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sábado, 28 de março de 2026

RELATÓRIO CPMI - CPMI do INSS rejeita relatório que pedia indiciamento de 'Lulinha' e ex-ministros de Lula e Bolsonaro. Relatório recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Também estavam na lista: 'Careca do INSS' e Daniel Vorcaro. Colegiado chega ao fim sem ter um documento formal.

 



A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), rejeitou, na madrugada deste sábado (28), o relatório final dos trabalhos da comissão.

O relatório do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre elas, parlamentares, ex‑ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha” .

O parecer foi rejeitado por 19 votos a 12.

A sessão da Comissão começou às 9h44 desta sexta-feira (27) e foi encerrada às 01h14 deste sábado.

A data limite para a conclusão dos trabalhos é neste sábado (28). Colegiado chega ao fim sem ter um documento formal.

Gaspar também defendia que a Advocacia do Senado solicitasse à Justiça a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em razão de "indícios concretos" da possibilidade de fuga do filho do presidente para escapar de possíveis punições.

Parlamentares governistas defendiam que o colegiado analisasse um relatório alternativo, apresentado nesta sexta. O documento recomendava o indiciamento de 130 pessoas, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

No entanto, o presidente da CPMI encerrou a sessão sem analisar o relatório do governo. Com isso, a comissão encerra os trabalhos sem um relatório aprovado.

Após o encerramento da sessão, o presidente da CPMI afirmou que uma cópia do relatório será enviada para todos os órgãos de fiscalização, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

"É uma pena que a gente não tenha completado o trabalho com o relatório completamente aprovado. Eu saio daqui de cabeça erguida de que fizemos o nosso trabalho, que lutamos e demos ao brasil respostas", disse Viana.

Pessoas com pedido de indiciamento

Filho do presidente

Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) — empresário, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O relator argumenta que ele teria recebido repasses do "Careca do INSS" — apontado pela Polícia Federal como figura central no esquema de descontos indevidos — através da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha.

Ex‑ministros, integrantes e ex-integrantes de governos

José Carlos Oliveira, que mudou o nome para Mohamad Oliveira Andrade — ex‑ministro do Trabalho e Previdência no governo Jair Bolsonaro. O relator o classifica como facilitador e beneficiário de uma rede criminosa instalada no topo da administração previdenciária;

Carlos Lupi — ex‑ministro da Previdência no atual governo Lula; segundo o relatório, o indiciamento se fundamenta em um padrão de omissão deliberada, prevaricação e blindagem política de agentes instalados na cúpula do INSS;

José Sarney Filho (Zequinha Sarney) — ex‑deputado federal e ex‑ministro do Meio Ambiente nos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, identificado como beneficiário de repasses milionários de origem investigada, vinculando seu patrimônio pessoal ao principal operador financeiro das entidades associativas fraudulentas;

Pedro Alves Corrêa Neto — ex‑secretário de Inovação do Ministério da Agricultura. Segundo o relatório, atuou como agente público facilitador ao patrocinar interesses das entidades investigadas, especialmente a Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) e o Instituto Terra e Trabalho (ITT);

Vanessa Barramacher Tocantins — ex‑chefe de gabinete do Ministério da Previdência Social; segundo o relator da CPMI, atuou no núcleo político‑administrativo da organização criminosa.

Parlamentares

Euclydes Pettersen (Republicanos‑MG) — deputado federal; o relatório aponta sua posição de liderança política e condição de principal beneficiário de vantagens indevidas dentro da organização criminosa ligada à Conafer;

Gorete Pereira (MDB‑CE) — deputada federal, citada como procuradora estratégica, articuladora política e integrante do núcleo de comando da organização criminosa responsável por fraudes;

Weverton Rocha (PDT‑MA) — senador citado pelo relator da comissão com atuação estratégica como liderança política e suporte institucional da organização criminosa.

Representantes de instituições financeiras

Daniel Vorcaro — sócio e controlador do banco Master. Segundo o relator, houve, entre outras coisas, falha dele no dever de supervisão, negligência na governança e conivência com o modus fraudulento de negócio;

Artur Ildefonso Brotto Azevedo — executivo do Banco C6 Consignado S.A.; citado como um dos diretores executivos responsáveis por falhas de supervisão, negligência na governança e conivência com o modelo de negócio fraudulento identificado pela CPMI;

Augusto Ferreira Lima — executivo do Banco Master S.A.; o relatório aponta domínio do fato e responsabilidade pela integridade operacional da instituição no contexto das fraudes apuradas;

Eduardo Chedid — executivo do PicPay Bank – Banco Múltiplo S.A.; citado entre os gestores das instituições financeiras investigadas por atuação no ecossistema de consignados e descontos indevidos.

