da infraestrutura à comunicação, é pensado para gerar o menor impacto ambiental possível”, destaca Matheus Falconi, Head de Comunicação e Marketing da Norte Marketing Esportivo.

A proposta do evento é simples e potente: cuidar do corpo e do planeta ao mesmo tempo. Ao final da prova, cada participante recebe uma muda de planta nativa, reforçando o compromisso com a regeneração ambiental e simbolizando que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças. Com foco na experiência dos atletas, os participantes serão organizados em pelotões de acordo com o ritmo de corrida (com base no histórico dos últimos 12 meses):

Quênia: ritmo abaixo de 5’00”/km

Azul: de 5’01” a 6’10”/km

Verde: de 6’11” a 7’55”/km

Branco: acima de 7’56”/km

Corredores que participam pela primeira vez de eventos O2 serão automaticamente alocados no pelotão Branco.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas no site www.ecorun.com.br/mossoro/unica. O kit contém uma camiseta, uma sacola e uma medalha (pós-prova). 

O Circuito Eco Run reforça o compromisso de aliar atividade física à preservação ambiental, com o tema: Rest, Recycle, Repeat.

A Norte Marketing Esportivo, comercializadora do evento, é referência na criação e realização de experiências esportivas de grande porte. Com foco em promover o bem-estar e a saúde por meio do esporte, a empresa é responsável por alguns dos principais eventos de corrida de rua do Brasil.

Serviço:  Eco Run Mossoró Data: 17/05/2026 Local:  Praça de Eventos (Av. Rio Branco, 1105 – Bom Jardim) Distâncias: 5km e 10km  Horário da largada: 5h30

Valor do Kit: consulte as opções de kits no site do evento Retirada do Kit: em breve no site Patrocinadores: Brava Apoio: Partage Mossoró Shopping Organizador: Conexão Esportiva & Cultural Comercializadora: Norte Marketing Esportivo Site oficial: https://www.ecorun.com.br/mossoro/unica

POLÍCIA - RIO DE JANEIRO . PF faz operação contra suspeita de fraude em contratos de castração animal no RJ

 

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (12) a Operação Castratio, com o objetivo de colher provas sobre um esquema de fraude em contratos de R$ 200 milhões firmados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Seappa). 

Ao todo, estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações ocorrem nos municípios de Itaocara, Macaé, Niterói e Rio de Janeiro. Também há cumprimento de mandados nas cidades paulistas de São Roque e Mairinque.

Um dos principais alvos é o deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), que foi secretário de Agricultura estadual à época dos crimes investigados. 

O contrato foi firmado apesar de parecer contrário da assessoria jurídica da pasta, que havia constatado a incapacidade da empresa executar o contrato, por não possuir filiais, por exemplo, o que a impediria de atuar em todo estado.

Para contornar o impedimento, a empresa apresentou contratos de locação de espaços em dois municípios do interior, que teriam sido firmados em 2020.

A PF apontou que tais documentos são fraudulentos, uma vez que a própria empresa somente foi criada em 2021. 

O primeiro contrato foi assinado na gestão de Queiroz mesmo com a empresa ainda sem autorização do Conselho Regional de Medicina Veterinária para atuar. A autorização só foi obtida três meses após o acordo. 

Depois, a Consuvet viria a vencer licitação em que apresentou apenas a quarta melhor proposta. Uma das justificativas foi a experiência anterior da empresa nos serviços prestados. Tais contratos anteriores, contudo, haviam sido facilitados pelo gestor Antonio Emilio Santos, que deixou a secretaria e, dois meses depois, assumiu como sócio da empresa. 

Em relatório encaminhado ao Supremo, a PF afirmou que Antonio Emilio Santos  “desempenhou um papel crucial na manipulação interna para favorecer interesses particulares” e destacou que “num intervalo de 2 meses, [ele] ingressou na empresa privada vencedora da licitação na qual foi autorizada por ele mesmo”. 


Fonte: Com informações da Agência Brasil.



CEI DA ENGORDA - Vereadora propõe criação de Comissão de Inquérito para Câmara de Natal investigar obra da engorda de Ponta Negra

 

Foto : Sede da Câmara Municipal de Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi


A vereadora Brisa Bracchi (PT) apresentou nesta terça-feira (12) um requerimento para a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para que a Câmara Municipal de Natal investigue a obra da engorda da praia de Ponta Negra.

Segundo a parlamentar, o pedido é motivado pelas recentes revelações feitas em ação,  uma do Ministério Público Federal (MPF) sobre a situação da drenagem na área, obra que era necessária para realização da engorda.

Na ação, o MPF afirmou que uma perícia encontrou encanamentos "falsos" e outros tapados com pedras.

Para abertura da comissão, é necessário pelo menos um terço das assinaturas dos parlamentares.

Na justificativa, a vereadora também apontou uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), que listou uma série de problemas no serviço. A proposição da CEI da Engorda é motivada ainda pela decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de investigar a situação da engorda.

Brisa pretende propor audiências públicas e um abaixo assinado para debater o tema.

"Meu questionamento aqui hoje é, diante da mobilização de todos os órgãos de controle, qual será a posição desta Casa Legislativa, a casa que tem o dever constitucional de fiscalizar o Executivo municipal, de fiscalizar as obras realizadas no nosso município de Natal", disse a parlamentar.

"Convido o conjunto dos vereadores a assinar o requerimento de uma comissão especial de investigação e de inquérito sobre a obra da Engorda de Ponta Negra. Porque nossa casa tem que ter posição e tem que ter uma posição de transparência, de querer que seja investigado", acrescentou.

Ação

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação civil pública contra o município do Natal para que a Justiça determine a reestruturação integral do sistema de drenagem da água da chuva na praia de Ponta Negra.

A ação tem um pedido de liminar para obrigar a realização de obras emergenciais que evitem o agravamento dos alagamentos que aparecem na faixa de areia desde a conclusão da obra de engorda da praia.

De acordo com a denúncia, estudos técnicos da Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) e da perícia do MPF constataram a ineficiência do sistema de drenagem, inclusive com existência de tubulações falsas e galerias bloqueadas com concreto e rochas.

"Entre as constatações mais graves, a perícia revelou irregularidades construtivas escabrosas, como a instalação de 'tubulações falsas', galerias bloqueadas propositalmente, tubos de saída com as bordas dobradas contra o fluxo da água e alteração da forma de saída de água dos dispositivos. Tais achados demonstram que as estruturas, chamadas pela Prefeitura de Natal de dissipadores, não foram tecnicamente dimensionadas para esse fim, funcionando meramente como caixas de descarga ou bacias de retenção subdimensionadas que pressurizam o sistema e não reduzem a energia cinética dos jatos de água que atingem a praia", diz a peça do MPF.

Fonte: G1



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