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segunda-feira, 4 de maio de 2026

DESENROLA BRASIL - Lula: Desenrola Brasil ajudará população a "tirar corda do pescoço" . Será possível negociar débitos do cartão de crédito e cheque especial

 

Foto : Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (4) que o novo Desenrola Brasil pretende ajudar a população a “tirar a corda do pescoço” e recuperar acesso ao crédito.

Ele ponderou, durante a cerimônia de lançamento do programa em Brasília, que dívidas só podem trazer benefícios, quando ocorrem de forma responsável e compatível com a renda de cada pessoa.

A iniciativa é voltada à população que ganha até cinco salários mínimos, hoje R$ 8.105. Será possível negociar débitos do cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

“As pessoas não deveriam gastar mais do que podem pagar. Pode ser bom para a pessoa se endividar para comprar uma coisa para casa, ou para trocar de carro; comprar um terno novo ou um brinquedo para o filho. Mas é também importante que as pessoas façam suas dívidas sem perder de vista a sua condição de pagamento.”

Nome limpo na praça

Segundo o presidente, o governo pretende, com as medidas anunciadas, permitir às pessoas “tirar a corda do pescoço” e respirar com mais tranquilidade, ao voltar a ter o nome limpo na praça.

Não é correto a pessoa estar com o nome sujo no Serasa por causa de uma dívida de R$ 100 ou R$ 200. Isso não tem lógica. Aí, o mercado transforma esse cidadão em um clandestino, porque ele não pode mais comprar nada a crédito, nem ter conta em banco.”

De acordo com o presidente, esse tipo de restrição acaba excluindo o cidadão do sistema financeiro formal, impedindo o acesso ao crédito e até a serviços bancários.

“Ou seja, ele vira um freguês da bandidagem, da agiotagem, pagando um juro ainda mais escorchante”, acrescentou ao explicar que um fundo garantidor ajudará as pessoas nas negociações das dívidas com instituições financeiras, mas que, para isso ocorrer, a população endividada não poderá fazer apostas online pelo prazo de um ano.

“A pessoa não pode continuar jogando em bets. Estamos proibindo que, durante um ano, as pessoas gastem seus recursos com jogos.


Fonte: Agência Brasil

domingo, 3 de maio de 2026

SÃO GONÇALO - São Gonçalo do Amarante é o 3º município que mais gerou empregos no RN em março de 2026

 


São Gonçalo do Amarante segue se destacando no cenário econômico do Rio Grande do Norte. De acordo com dados mais recentes do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o município foi o terceiro maior gerador de empregos formais no estado no mês de março de 2026, com saldo positivo de 234 novos postos de trabalho com carteira assinada. 

No ranking estadual, São Gonçalo ficou atrás apenas de Natal (738 vagas) e Parnamirim (425 vagas), consolidando sua posição entre as cidades que mais contribuem para o crescimento do mercado de trabalho potiguar. 

O bom desempenho do município acompanha o cenário positivo do estado, que registrou 1.127 novos empregos formais no período, puxados principalmente pelos setores de Serviços, Construção Civil e Comércio, que lideraram a geração de vagas no Rio Grande do Norte. 

Construção civil e confiança dos investidores impulsionam crescimento

Em São Gonçalo do Amarante, o resultado reflete especialmente o aquecimento da economia local, com destaque para o avanço da construção civil, setor que vem liderando a abertura de vagas e impulsionando novos investimentos. O crescimento de obras públicas e privadas, aliado à expansão urbana, tem gerado oportunidades e fortalecido a cadeia produtiva do município.

Além disso, o desempenho positivo também está associado ao momento de confiança dos investidores, que enxergam em São Gonçalo um ambiente favorável para novos empreendimentos, especialmente pela localização estratégica e pelo potencial de desenvolvimento econômico.

Gestão municipal impulsiona emprego e qualificação

Para a gestão do prefeito Jaime Calado, os números representam o impacto das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e social. A Prefeitura tem atuado de forma estratégica para ampliar as oportunidades de emprego e renda, investindo na oferta de cursos de capacitação e qualificação profissional, preparando a população para as demandas do mercado de trabalho.


A combinação entre incentivo ao empreendedorismo, parcerias institucionais e atração de investimentos tem contribuído para consolidar São Gonçalo do Amarante como um dos principais polos de geração de emprego do Rio Grande do Norte.

SHOW DE SHAKIRA - A cantora Shakira, 49, fez o maior show de sua carreira na noite de sábado (2). A colombiana se apresentou para 2 milhões de pessoas no Todo Mundo no Rio, nas areias da Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.