Dirigentes e ex‑dirigentes do INSS, da Dataprev e outros órgãos

Alan do Nascimento Santos — diretor de Relacionamento e Negócios da Dataprev, é apontado pelo relator como parte de uma rede de proteção institucional que garantia a fluidez dos descontos indevidos operados por associações de fachada;

Alessandro Antônio Stefanutto — ex‑presidente do INSS nessa gestão do governo Lula, citado no relatório como peça central no núcleo de dirigentes que estruturou, viabilizou e protegeu o esquema de descontos indevidos de aposentados, utilizando-se a estrutura do INSS;

Leonardo Rolim — ex‑presidente do INSS na gestão de Jair Bolsonaro. Apontado pelo relator por ser responsável por decisões administrativas que fragilizaram a fiscalização e permitiram a expansão do esquema de descontos indevidos;

Glauco André Fonseca Wamburg — ex‑presidente do INSS no início da atual gestão Lula; segundo o relatório, teria atuado como facilitador administrativo ao flexibilizar controles e permitir a expansão do esquema;

André Paulo Félix Fidélis — ex‑diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão (Dirben) do INSS, apontado como um dos principais servidores públicos envolvidos no esquema criminoso, que permitiu a continuidade da fraude milionária ligada à Conafer;

Rogério Soares de Souza — servidor de carreira do INSS; citado como agente público facilitador no núcleo administrativo da organização criminosa;

Ina Maria Lima da Silva — servidora ativa do INSS e integrante do conselho fiscal da Unaspub; o relatório aponta conflito de interesses na viabilização de acordos fraudulentos;

Jucimar Fonseca da Silva — servidor do INSS e ex‑vereador; ocupou posições estratégicas na Diretoria de Benefícios (Dirben), como coordenador‑geral de Pagamento de Benefícios (CGPAG) e chefe da Divisão de Administração de Benefícios (DCBEN);

Rodrigo Ortiz D’Avila Assumpção — ex‑diretor‑presidente da Dataprev; o relatório aponta execução de comandos sistêmicos irregulares, falhas graves de segurança tecnológica e prestação de informações falsas que dificultaram a fiscalização do esquema de descontos indevido;

Sebastião Faustino de Paula — ex‑diretor de Benefícios do INSS; segundo a CPMI, teve participação direta em atos administrativos que viabilizaram a expansão e continuidade do esquema, com chancela institucional a entidades fraudulentas, em especial à Conafer.

Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho — ex‑procurador‑geral da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS (PFE‑INSS); apontado como elo estratégico entre a alta cúpula do instituto e a organização criminosa;

Thaísa Hoffmann Jonasson — esposa do ex‑procurador‑geral do INSS Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho; apontada como gestora operacional e financeira do núcleo de lavagem de capitais da organização criminosa;

Wilson de Morais Gaby — ex‑servidor do INSS; conforme o relatório, atuou como agente facilitador e garantidor técnico da organização criminosa enquanto ocupava cargos de confiança na autarquia.

Heitor Souza Cunha — funcionário da Caixa Econômica Federal, apontado como peça central do núcleo administrativo da organização criminosa, com atuação na expansão das fraudes.

Operadores, familiares de operadores e dirigentes de entidades

Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS” — apontado como operador do esquema de descontos indevidos;

Carlos Roberto Ferreira Lopes — presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer);

Aristides Veras dos Santos — ex‑dirigente da Contag; o relatório fundamenta o pedido de indiciamento em sua atuação à frente da entidade;

Marcos dos Santos Monte — apontado pela CPMI como braço tecnológico e operacional da organização criminosa, com atuação integrada ao núcleo do operador Antonio Carlos Camilo Antunes;

Maurício Camisotti — empresário; segundo o relatório, é sócio oculto e beneficiário das fraudes

Carlos Roberto Ferreira Lopes — presidente da Conafer, citado como dirigente de uma das entidades centrais no esquema investigado;

Nelson Wilians Fratoni Rodrigues — advogado; a CPMI aponta sua atuação como peça relevante no núcleo de lavagem de dinheiro e no suporte financeiro e jurídico à organização criminosa;

