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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

SÃO GONÇALO - Prefeito Jaime Calado acompanha investimentos e melhorias em escolas de São Gonçalo

 


Na tarde desta quarta-feira (5), o prefeito Jaime Calado vistoriou as ações realizadas na Escola Poti Cavalcanti, em Novo Amarante, e nas unidades Maria de Lourdes e CMEI Padre Thiago Theisen, no bairro Jardins. A agenda teve como objetivo acompanhar os serviços em andamento nas três unidades.

O prefeito estava acompanhado pelo secretário de Educação, Micael Moreira; pela secretária adjunta da pasta, Socorro Medeiros; pela secretária de Manutenção, Rosemeire Moura; e pelo subsecretário de Obras, Arthur Queiroz.

Na Escola Poti Cavalcanti, foram executadas melhorias como rampas de acessibilidade, novos corrimãos, adequações nos banheiros, trocas de portas e janelas para adaptação das salas e adequações na estrutura para receber aparelhos de ar-condicionado.



Durante a passagem pela unidade, Jaime Calado destacou que as mudanças garantem mais conforto e condições adequadas para o aprendizado dos estudantes. "Foi feita toda a adaptação da escola para a instalação dos aparelhos de ar-condicionado. Isso dá mais conforto às crianças e condições para que elas possam se concentrar no aprendizado, que é o nosso principal objetivo. A escola passou por uma transformação, com ampliação da acessibilidade e adequações que elevaram o padrão oferecido aos nossos alunos", afirmou.

A diretora da Escola Poti Cavalcanti, Eliane Avelino, afirmou que as mudanças já são percebidas pelas famílias. "É gratificante ouvir dos pais dos nossos alunos a frase: 'É uma nova escola'. Esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo para oferecer um ambiente cada vez melhor para o aprendizado", ressaltou.

No bairro Jardins, o prefeito acompanhou o início dos serviços de climatização da Escola Maria de Lourdes. No CMEI Padre Thiago Theisen, foram vistoriadas as adequações na rede elétrica para a instalação dos equipamentos. A creche também recebeu placas solares, contribuindo para a eficiência energética.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

ELEIÇÕES - PESQUISA . NO SENADO, ZENAIDE LIDERA COM 50% E STYVENSON TEM 49%.

 


O Instituto Data Capital divulgou a sua mais recente pesquisa no RN, para Presidente, Governador, Senadores, Deputado Federal e estadual. 

SENADO(ESTIMULADA) - SOMA DE 1⁰ e 2⁰ VOTOS.

No voto estimulado para o Senado, somados o 1º e 2º votos ,  Zenaide Maia  está em primeiro com 50%, Styvenson Valentim tem 49%, depois vem Hélio com 21%, Rafael Mota tem 19%, Samanda Alves também com 19%, brancos e nulos são 11%, não sabe e não responderam são 21%.


A pesquisa teve o registro sob o Nº: RN-06579/2026  Pesquisa realizada com 2.050 entrevistas em 70 municípios.

ELEIÇÕES - PESQUISA. PARA O GOVERNO, ALLYSON LIDERA COM FOLGA COM 40%, ÁLVARO DIAS TEM 26% E CADÚ DE LULA ENCOSTA COM 20%

 


O Instituto Data Capital divulgou a sua mais recente pesquisa no RN, para Presidente, Governador, Senadores, Deputado Federal e estadual. 

GOVERNO (ESTIMULADA)

No voto estimulado para o Governo, Allyson Bezerra lidera com 40%. Álvaro Dias tem 26% e vê a aproximação de Cadú de Lula, chegando aos 20%. Robério Paulino tem 3%, Rodrigo Bolsonaro tem 1%, nao sabe e não respondeu 6%, brancos e nulos 4%.

A pesquisa teve o registro sob o Nº: RN-06579/2026  Pesquisa realizada com 2.050 entrevistas em 70 municípios.

ELEIÇÕES - MINAS GERAIS . O PÃO DE QUEIJO AZEDOU . REPUBLICANOS NÃO DÁ LEGENDA PARA O FAVORITO AO GOVERNO CLEITINHO.

 


O Senador Cleitinho que liderava  com 35% as pesquisas para o governo de Minas Gerais, terminou não conseguindo ser candidato pelo partido Republicanos.

O partido irritado com ele, optou por não lhe dar a legenda, mesmo sendo o favorito. Segundo vários analistas, o Senador era tido como um político sem partido, que após eleito, inclusive deixaria o partido. Segundo o partido, Cleitinho não trabalhou para organizar a nominata e perdeu o timing, ou seja, perdeu  a chance por demora, lentidão ou indecisão.

