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quarta-feira, 17 de junho de 2026

CASO MASTER - OS RICÕES E SUAS LIGAÇÕES COM OS POLÍTICOS.

 


Na política do Brasil, o dinheiro é quem manda. Banqueiro e gangster Vorcaro tinha uma verdadeira agenda de compromissos financeiros principalmente com politicos, e muitos idolatrados por brasileiros.  Presidente do Senado Davi Alcolumbre recebeu 155 milhões, o da Câmara Federal Hugo Motta com viagens e luxo tudo pagos por Vorcaro, Senador Ciro Nogueira recebendo até 500 mil por mês, Flávio Bolsonaro que dizia que nem conhecia o cara, recebeu para o filme 61 milhões.  





A receita de sucesso desses políticos: tudo dinheiro ilegal e ainda tem grande parcela do eleitorado idolatrando esse povo e ainda nos seus cargos e até candidatos, como se nada tivesse acontecendo. A roubalheira é muita clara: esses políticos com salários de até 40 mil reais mensais, possuem imóveis de milhões e dinheiro a perder de vista. O Brasil precisa ter um controle sobre essas riquezas ilícitas e afastar esses políticos.

Há muita clareza, que esses e outros políticos e gente até do Judiciário, favoreceram não só o Banco Master como outros bancos e diversas situações que saqueiam o dinheiro do povo brasileiro.

A fórmula do sucesso desses políticos ricões, a maioria direitistas, são operações fraudulentas que saqueiam o dinheiro público e ainda contam com o aval de parcela da população. Enquanto isso, programas sociais e melhorias para celetistas são atacados.

O Brasil precisa de uma descontaminação, isolando políticos como Rueda, Ciro Nogueira, Davi Alcolumbre, Hugo Mota , Claudio Castro, Flávio Bolsonaro e outros. 

Para o povo, fica dificil entender como esses políticos, dificilmente são afastados das suas funções, com tantas provas  e premiados pelo tal direito de defesa. 

O presidente do Senado, do Congresso, dos partidos, deviam ser afastados dos seus cargos e Flávio Bolsonaro, ser tornardo inelegivel, porque perder uma eleição é muito pouco para quem já é milionário às custas do dinheiro público.

Congresso Nacional, Governos e políticos precisam trabalhar para trazer melhorias para seu povo e a Nação, e não para defenderem os interesses dos já ricões.

NATAL - DÍVIDAS - URGENTE - Fornecedor denuncia Prefeitura de Natal por dívidas de 12 milhões.

 


O empresário Luiz Gonzaga Nunes (LGN EVENTOS), em entrevista à 97 FM com o apresentador Salatiel de Souza, denunciou que prestou serviços à Prefeitura de Natal e que ficou um divida de cerca de 12 milhões, entre as secretarias SETUR e FUNCARTE. Afirmou também que além de não lhe pagarem, outros fornecedores tiveram tratamento diferenciado, com alguns recebendo parceladamente, citando que haveria " retorno " aos gestores.

Na entrevista, Nunes mostrou os documentos,  que inclusive constam o atesto dos serviços prestados por servidores das duas secretarias e ainda informou que o setor financeiro soltou que a sua empresa não iria receber. O empresário está com as notas fiscais e demais documentos que  comprovam os serviços prestados em eventos da prefeitura e alguns indicados por vereadores. exemplo de serviço prestado, está a estrutura para o show de Taty Girl, que recentemente reclamou de show não pago pela Prefeitura de Natal.

O empresário também questionou que os órgãos controladores e fiscalizadores fazem vista grossa em  processos contra algumas prefeituras, citando Natal, Touros e Macau. 

Em referência a Natal, os débitos vem de 2023 a 2025, da gestão Álvaro Dias e alcançando a gestão Paulinho Freire .