Philipe Roters Coutinho — ex‑agente da Polícia Federal; segundo a CPMI, atuou como suporte logístico e de segurança interna da organização criminosa, utilizando a função pública para proteger líderes do esquema, facilitar deslocamentos e integrar a estrutura financeira do grupo;

Rodrigo Moraes — empresário, apontado como parceiro empresarial e operador financeiro central do núcleo liderado por Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”;

Romeu Carvalho Antunes — filho do “Careca do INSS”; descrito como sucessor operacional e preposto do pai no esquema;

Tânia Carvalho dos Santos — esposa de Antonio Carlos Camilo Antunes; o relatório aponta atuação no núcleo de lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial;

Roberta Moreira Luchsinger — segundo a CPMI, atuou de forma estratégica no núcleo político da organização criminosa liderada por Antonio Carlos Camilo Antunes, com papel relevante na ocultação de patrimônio e circulação de recursos ilícitos.

O relatório de Gaspar recomenda ainda o aprofundamento, pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), de investigações:

do atual ministro da Previdência, Wolney Queiroz;

do ex-ministro da Previdência no governo Bolsonaro Onyx Lorenzoni;

do deputado federal Silas Câmara;

e do pastor André Valadão, da Igreja Lagoinha;

além de instituições financeiras "apontadas em irregularidades na concessão de crédito consignado a beneficiários do INSS."

De acordo com a Constituição, as CPIs detêm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, o que lhes permite convocar depoentes, quebrar sigilos (fiscal, bancário e de dados) e requisitar documentos de órgãos públicos.

No entanto, sua atuação é limitada pela cláusula de reserva de jurisdição, o que significa que elas não possuem poder punitivo ou de julgamento: uma CPI não pode, por exemplo, determinar a prisão de alguém (exceto em casos de flagrante delito, como falso testemunho), nem expedir mandados de busca e apreensão domiciliar ou interceptação telefônica, medidas que dependem exclusivamente de ordem judicial.

Embora não condene, o relatório final da comissão tem força para propor indiciamentos e deve ser encaminhado ao Ministério Público ou a outras autoridades competentes, para que estas promovam a responsabilidade civil ou criminal dos infratores e solicitem as medidas judiciais cabíveis que podem, eventualmente, resultar na prisão dos envolvidos.

Entenda a CPMI do INSS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS foi criada para apurar suspeitas de descontos irregulares aplicados a benefícios previdenciários, especialmente por entidades associativas, sem autorização dos aposentados e pensionistas.

O requerimento para criação da comissão foi apresentado em 2025, após investigações da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) apontarem um esquema bilionário de cobranças indevidas.

A CPMI foi instalada em 20 de agosto de 2025, com a eleição do senador Carlos Viana (Podemos-MG) para a presidência e do deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) para a relatoria.

Os trabalhos começaram oficialmente na semana seguinte, em 26 de agosto, quando os parlamentares aprovaram o plano de trabalho e os primeiros requerimentos.

Ao longo de cerca de seis meses, a comissão ouviu servidores do INSS, representantes de entidades investigadas, aposentados atingidos pelos descontos, além de integrantes da PF, da CGU e do Ministério da Previdência.

As investigações apontaram fragilidades no sistema de autorização dos descontos e falhas de fiscalização.

Durante os trabalhos, a CPMI também aprovou quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático de investigados e acumulou milhares de páginas de documentos, além de relatórios enviados por órgãos de controle.

Nas últimas semanas, os trabalhos da comissão ficaram marcados por um impasse sobre a continuidade da investigação. O prazo final da CPMI se aproximava do fim sem a conclusão do relatório, o que levou aliados do relator a defenderem uma prorrogação.

O tema chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que analisou a legalidade da prorrogação. Por maioria, a Corte derrubou a extensão do prazo, ao entender que a Constituição garante à minoria parlamentar o direito de criar CPIs, mas não trata da prorrogação, que deve seguir regras do Congresso.

Com isso, o prazo final para leitura e votação do relatório voltou a ser o sábado (28). O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, afirmou que, caso haja pedido de vista, irá convocar uma reunião de emergência neste sábado.


Fonte: G1.