 


O show foi uma espécie de ampliação do que ela já apresenta pelo mundo com a “Las Mujeres Ya No Lloran World Tour”, com direito a muitas homenagens ao Brasil.

Shakira recebeu no palco quatro dos maiores nomes da música nacional: Anitta, Ivete Sangalo e os irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia. Com eles, ela cantou “Choka Choka”, “País Tropical”, “Leãozinho” e “O que é o que é?”, respectivamente.

Os momentos demonstraram o respeito e a admiração que a colombiana nutre pela cultura brasileira. Shakira já veio inúmeras vezes ao Brasil, tendo feito shows em cidades que não fazem parte do circuito tradicional de shows internacionais, como Uberlândia (MG) e Taubaté (SP).

Além do tributo ao Brasil, Shakira também  também reservou um espaço do show para dedicar sua apresentação às mulheres latinas. Durante a apresentação, a artista citou o grande número de mães solteiras que sustentam seus lares no Brasil.

A fala entra em consonância com o momento que a colombiana atravessa em sua vida pessoal. Shakira enfrenta um difícil divórcio litigioso com o ex-jogador de futebol Gerard Piqué, pai de seus dois filhos, Milan e Sasha.

Os efeitos do término da relação com Piqué são, inclusive, o grande mote do álbum “Las Mujeres Ya No Lloran”, que dá deu o tom para o megashow de sábado. Na apresentação, Shakira trouxe músicas que celebram sua solteirice e passam à limpo as traições que levaram ao término com o craque fez história no Barcelona.

Músicas como “La Fuerte”, “Soltera” e “Shakira: Bzrp Music Sessions, Vol. 53/66” levantaram a plateia numa grande ode a Shakira, em oposição à figura de Piqué. O espanhol, inclusive, foi alvo de chacota e motivou o gritou “Hey, Piqué, vai tomar no c*” entoado por toda a plateia presente em Copacabana.


Shakira reuniu pessoa vindas de diversos países da América Latina em um show que foi uma verdadeira celebração da cultura da região, protagonizado por aquela que é a maior cantora latina da história da música.


Fonte: CNN - Flávio Ismerim

sábado, 2 de maio de 2026

FUTEBOL - COPA DO MUNDO . Confiança no hexa despenca: só 29% dos brasileiros apostam na seleção às vésperas da Copa de 2026. Pesquisa do Datafolha mostra o menor índice da série histórica; soma de rivais supera favoritismo do Brasil e reforça clima de desconfiança.

 


O Brasil ainda é favorito? A menos de dois meses da abertura da Copa do Mundo de 2026, a confiança dos brasileiros na seleção atinge o menor nível em quase três décadas. Segundo pesquisa Datafolha divulgada quarta-feira (15), apenas 29% da população acreditam no título da equipe comandada por Carlo Ancelotti. O torneio será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

No levantamento, a França aparece como principal alternativa ao Brasil, com 17% das menções, seguida por Argentina e Alemanha, com 4% cada. Outros países, como Portugal, Espanha, Estados Unidos e Inglaterra, foram citados por ao menos 1% dos entrevistados. A soma dos rivais (34%) supera o índice brasileiro, indicando perda de protagonismo histórico.

Queda histórica e divisão entre torcedores

O percentual atual renova o recorde negativo registrado em julho de 2025, quando 33% ainda apostavam no título após a chegada de Ancelotti. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 137 municípios, entre 7 e 9 de abril, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Há diferenças relevantes entre grupos. Entre homens, 26% confiam no hexa, contra 32% entre mulheres, empate técnico dentro da margem de erro. No público masculino, a França chega a aparecer numericamente à frente do Brasil, com 27%.

A percepção também varia politicamente: entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva, 36% apontam o Brasil como favorito. Já entre apoiadores de Flávio Bolsonaro, o índice cai para 26%.

Apesar da estabilização recente, com classificação garantida e comando definido, a seleção ainda enfrenta questionamentos. A equipe não consolidou uma identidade em campo, enquanto a Confederação Brasileira de Futebol segue marcada por crises institucionais.

O pessimismo se reflete também nas projeções para o torneio: 46% dos brasileiros acreditam que o Brasil não passará das quartas de final, fase em que caiu nas Copas de 2018 e 2022.

Resultados recentes ajudam a explicar o cenário. A derrota por 2 a 1 para a França, mesmo com vantagem numérica em campo, expôs fragilidades. A vitória por 3 a 1 sobre a Croácia amenizou o ambiente, mas não dissipou dúvidas sobre a competitividade da equipe.