Segundo o empresário, já deu entrada na Justiça e promete levar o caso até o Conselho Nacional de Justiça, afirmando que não há imparcialidade nos Órgãos de controle e Justiça do RN.

terça-feira, 16 de junho de 2026

CONDENAÇÃO - STF condena Eduardo a 4 anos e 2 meses de prisão por coação em processo . A Primeira Turma entendeu que ex-deputado tentou constranger ministros da Corte para favorecer Jair Bolsonaro

 


A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou nesta terça-feira (16), por unanimidade, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo crime de coação no curso do processo. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

A pena foi fixada em 4 anos e 2 meses de prisão. Eduardo também foi condenado ao pagamento de 50 dias multa, um dia multa equivale a dois salários mínimos. A pena deverá começar a ser cumprida em regime semiaberto.

O colegiado concluiu que o parlamentar atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes da Corte e tentar interferir nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, com o objetivo de beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai.

Relator da ação, Moraes afirmou que as articulações de Eduardo com autoridades nos EUA, entre elas o próprio presidente Donald Trump, e a defesa de sanções contra integrantes do STF e contra o Brasil extrapolaram os limites da atuação política e configuraram grave ameaça às instituições judiciárias e ao governo brasileiro.

Segundo o ministro, a "desinformação" levada às autoridades americanas produziu consequências concretas para o país, entre elas a imposição de sobretaxas sobre produtos brasileiros. Moraes afirmou ainda que não cabe a um deputado fazer "lobby" no exterior contra os interesses do próprio Brasil.

" Não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país. Isso não consta, desde a Constituição do Império até a atual, como função de deputado federal", disse Moraes.

O crime de coação no curso do processo fica configurado quando há uso de violência ou grave ameaça para favorecer interesse próprio ou alheio contra autoridade, parte ou qualquer pessoa que intervenha em processo judicial, policial ou administrativo.

Durante a sessão desta terça, o Ministério Público Federal sustentou que as ameaças atribuídas a Eduardo se materializaram em medidas adotadas pelos Estados Unidos. O subprocurador-geral da República Antônio Edílio mencionou a suspensão de vistos de ministros do STF, as sobretaxas sobre produtos brasileiros e as sanções financeiras impostas a Moraes com base na Lei Magnitsky.

Segundo o MPF, o próprio Eduardo reivindicou nas redes sociais a articulação política que resultou nas medidas.

A Procuradoria também contestou as alegações da defesa sobre supostas irregularidades processuais. Segundo o MPF, há elementos que demonstram que Eduardo Bolsonaro tinha pleno conhecimento da ação penal movida contra ele.

Como o ex-deputado não constituiu advogado nos autos, sua defesa ficou a cargo da DPU (Defensoria Pública da União). O defensor público federal Esdras dos Santos Carvalho sustentou que Alexandre de Moraes deveria ser considerado impedido para atuar no caso por ser uma das autoridades atingidas pelas sanções americanas.

A DPU também argumentou que a citação de Eduardo deveria ter sido realizada por carta rogatória, e não por edital, uma vez que o paradeiro do ex-parlamentar nos Estados Unidos seria conhecido.

No mérito, a defesa afirmou que as condutas atribuídas a Eduardo não configuram o crime de coação no curso do processo. Segundo a DPU, o ex-deputado não tinha poder para impor sanções ao Brasil ou aos ministros do STF e exerceu apenas interlocução política e liberdade de expressão ao manifestar críticas à condução dos processos relacionados ao 8 de Janeiro.


Fonte: CNN Brasil

segunda-feira, 15 de junho de 2026

ELEIÇÕES - Lula abre distância sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e no segundo turno. Presidente marca 42% a 33% e 43% a 34% nos cenários de primeiro turno e vence Flávio por 49% a 43% no segundo, segundo pesquisa BTG/Nexus

 

Lula e Flávio Bolsonaro (Foto: Ricardo Stuckert/PR I Andressa Anholete/Agência Senado 


A nova rodada da pesquisa BTG/Nexus sobre a eleição presidencial de 2026 reforça um cenário favorável ao presidente Lula (PT) e amplia a pressão política sobre Flávio Bolsonaro (PL). No levantamento divulgado nesta segunda-feira (15), com entrevistas realizadas entre 12 e 14 de junho, Lula aparece à frente do senador bolsonarista tanto nas simulações de primeiro turno quanto no confronto direto de segundo turno.