SÃO GONÇALO - Prefeito Jaime Calado entrega fomento a grupos que encenam a Paixão de Cristo em São Gonçalo

 


O prefeito Jaime Calado realizou, na tarde desta sexta-feira (27), data de comemoração do Dia Mundial do Teatro, no Gabinete Civil do Centro Administrativo, a entrega de fomento financeiro a representantes dos grupos de teatro do município que encenam a tradicional Paixão de Cristo.

Durante o encontro, o secretário municipal de Cultura, Gleydson Almeida, destacou a importância do incentivo à arte popular. “Estamos devolvendo dignidade aos fazedores de arte de São Gonçalo”, afirmou.

O prefeito também ressaltou o impacto cultural e emocional das apresentações. “A Paixão de Cristo, para mim, é um grande diferencial da nossa cultura. A cada grupo que se apresenta, surge uma nova emoção. Com criatividade vocês conseguem entregar um trabalho que toca as pessoas”, declarou.

O ator Paulo Ney, que interpreta Jesus Cristo há 34 anos no grupo Tesga, comentou sobre mais uma edição. “Entrei no Tesga aos 13 anos e vou completar 54 este ano. A emoção se renova a cada apresentação. A preparação é sempre diferente, e a expectativa é que a cada ano seja ainda melhor”, disse.

Os grupos que atenderam aos critérios e foram aprovados no edital do fomento cultural com destinação de mais de R$ 80 mil foram Tesga, Moguchris, Coração de Jesus e Gruteu.

Confira a Agenda de Espetáculos:

28/03 – Quadra de Esportes de Regomoleiro III – 19h30 – Grupo Tesga;

31/03 – Praça de Uruaçu – 19h30 – Gruteu;

02/04 – Golandim (Rua do Cajueiro com a Rua Professor Luiz Soares, próximo ao terminal) – 19h – Moguchris;

03/04 e 04/04 – Golandim (Av. Tomaz Landim, em frente à Kaka Scap) – 20h – Grupo Coração de Jesus;

04/04 – Praça Funda (Rua Rosa Nívea, bairro Jardins) – 19h – Moguchris;

05/04 – Parque das Fontes – 19h30 – Gruteu;

10/04 – Patamar da Igreja Matriz (Centro) – 19h30 – Grupo Tesga.

NATAL - TRANSPORTE PÚBLICO . APÓS PROMESSA DE GRATUIDADES E AINDA SEM LICITAÇÃO, TARIFA DOS ÔNIBUS EM NATAL AUMENTA. MESMO COM SUBSÍDIOS ALTÍSSIMOS, ÔNIBUS SEM AR-CONDICIONADO, LOTADOS, LONGO TEMPO DE ESPERA E LINHAS SUPRIMIDAS, EMPRESAS FAZEM O QUE QUEREM COM A PREFEITURA DE NATAL. AS RELAÇÕES DAS EMPRESAS COM POLÍTICOS FAZ COM QUE O TRANSPORTE SEJA VOLTADO PARA O LUCRO DAS EMPRESAS E NÃO PARA O POVO.

 


O assunto é novo, porém antigo: tarifa dos transportes públicos aumenta, mas serviços são uma porcaria com Natal tendo os piores ônibus do Brasil, sem ar-condicionado, longa espera, ausência de linhas que foram retiradas na gestão de Alvaro Dias e quase sempre  lotados, abrigos de passageiros que nao protegem nem do sol nem da chuva,  além do preço considerado bem alto quando comparado aos péssimos serviços prestados .

A cada ano, as empresas de ônibus são agraciadas com subsidios que agora em 2026 chegam a cerca de 70 milhões.

A famosa licitação tão prometida, ao qual dizem que fica pronta em 20 dias, mais uma vez a Prefeitura de Natal aumenta o preço antes. Antes de aumentar, inventaram uma maquiagem de serviços que serão prestadas pelas  empresas aos usuários,  só para diminuir a imagem negativa de estar dando um aumento para um serviço horrivel; Natal tem o pior transporte público do Brasil.

A última licitação foi feita em 2017, na gestão de Carlos Eduardo, mas deu deserta, porque as empresas fazem um monopólio não permitindo que outras empresas participem.

Foi gasto e ninguém fiscalizou o valor: de  R$ 1,4 milhão (contrato assinado em novembro de 2023 na gestão de Álvaro), com o objetivo de produzir estudos, diagnóstico e edital para a nova licitação do transporte público de Natal; dinheiro no lixo, nada feito, vereadores e órgãos que não fiscalizam, um verdadeiro escândalo escancarado na cara do natalense.