Cleitinho era identificado com a ideologia de direita, mas faz discursos polêmicos que critica inclusive aliados e até do próprio partido.

A sua frase mais famosa é  " eu posso até não mudar o sistema, mas o sistema nunca vai me mudar". 

Também "Quem não deve, não teme" – Usada por ele ao se posicionar contra propostas de imunidade parlamentar ou blindagem política no Congresso.

Críticas aos privilégios – Frequentemente destaca em seus discursos e vídeos nas redes sociais que o verdadeiro problema do Brasil são os altos gastos públicos com mordomias de políticos, contrapondo os benefícios da classe política às dificuldades do trabalhador comum. 

Posicionamentos informais – Conhecido por usar uma linguagem direta, simples e por vezes contestadora da atuação corporativista do próprio parlamento, repetindo que o foco dos recursos públicos deve ser o cidadão e a infraestrutura do país, e não a manutenção de privilégios de cargos eletivos. 

Após a morte de um irmão, Cleitinho declarou que desistiria de ser candidato, mas resolveu voltar atrás e pediu ao partido para ser novamente candidato. 

O senador interrompeu a convenção nacional do Republicanos ontem para pedir a vaga ao governo mineiro. Ele alegou que o "Espírito Santo" e mensagens divinas o orientaram a retomar a corrida eleitoral, contrariando um vídeo de desistência gravado dias antes. O parlamentar justificou a instabilidade emocional devido ao luto recente pela morte de seu irmão, Matheus Azevedo.

 Reação do Partido

O presidente nacional da legenda, deputado Marcos Pereira, repreendeu publicamente o apelo durante o evento. 

A cúpula do partido declarou encerrada a fase de deliberação das candidaturas e negou o pedido do senador.

O vaivém de Cleitinho gerou constrangimento interno na sigla, que já havia descartado formalmente o nome dele para o pleito estadual após idas e vindas anteriores. 

PREJUÍZO PARA FLÁVIO BOLSONARO 

A saída de Cleitinho do páreo é também considerado uma grande perda para Flávio Bolsonaro, já que Minas Gerais é um estado que costuma decidir eleições presidenciais e Flávio vai ter que procurar outro, para montar seu palanque no estado, mas sem a força eleitoral de Cleitinho que liderava a disputa e que ajudaria mais a Flávio em Minas, que inclusive tem o ex-governador Romeu Zema como candidato a Presidência.

E o Pão de Queijo? Azedou!

ELEIÇÕES - Flávio Bolsonaro define Alfredo Gaspar como vice em chapa puro-sangue. Deputado do PL e relator da CPMI do INSS foi anunciado no último dia das convenções e surpreendeu aliados da campanha.

 


Flávio Bolsonaro (PL-RJ) escolheu o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) para ser seu candidato a vice na disputa pela Presidência da República. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (5/8), no último dia do prazo para a realização das convenções partidárias.

A escolha encerra semanas de indefinição sobre a composição da chapa e surpreende integrantes do próprio PL, já que Alfredo Gaspar não figurava entre os nomes mais cotados para ocupar a vaga. A decisão foi tomada após o partido não conseguir atrair legendas do Centrão para ampliar a coligação.

Ao anunciar o nome, Flávio afirmou que pesou a favor de Gaspar a sua experiência com a segurança pública e a representatividade do Nordeste, região do país em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com folga.

O candidato do PL à Presidência também destacou a atuação de Alfredo Gaspar na CPMI do INSS, colegiado em que relatou os trabalhos, e sugeriu, no relatório final, o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula, por suposto envolvimento com as fraudes na Previdência.

Puro-sangue

A estratégia inicial do PL era utilizar a vaga de vice como principal instrumento para atrair partidos de centro e ampliar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão. A expectativa era apresentar a chapa completa durante a convenção nacional que oficializou a candidatura de Flávio, em 25 de julho, mas as negociações se estenderam até o último dia e terminaram sem acordo.

Nos últimos dias, o partido tentou fechar aliança com Republicanos, Podemos e a federação União Progressista, composta por União Brasil e PP. As conversas, porém, não avançaram. As legendas decidiram não declarar apoio formal a nenhum candidato ao Palácio do Planalto, o que levou o PL a optar por chapa com por integrantes da própria sigla, a chamada chapa “puro-sangue”.

Fonte: Metropoles

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