A pesquisa ouviu 2.017 eleitores em todo o país, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e está registrada no TSE sob o número BR-06645/2026.

Os números indicam que Lula mantém vantagem consistente sobre Flávio Bolsonaro, enquanto o herdeiro político do bolsonarismo enfrenta dificuldades para ultrapassar o núcleo mais fiel da extrema direita.


No voto espontâneo, Lula aparece com 36%, contra 27% de Flávio Bolsonaro. A vantagem de nove pontos é significativa porque, nesse tipo de pergunta, os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor. Trata-se, portanto, de um indicador relevante de lembrança natural, enraizamento político e força eleitoral consolidada.

A série histórica também favorece o presidente. Lula saiu de 32% em março para 36% em junho no voto espontâneo. Flávio Bolsonaro, no mesmo período, oscilou de 26% para 27%, permanecendo praticamente estagnado. O dado sugere que Lula ampliou sua presença no imaginário eleitoral, enquanto Flávio não conseguiu transformar a exposição do sobrenome Bolsonaro em crescimento expressivo.

No primeiro turno estimulado, Lula também lidera com folga. No cenário 1, o presidente registra 42%, contra 33% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 4% cada; Romeu Zema (Novo), Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) têm 2%; Aécio Neves (PSDB) e Cabo Daciolo (Mobiliza) marcam 1%. Brancos, nulos e nenhum somam 5%, e 3% não sabem ou não responderam.

A trajetória recente do cenário 1 mostra Lula em recuperação e Flávio em queda. Em abril, Lula tinha 41%; caiu para 40% em maio; e agora chega a 42%. Já Flávio Bolsonaro saiu de 36% em abril para 35% em maio e 33% em junho. Em dois meses, portanto, o senador perdeu três pontos, enquanto Lula recuperou terreno e abriu nove pontos de vantagem.

No cenário 2, a distância se repete. Lula aparece com 43%, contra 34% de Flávio Bolsonaro. Renan Santos marca 5%, Ronaldo Caiado tem 4%, Romeu Zema e Joaquim Barbosa aparecem com 3% cada. Brancos, nulos e nenhum somam 6%, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

A série histórica desse segundo cenário também é negativa para Flávio. Lula passou de 41% em março para 43% em junho, enquanto o senador caiu de 38% para 34%. O movimento indica que, quanto mais a disputa se aproxima, o presidente preserva e amplia sua base, ao passo que o bolsonarismo enfrenta sinais de desgaste.

O desempenho de Lula é especialmente forte entre beneficiários do Bolsa Família. Nesse segmento, o presidente chega a 62% no cenário 1 de primeiro turno, contra apenas 20% de Flávio Bolsonaro. A distância de 42 pontos revela a força das políticas sociais na sustentação eleitoral do presidente e mostra a dificuldade do bolsonarismo em penetrar nos setores populares mais diretamente beneficiados por programas de transferência de renda.

Entre os não beneficiários do Bolsa Família, Lula também se mantém competitivo. Nesse grupo, ele aparece com 40%, contra 35% de Flávio Bolsonaro no cenário 1. O dado enfraquece a tentativa de reduzir o eleitorado lulista apenas à dependência de políticas sociais e indica que o presidente preserva presença relevante também em segmentos mais amplos da sociedade.

No segundo turno, Lula também vence Flávio Bolsonaro. O presidente aparece com 49%, contra 43% do senador. Brancos, nulos e nenhum somam 8%, e 1% não sabe ou não respondeu. A vantagem de seis pontos confirma que Lula chega ao confronto direto em melhor posição, superando o adversário em uma disputa nacional polarizada.

A evolução histórica do segundo turno reforça a tendência favorável ao presidente. Em março, Lula e Flávio estavam empatados em 46%. Em abril, Lula manteve 46% e Flávio caiu para 45%. Em maio, Lula subiu para 47% e Flávio recuou para 43%. Agora, Lula chega a 49%, enquanto o senador permanece em 43%. O movimento mostra uma curva ascendente para o presidente e uma estagnação preocupante para Flávio Bolsonaro.