O problema do sistema de transporte de Natal já vem de muito tempo, onde os empresários de transporte contam com o apoio dos políticos que ao invés de buscar melhorias para o povo, só enchem os bolsos das empresas de ônibus . 

Diante dessa relação promíscua de empresas e políticos, muito pouco provável, que mesmo numa licitação, a Prefeitura de Natal busque ajudar o povo que precisa de transporte, porque deve-se atender aos empresários, como fez agora: primeiro o aumento, depois outras situações.

Com um sistema tão ruim, os trabalhadores e usuários dos ônibus em Natal migram para uber moto, uber carro juntando 3 ou 4 pessoas e comprando motos eletricas ou normais,  porque o transporte é péssimo, caro e demorado; essas outras opções de transporte em muitos casos, se torna mais barato .


Transporte público deve ser voltado para o povo e não para as empresas que só visam o lucro

sexta-feira, 27 de março de 2026

COMBUSTÍVEIS - REDUÇÃO NO DIESEL - Governo do RN adere à proposta do Governo Federal para reduzir preço do diesel Por determinação da governadora Fátima Bezerra, Estado vai aderir à medida para subsidiar em R$ 1,20 o preço do diesel

 


O Governo do Estado do Rio Grande do Norte decidiu aderir à proposta do Governo Federal que prevê a subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado, sendo R$ 0,60 arcados pela União e a outra metade pelos estados.

A determinação da governadora Fátima Bezerra ocorreu na tarde desta sexta-feira (27), logo após a reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A maioria dos estados decidiu aderir, e a subvenção terá duração de dois meses.

A medida visa conter a pressão sobre o preço do diesel ao consumidor e os efeitos dessa elevação também no custo final de outros produtos e serviços que dependem do combustível, como os alimentos, impactados pelo custo de produção e frete.

Os estados aguardam a publicação da Medida Provisória do Governo Federal com todas as regras, e que prevê a atuação dos órgãos de controle para garantir que essa subvenção chegue de fato à sociedade.

“Uma decisão técnica muito importante, e aqui cabe destacar a sensibilidade do governo federal quanto ao tema, ao discutir com os estados e obter uma alternativa viável. E, claro, temos total interesse em contribuir para que os efeitos desse cenário internacional alheio à nossa vontade sejam minimizados à nossa população”, disse a governadora Fátima Bezerra.

O secretário de Estado da Fazenda, Cadu Xavier, ressaltou o papel técnico da discussão do Governo do Federal com os estados no foro adequado, como é o Confaz, sem que qualquer decisão ocorra de forma unilateral.

IMPOSTOS INFORMÁTICA - Governo Federal zera imposto de importação para 970 itens de informática

 


O Comitê-Executivo da Camex (Câmara de Comércio Exterior) decidiu nesta quinta-feira 26 isentar do imposto de importação 970 bens de capital e itens de informática, sendo que 191 terão isenção provisória. A decisão ocorre após repercussão de medidas anteriores envolvendo produtos eletrônicos.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a isenção foi aplicada a produtos que não possuem produção nacional ou cuja fabricação é insuficiente para atender ao mercado interno

Além dos bens de capital e itens de informática, o governo também zerou as alíquotas de medicamentos voltados ao tratamento de diabetes, alzheimer, parkinson e esquizofrenia. A lista inclui ainda fungicidas, inseticidas, insumos para a indústria têxtil, lúpulo para fabricação de cerveja e produtos utilizados na nutrição hospitalar.

Na mesma reunião, o comitê decidiu aplicar direito antidumping, pelo período de cinco anos, sobre a importação de etanolamina, composta orgânica proveniente da China, e de resinas de polietileno, plástico importado dos Estados Unidos e do Canadá. Os dois produtos são utilizados em diferentes segmentos industriais.

A decisão ocorre após a Camex ter elevado, em fevereiro, as alíquotas de alguns itens de informática, como celulares e notebooks. A medida previa arrecadação entre R$ 14 bilhões e R$ 20 bilhões, segundo estimativas.

A elevação das tarifas gerou repercussão negativa nas redes sociais e foi utilizada por setores da oposição para criticar o governo em ano eleitoral.

Cerca de um mês depois, o governo reviu a decisão e restabeleceu a alíquota anterior de quinze itens considerados sensíveis, entre eles notebooks, placas-mãe, smartphones, roteadores, mouses e memórias

Fonte: opotiguar.com.br


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