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sexta-feira, 15 de maio de 2026

MENTIRA DOS BOLSONAROS - Eduardo Bolsonaro tinha poder sobre dinheiro do “Dark Horse”, revela contrato e conversas de whatsapp.

 


THE INTERCEPT - O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, atuou como produtor-executivo de “Dark Horse”, o filme biográfico sobre Jair Bolsonaro, com responsabilidades e poder sobre a gestão financeira do projeto, segundo um contrato assinado por ele e diálogos obtidos com exclusividade pelo Intercept Brasil. 

Os registros contradizem afirmações feitas por Eduardo Bolsonaro em uma publicação no Instagram na quinta-feira, 14, sobre sua relação com o filme e colocam o deputado federal cassado como uma peça-chave com poder na tomada de decisões, inclusive financeiras, sobre o filme que conta a história do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Também mostram que Eduardo omitiu sua conexão com a busca de dinheiro para financiar o filme ao dizer, no post feito no Instagram, que apenas cedeu seus direitos de imagem e não exerceu qualquer cargo de gestão no “Dark Horse”.

Um contrato de produção, datado de novembro de 2023 e assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30 de janeiro de 2024, traz a empresa GoUp Entertainment, sediada nos Estados Unidos, como produtora, e Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mario Frias, também do PL paulista, à frente da produção-executiva, função com poder para lidar diretamente com o controle de orçamento e gestão financeira de um projeto audiovisual.

Contrato cita que Jair Bolsonaro cedeu “os direitos de história de vida” para a produção, na época intitulada “O Capitão do Povo”, e não “Dark Horse”.

Segundo o documento, a produtora e os produtores-executivos agiriam em conjunto para dedicar-se a atividades de desenvolvimento do projeto, dentre elas “envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme e preparação de informações e documentação para investidores e assistência na identificação de recursos de financiamento de filmes, incluindo créditos e incentivos fiscais, colocação de produtos e patrocínio”.

O contrato obtido pelo Intercept define uma ampla gama das funções que Eduardo teria na produção. Junto com os outros produtores, a empresa GoUp e o deputado federal Mario Frias, ele teria a responsabilidade sobre as decisões sobre como os recursos seriam captados e gastos. Não há informação, porém, sobre quem, de fato, executou essas funções.


Contrato descreve atividades a serem executadas pela produtora e pelos produtores-executivos do filme.

Enviamos questionamentos para Eduardo Bolsonaro e para o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, mas não houve resposta até a publicação. O espaço segue aberto. A defesa do deputado Mario Frias informou que “Eduardo Bolsonaro não é e nunca foi produtor-executivo da produção do filme Dark Horse” e “nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento cujo produto privado final é o filme”.

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro disse que não iria se manifestar sobre o tema. Também mandamos perguntas para as defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas tampouco recebemos retorno. Se houver, o texto será atualizado.

Uma troca de mensagens entre o empresário Thiago Miranda, fundador e sócio do Portal Leo Dias, e Daniel Vorcaro de 21 de março de 2025 destaca o papel de articulador financeiro exercido por Eduardo na produção do filme.  

Miranda, que teve papel de intermediário entre Vorcaro, a família Bolsonaro e o deputado Mario Frias em tratativas sobre o filme, encaminha para o banqueiro uma captura de tela de uma mensagem que Eduardo o enviou e diz: “Já estou fazendo o aditivo da troca da empresa e preciso de um direcionamento seu para seguir.”


Na mensagem de Eduardo a Miranda, o deputado federal cassado diz: “O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Que dos EUA para o EUA é tranquilo. Se a empresa brasileira a enviar aos EUA não tiver aquele grande orçamento que mencionamos como exemplo, será problemático, vai ser necessário fazer as remessas aos poucos e isto tardaria cerca de 6 meses, calculamos.”



Em seguida, de acordo com a mensagem obtida pelo Intercept, Eduardo explica como seria a melhor forma de enviar o dinheiro: “Solução: enviar o máximo possível ainda neste sistema atual, com o remetente atual e etc. Será que conseguimos?”. 

Embora não seja possível precisar a data que Eduardo enviou a mensagem a Miranda, o encaminhamento da captura de tela para Vorcaro indica que isso ocorreu em março de 2025 – mesmo mês em que Eduardo anunciou que ia se licenciar do mandato para ficar nos EUA e buscar as “devidas sanções aos violadores de direitos humanos”.