O recorte por renda também ajuda a explicar a vantagem de Lula. No segundo turno contra Flávio, o presidente marca 59% entre eleitores com renda familiar de até um salário mínimo e 57% entre os que recebem de um a dois salários mínimos. Flávio, nesses segmentos, registra 34% e 37%, respectivamente. A diferença mostra que Lula segue amplamente majoritário entre os brasileiros de menor renda, faixa decisiva em qualquer eleição presidencial.

No Nordeste, Lula impõe sua maior vantagem regional. No confronto direto contra Flávio Bolsonaro, o presidente alcança 66%, contra 28% do senador. A região, historicamente estratégica para o lulismo, aparece novamente como um dos pilares centrais da vantagem nacional do presidente.

Entre as mulheres, Lula também lidera com margem expressiva. No segundo turno contra Flávio, o presidente tem 55%, contra 37% do senador. Entre os homens, Flávio aparece numericamente à frente, com 49% a 42%. O dado confirma uma divisão de gênero desfavorável ao bolsonarismo, que enfrenta maior resistência no eleitorado feminino.

Outro dado relevante é a rejeição. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados dizem que não votariam em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum. No caso de Lula, a rejeição é de 47%. Além disso, 38% afirmam que Lula é o único candidato em quem votariam, contra 25% que dizem o mesmo sobre Flávio. Isso significa que o presidente tem uma base de voto exclusivo maior e uma rejeição menor do que a do adversário.

A comparação é politicamente dura para o senador bolsonarista. Flávio Bolsonaro depende de uma transferência quase integral do voto de Jair Bolsonaro, mas encontra resistência fora do núcleo mais fiel da extrema direita. A pesquisa mostra que ele tem força entre os bolsonaristas convictos, mas enfrenta dificuldade para crescer entre eleitores menos ideológicos, não polarizados ou críticos simultaneamente a Lula e ao bolsonarismo.

Nos cruzamentos de polarização, o levantamento mostra que Lula chega a 35% entre os eleitores não polarizados no cenário 1 de primeiro turno, contra 26% de Flávio Bolsonaro. Esse dado é relevante porque indica que, mesmo fora dos campos mais mobilizados da disputa, o presidente consegue desempenho superior ao do adversário.

A pesquisa também revela que 77% dos eleitores de Flávio Bolsonaro no cenário 1 dizem que a decisão de voto já está tomada e não deve mudar.

Entre os eleitores de Lula, esse índice é ainda maior: 81%. A vantagem mostra que o presidente não apenas lidera, mas também conta com um eleitorado ligeiramente mais consolidado.

O conjunto dos números aponta para um quadro de vantagem estrutural de Lula. O presidente lidera no espontâneo, vence nos dois cenários estimulados de primeiro turno, aparece à frente no segundo turno, tem menor rejeição que Flávio e possui uma base exclusiva de voto mais ampla. 

Para Flávio Bolsonaro, o levantamento traz um sinal negativo: mesmo herdando o sobrenome político mais conhecido da extrema direita, ele ainda não consegue superar o teto bolsonarista nem reduzir a distância em relação ao presidente.


Fonte: Brasil 247

BOLSA FAMÍLIA - Em queda nas pesquisas, Flávio Bolsonaro sai em defesa do Bolsa Família. Senador afirma que há preconceito contra beneficiários; parlamentar também defendeu a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil

 


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu nesta segunda-feira (15) a manutenção e o fortalecimento do Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do país, e afirmou que existe preconceito contra os beneficiários da iniciativa. 

Ao abordar o programa social, frequentemente associado aos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o parlamentar afirmou que muitos beneficiários têm receio de ingressar no mercado formal de trabalho por medo de perder o auxílio e voltar a enfrentar dificuldades financeiras. Segundo Flávio, o Bolsa Família representa uma garantia de estabilidade para famílias que já passaram por situações de extrema vulnerabilidade.