Desde 1994, o Datafolha mede a confiança no título brasileiro. Até 2014, os índices superavam 56%, com pico em 2006. Após o traumático 7 a 1 para a Alemanha, no Mundial disputado no Brasil, a relação entre torcida e seleção se deteriorou. Desde então, o favoritismo nunca mais se consolidou plenamente.

Agora, às vésperas de mais uma Copa, o país que construiu sua identidade em torno do futebol chega ao torneio sob um cenário raro: menos esperança do que dúvida.


Fonte: Folha de Pernambuco

sexta-feira, 1 de maio de 2026

SENADOR DUAS CABEÇAS - Styvenson chama tentativa de golpe bolsonarista de “repugnante”, fala em gente “obcecada” em “matar pessoas”, defende PF e depois vota por reduzir penas de golpistas. Senador tem duas cabeças ? Fala muito, vive se contradizendo e diz uma coisa e faz outra. Confiança zero.

 


O trabalho brilhante e vigilante de alguns blogueiros é de fazer inveja a muitos da imprensa,  desmascarando  muitos políticos com o senador Styvenson Valentim.

Aqui, publico matéria feita pelo O Potiguar, que recupera entrevistas e falas do senador Styvenson.

O que dizer desse senador que gosta muito de falar e fazer diferente do que fala, ou mudar a conversa. Em qual Styvenson você acredita?

Autoria : O Potiguar

O senador Styvenson Valentim classificou como “repugnante” a tentativa de golpe atribuída a bolsonaristas e afirmou que havia, no governo de Jair Bolsonaro, uma obsessão em “destituir um governo” e até “matar pessoas”, conforme entrevista ao Diário do RN (a seguir). Na mesma fala, o parlamentar também defendeu a atuação da Polícia Federal, afirmando que não há motivo para desacreditar o relatório da instituição e que as evidências são robustas. 

Apesar desse posicionamento duro, o senador posteriormente votou a favor do chamado PL da Dosimetria, proposta que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro e pode beneficiar Bolsonaro e outros envolvidos na tentativa de golpe. O projeto teve ampla adesão no Congresso e seguiu para o Senado após aprovação na Câmara, com o objetivo de diminuir o tempo de prisão e flexibilizar critérios de execução penal. 

No Senado, a proposta também foi aprovada, com maioria favorável entre partidos de direita e centro, incluindo apoio significativo à redução das penas dos condenados pelos atos antidemocráticos.  

Styvenson afirma que tentativa de golpe por bolsonaristas é “repugnante”

Do Diário do RN

Por Carol Ribeiro, 27/11/2024

O senador Styvenson Valentim (Podemos) classifica como “repugnante” o planejamento de golpe de Estado no Brasil por Bolsonaro e por militares da linha de frente do governo do ex-presidente.

O parlamentar não se manifestou nas redes sociais, mas em conversa com o Diário do RN, o senador se posiciona totalmente contra os fatos que vêm sendo expostos a partir de investigação da Polícia Federal. Ele afirma que não há como defender: “se tivesse acontecido, a gente não estaria conversando não”, disse.

Em resumo, uma patuscada repugnante. É de uma repugnância você ler, você ouvir, você abrir um jornal e ver general, gente que teve uma formação, que passou pelas frentes militares para defender o nosso país, o nosso povo, vem fazer uma palhaçada dessa, não acreditar na democracia. A democracia é só para quem? Só quando ganha? Quando perde não é democracia não? Aí é golpe?”, questiona o senador.

As comprovações de atuação de Bolsonaro na articulação do golpe, conforme relatório da PF divulgado nesta terça-feira (26), aumentam, segundo Styvenson, as suspeitas. “Até agora ninguém negou o fato, ninguém negou o que aconteceu, ninguém negou as mensagens, ninguém negou que planejaram, ninguém negou que pensou, ninguém disse que é mentira, porque a quantidade de provas obtidas é tão robusta que eles estão discutindo já outra estratégia. De dizer que foi um pensamento. Que espécie de pensamento é esse, obcecado, obsessão de pensar todos os dias em destituir um governo, matar pessoas?”, levanta o parlamentar.

Styvenson complementa que não há que se descredibilizar o trabalho da Polícia Federal: “Se você não acreditar no relatório da Polícia Federal, você vai acreditar em quê? Sinceramente eu não sei, porque até ontem a Polícia Federal era uma instituição altamente reconhecida. Quando fez a Lava Jato era a polícia mais reconhecida. No governo Bolsonaro era a polícia mais reconhecida. Agora perdeu a credibilidade? É igual é igual a história das urnas. As urnas só estão falsificadas quando perco, quando eu ganho ela está boa, é? Não faz sentido”.