Enviamos questionamentos para Miranda, que esclareceu que ele “não desempenhou qualquer função na produção, divulgação, gestão financeira e estratégia de lançamento do filme Dark Horse” tendo limitado sua participação a “intermediar o contato entre pretenso investidor e os interessados no projeto”. Leia a resposta na íntegra. 

Outro documento, datado de fevereiro de 2024, mostra ainda uma minuta de aditivo de contrato para a produção de “Dark Horse” em que Eduardo é qualificado como financiador do filme e autoriza o uso de recursos financeiros que ele investir no projeto. Não há confirmação se o aditivo foi, de fato, assinado.

Aditivo do contrato cita que Eduardo, que consta como “financiador”, se compromete a “financiar parcialmente a produção cinematográfica”.

Embora ele diga não ser “dono do filme”, o contrato – datado de  novembro de 2023 e assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30 de janeiro de 2024 – designa explicitamente Eduardo e Frias como tendo poder de gestão e decisão sobre a produção, juntamente da GoUp. 

A minuta que o designa como financiador da operação também contradiz sua fala de que ele teria apenas cedido “direitos de imagem”.

Contrato foi assinado digitalmente e, embora a data conste como 26 de novembro de 2023, a assinatura de Eduardo Bolsonaro foi formalizada no acordo em 30 de janeiro de 2024.

A GoUp Entertainment é uma empresa sediada na Flórida que tem como sócios a brasileira Karina Ferreira da Gama e um brasileiro naturalizado nos Estados Unidos, Michael Brian Davis. 

Em dezembro, revelamos como uma organização não-governamental na qual Karina é sócia, o Instituto Conhecer Brasil, havia recebido pelo menos R$ 108 milhões da Prefeitura de São Paulo para operar um contrato de Wi-Fi público sem concluir as entregas previstas. Desde março, o Ministério Público está investigando o contrato. 

Nesta sexta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou a abertura de uma apuração preliminar para apurar se houve direcionamento de emendas parlamentares para projetos culturais, inclusive o filme Dark Horse. A TV Globo noticiou na quinta-feira, 14, que o STF tenta, há mais de um mês, intimar o deputado Mario Frias a prestar informações sobre “possíveis irregularidades na execução de recursos de emendas” destinados ao Instituto Conhecer Brasil – o parlamentar e produtor-executivo do filme teria destinado R$ 2 milhões à ONG. 

Enviamos questionamentos para Karina Gama e para seu sócio, Michael Brian Davis, mas não houve resposta até a publicação. O espaço segue aberto.

Fundo de advogado de Eduardo recebeu dinheiro de Vorcaro

Na quarta-feira, 13, o Intercept revelou como o senador Flavio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, irmão de Eduardo, articulou apoio do banqueiro Vorcaro para financiar a produção de “Dark Horse”, segundo mensagens obtidas com exclusividade. 

Vorcaro se comprometeu a repassar um total de 24 milhões de dólares (na época equivalentes a cerca de R$ 134 milhões) para financiar a produção, dos quais pelo menos 10,6 milhões de dólares — cerca de R$ 61 milhões, considerando a cotação do dólar nos períodos das transferências — foram pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações, para financiar o projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro.

A Polícia Federal apura se o dinheiro de Vorcaro para “Dark Horse” teria custeado despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. No Instagram, o deputado federal cassado negou ter recebido o dinheiro negociado para o filme. 

O material analisado pelo Intercept indica que ao menos parte dos valores negociados por Flávio junto a Vorcaro foi para um fundo controlado por aliados de Eduardo – incluindo Paulo Calixto, o advogado encarregado de seu processo imigratório nos EUA, conforme apuração da Agência Pública. 

Os diálogos, um comprovante de uma ordem de pagamento de 2 milhões de dólares e uma tabela com previsão de valores a serem pagos analisados pelo Intercept indicam que parte do dinheiro negociado com Vorcaro para o filme foi transferida pela Entre Investimentos e Participações, que atuava em parceria com empresas do banqueiro, para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos EUA, e controlado por aliados de Eduardo.