" A gente tem que entender que tem uma memória afetiva, até. O Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome. A pessoa pensa o seguinte: ‘olha, se eu arrumar um trabalho de carteira assinada e eu perder o Bolsa Família, e se eu perder o meu trabalho, como é que eu vou ficar? Vou voltar para aquela época que eu passava fome de verdade’", afirmou o pré-candidato durante um debate promovido pela revista Veja, em São Paulo, de acordo com a Folha de São Paulo.

Bolsa Família e mercado de trabalho

O senador defendeu mecanismos que garantam mais segurança aos beneficiários que conquistam emprego formal, evitando que a transição para o mercado de trabalho represente um risco para a renda familiar.

" Então a gente tem que entender essa lógica que passa na cabeça das pessoas que precisam disso, reafirmar mais uma vez para elas que isso vai ser mantido e nós vamos potencializar essa garantia para estimular que as pessoas possam ter um emprego formal", declarou. Flávio classificou o Bolsa Família como um "direito adquirido" e argumentou que programas de assistência alimentar voltados à população de baixa renda existem em diversos países.

Apoio à isenção do Imposto de Renda

Durante o debate, o senador também manifestou apoio à proposta de ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil por mês.

Embora concorde com a medida, ele criticou a estratégia adotada pelo governo Lula para compensar a perda de arrecadação. "A única diferença é que, com Bolsonaro, certamente você teria uma compensação de abrir mão dessa receita quando você elevar o patamar da isenção do imposto", disse.

Daniella Marques reforça equipe

Flávio confirmou ainda que Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal durante o governo Jair Bolsonaro, participará de sua equipe de campanha, com atuação voltada especialmente para temas ligados à mobilidade social.

Sem detalhar qual será exatamente sua função, o senador destacou a confiança que deposita na ex-executiva e seu papel na equipe econômica liderada por Paulo Guedes.

"[Daniella] é uma pessoa que está se dispondo a estar próxima de nós. Não porque é mulher. É porque ela, para mim, é a melhor pessoa que tinha no time do Paulo Guedes. Então, tenho certeza de que muita coisa que o Paulo Guedes conseguiu implementar a Dani ajudou a construir e a viabilizar", afirmou.

" É uma pessoa que eu respeito demais, em quem eu confio demais, está se dispondo a estar perto de nós na campanha e vai me ajudar não só nessa parte econômica, mas principalmente na pauta de mobilidade social", completou.

Críticas à relação com a imprensa

Ao falar sobre aprendizados da gestão de Jair Bolsonaro, Flávio afirmou que a relação conflituosa com parte da imprensa foi um dos erros cometidos pelo governo anterior.

" O relacionamento com a imprensa] foi um dos problemas que eu identifico no governo do presidente Bolsonaro. O relacionamento com a imprensa, o preconceito muitas vezes de quem estava gerindo o orçamento para publicidade com relação a alguns veículos de comunicação", declarou.

Segundo ele, essa postura não deve ser repetida em um eventual governo sob sua liderança. "Isso, obviamente, tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada e que a gente não precisa repetir. Pode fazer muito melhor e assim será num possível governo meu."

Caso Banco Master e cenário eleitoral

Questionado sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Flávio afirmou que o contato entre ambos esteve relacionado exclusivamente ao financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.

A minha relação com ele foi única e exclusivamente por causa do filme. Eu vejo as coisas pelo lado bom, porque não tem outra coisa para falar de mim a não ser isso, que é algo que não tem absolutamente nada de errado. É uma relação privada, um investimento. E a pessoa [Vorcaro] teria um retorno. E, se Deus quiser, muito em breve todos verão o filme aí. Ficou bem legal", disse.

O senador também minimizou especulações sobre o distanciamento de lideranças da direita, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

"Todos virão no momento que eles entenderem melhor. A realidade é que nós já estamos falando de campanha, estamos falando de eleição, mas a massa do povo brasileiro não está atenta para isso ainda", concluiu.


Fonte: Brasil 247

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