Apesar de ponderar e opinar que “a instituição [Forças Armadas] não são aqueles generais, os coronéis, não são essas pessoas não”, Styvenson coloca que as bancadas bolsonaristas nas casas legislativas não se manifestam porque “foram eleitos por Bolsonaro. É claro que não vão se manifestar”, diz ele. No entanto, se afasta do grupo: “Eu não tenho nada a ver com bolsonarismo, eu não tenho nada a ver com essas ideias aí de ficar tramando contra a democracia, contra o povo, que conversa é essa de tomar o poder assim? Não!”.

Eu acho que não há como defender com a coisa que está tão explícita. Ainda bem que não houve, porque senão eu não estava conversando com você não. Senão, a gente não estaria falando desse assunto não, estaria todo mundo na masmorra. E eu, por não ser bolsonarista, poderia estar também. Não é só de esquerda não. É quem fosse contra a qualquer ideia deles”, alerta o senador.

O parlamentar critica, ainda, a tentativa de amenizar os fatos que vêm sendo divulgados.

Tentativa essa realizada pela base de Bolsonaro.

A interpretação que se dá, aí é que está o problema, todo mundo quer atenuar. Pensar não é crime? Você está tratando de militares. Eu não sei se a máfia italiana tramava desse jeito para acabar com as autoridades, com os juízes, com as pessoas que eles tinham algum desafeto. Olha o nível. Isso é coisa de máfia”, afirma.


Operação Contragolpe

A Operação Contragolpe, deflagrada na última semana pela Polícia Federal (PF), é um desdobramento da Operação Tempus Veritatis, deflagrada no dia 8 de fevereiro de 2024, para investigar organização criminosa que teria atuado na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, para obter vantagem política com a manutenção do então presidente da República, Jair Bolsonaro, no poder.

Os planos incluíam o assassinato do presidente eleito Lula (PT), do vice, Geraldo Alckmin (PSB), e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em operação da última terça-feira (19), a Polícia prendeu quatro militares e um policial federal e indiciou 37 pessoas.

Nesta terça-feira (26), novos dados do relatório divulgados pela PF apontam a participação direta do ex-presidente no plano. A polícia concluiu que Bolsonaro planejou e atuou na articulação do golpe.

Diferente de Rogério Marinho, Styvenson afirma que não pode colocar “embaixo do pano” o planejamento do golpe

Aliado de primeira hora e parceiro de Rogério Marinho (PL) nas eleições de 2024 no RN, Styvenson Valentim diz respeitar o posicionamento do colega de bancada, mas afirma que não tem como “esconder as coisas que todo mundo está vendo”.

O Rogério defender, eu não tiro o mérito dele de advogar para Bolsonaro, porque ele é do partido de Bolsonaro, foi eleito por Bolsonaro, foi Ministro. Então, ele está dentro da razão dele. Eu não.

"Como eu não tenho esse vínculo partidário, esse vínculo até mesmo de amigo [com Bolsonaro], alguma coisa do gênero, eu não tenho como ficar escondendo as coisas que todo mundo está vendo, eu não tenho como botar debaixo do pano algo que está saindo aí todo dia”, ressalta o senador Styvenson."

Rogério Marinho é secretário nacional do PL de Bolsonaro, presidente do partido no RN e foi Ministro do Desenvolvimento Regional durante o governo anterior. Em suas redes sociais, Rogério coloca os fatos divulgados pela Polícia Federal como “narrativas forçadas e perseguições” por parte da Justiça e “tentativas de silenciar a direita conservadora e, consequentemente, grande parte do povo brasileiro”. O senador do PL é um dos que tentam amenizar as tratativas para o golpe de Estado como um planejamento de parte de um grupo de militares.

Styvenson, que se classifica como anti-PT, mas não como bolsonarista, ressalta que questiona inclusive ministros do STF, por exemplo, mas “da forma legal, a forma democrática, a forma constitucional de reequilibrar os poderes, de tirar o tirano lá do STF”, se referindo a um processo de impeachment.

No entanto, sobre o planejamento de golpe, reitera: “Olha eu não acho exagero [a repercussão], porque não foi totalmente elucidado. Eu posso falar dos fatos que eu estou vendo até aqui. E os fatos que eu vi até aqui são militares fardados dentro de unidades, ou dentro do Palácio do Planalto tramando contra a democracia”.

A matéria perfeita do O Potiguar, mostra um senador que muito fala, mas que suas falas são como risco na água ou aquilo que ele fala, não se escreve!.

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