Documentos societários obtidos pelo Intercept mostram que o fundo Havengate Development Fund LP foi registrado no Texas e tem como agente legal o escritório “Law Offices of Paulo Calixto PLLC”, de Paulo Calixto.

Nos registros, o fundo aparece como sendo pertencente à companhia quase homônima Havengate Development Fund GP LLC, registrada no mesmo endereço comercial em Dallas.

Os documentos desta segunda firma apontam Altieris Santana como membro do quadro societário do fundo e Paulo Calixto como membro e administrador. Ambos aparecem vinculados ao mesmo endereço comercial utilizado pelo Havengate.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

POLÍCIA - PF apreende eletrônicos e emagrecedores irregulares em operação no RN

 


A Polícia Federal deflagrou, nessa quarta-feira (13), a Operação Ilegal Networks para investigar a comercialização irregular de produtos eletrônicos e de telefonia em Natal. A ação, realizada com apoio da Receita Federal, apura a venda de itens introduzidos clandestinamente no país, sem comprovação de importação regular e sem o devido recolhimento de tributos.

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em salas comerciais usadas por uma empresa que atuava sob fachada de assistência técnica de celulares. Nos locais, os agentes apreenderam celulares, tablets, computadores e acessórios sem documentação que comprovasse a entrada legal dos produtos no Brasil.

Além dos eletrônicos, os policiais também localizaram produtos destinados a fins terapêuticos e estéticos armazenados de forma irregular, conhecidos como emagrecedores. Segundo a PF, parte dos itens estava sem refrigeração adequada e sem autorização para comercialização no país.

Também foram encontrados insumos que poderiam ser utilizados para fracionamento e aplicação das substâncias.

A operação contou com a participação de 16 policiais federais e três servidores da Receita Federal. O material apreendido será analisado no curso da investigação, que busca identificar a origem dos produtos, a forma de comercialização e a eventual participação de outras pessoas no esquema.

De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e crime contra a saúde pública. O descaminho ocorre quando há entrada de mercadorias no país sem o pagamento dos tributos devidos. Já a apuração sobre crime contra a saúde pública está relacionada aos produtos terapêuticos e estéticos encontrados sem controle sanitário adequado.


Fonte: Tribuna do Norte

PARNAMIRIM - Prefeitura de Parnamirim abre vagas de estágio para estudantes de Pedagogia e licenciaturas

 


A Prefeitura de Parnamirim está com vagas abertas para estágio voltadas a estudantes de Pedagogia e demais licenciaturas. A iniciativa, organizada por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), tem como objetivo fortalecer o apoio às atividades educacionais da rede municipal de ensino, além de proporcionar experiência profissional aos universitários em formação.

Os selecionados receberão bolsa no valor de R$ 700,00, além de vale-transporte de R$ 100,00. Os interessados devem enviar a documentação para o e-mail rhsemecparnamirim@gmail.com ou entregar presencialmente no setor de Recursos Humanos da SME. 

As vagas são destinadas a estudantes matriculados em instituições de ensino superior com convênios ativos com o município.

Confira abaixo a documentação necessária e as faculdades conveniadas 

Documentação:

Fotocópia do RG, CPF e comprovante de residência;

Cópia do histórico da grade curricular;

Declaração de matrícula atualizada, contendo as disciplinas cursadas ou série em que está matriculado;

Curriculum Vitae;

Cópia da Carteira de Trabalho;

Cópia do PIS/PASEP ou NIT.


Faculdades com convênios ativos:

FANEC

UNEF

IFRN Parnamirim

UFRN

UNI-RN

UNIFACEX

UNINASSAU

UNINTER

UNP

UNOPAR

ESTÁCIO

FACSU

FMB.

CASO MASTER - Pai de Daniel Vorcaro é preso pela PF em nova fase da Operação Compliance Zero . Henrique Vorcaro foi preso em Nova Lima, região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). 6ª fase da operação mira grupo acusado de intimidar pessoas e invadir sistemas.

 


A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quinta-feira (14) Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro — dono do Banco Master —, durante nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras ligadas à instituição.

Os alvos seriam integrantes de grupos criminosos conhecidos como "A Turma" e "Os Meninos", que, segundo a PF, integravam a estrutura paralela de vigilância e intimidação supostamente comandada pelo banqueiro.

Segundo os investigadores, Henrique Vorcaro era responsável por demandar serviços e efetuar os pagamentos dos integrantes desses núcleos, nos quais eram combinados os crimes de coação e vazamento de informações.

De acordo com a investigação, Daniel Vorcaro tinha aliados dentro da PF que forneciam dados e monitoravam desafetos do banqueiro. Os grupos são suspeitos de integrar uma organização criminosa acusada de praticar intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasão de dispositivos informáticos.

O pai de Daniel Vorcaro foi preso em Nova Lima, na região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), no início da manhã. Ele é um dos sete alvos de mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão cumpridos nesta quinta.

Veja quem são os alvos dos mandados de prisão:

Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro;

David Henrique Alves;

Victor Lima Sedlmaier;

Rodrigo Pimenta Franco Avelar Campos;

Manoel Mendes Rodrigues;

Anderson Wander da Silva Lima, policial federal da ativa lotado na Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro;

Sebastião Monteiro Júnior, policial federal aposentado.

Os mandados foram cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Também foram determinadas medidas de afastamento de cargos públicos, além de bloqueio e sequestro de bens.

É o caso da delegada da PF Valéria Vieira Pereira da Silva, que foi afastada das funções na corporação e proibida de acessar as dependências da Polícia Federal e de ter contato com servidores e policiais federais, da ativa ou aposentados, assim como o policial aposentado Francisco José Pereira da Silva.

Os investigados podem responder por ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

Papel de Henrique Vorcaro

Segundo os investigadores, o pai de Vorcaro atuava como um dos operadores financeiros e também, em alguns casos, demandava "A Turma" diretamente — uma das razões que fundamentaram a prisão dele nesta quinta.

🔎 Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF. Os investigadores apuram também uma extensa rede de influência dos envolvidos.

influência dos envolvidos.

Henrique Vorcaro tinha papel central na engrenagem criminosa que envolve as suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master, segundo a PF.

Henrique era “demandante, beneficiário e operador financeiro” do núcleo conhecido como “A Turma”, acusado de promover intimidações e vazamento de informações sigilosas a favor dos interesses do banqueiro.

Segundo a PF, Henrique também manteve o pagamento de R$ 400 mil para o grupo responsável por ações violentas e também invasão de sistemas sigilosos.

Ele teria pedido ao grupo para consultar sistemas sigilosos de forças de segurança para saber se havia algum tipo de investigação instaurada contra eles. O Ministério Público Federal (MPF) foi alvo de três ataques entre 2024 e 2025.

Quem são 'A Turma' e 'Os Meninos'

Segundo a Polícia Federal, “A Turma” era o grupo que integrava a estrutura paralela de vigilância e intimidação supostamente comandada pelo banqueiro Daniel Vorcaro.

A expressão aparece em mensagens interceptadas entre Vorcaro e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como "Sicário", apontado pela investigação como líder operacional do esquema.

👉 Segundo o dicionário Michaelis, a palavra "Sicário" é um adjetivo que significa "que tem sede de sangue; cruel, sanguinário. O termo também pode ser usado como substantivo masculino no sentido de "assassino de aluguel; facínora". A Polícia Federal não usa nenhum destes sinônimos para descrever Mourão nos autos, mas afirma que ele seria o executor de "práticas violentas" dentro da organização.

👉 Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão morreu em 6 de março, poucos dias após ser preso pela PF.

De acordo com a PF, “A Turma” reunia pessoas responsáveis por monitoramento clandestino, obtenção ilegal de dados sigilosos e ações de coerção contra alvos considerados ameaças aos interesses do grupo econômico ligado ao Banco Master.

Já o segundo grupo, chamado "Os Meninos", teria perfil tecnológico e seria voltado para a prática de ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis e monitoramento telefônico ilegal.

Em uma das conversas citadas pela investigação, Mourão afirma que recebia pagamentos mensais e distribuía parte dos valores “entre a turma”, além de mencionar “Os Meninos”, “DCM” e “editores”, indicando a existência de uma rede organizada com divisão de funções.

A PF sustenta que integrantes do grupo atuavam em consultas indevidas a sistemas restritos, vigilância de pessoas, remoção de conteúdos digitais e obtenção de informações protegidas por sigilo institucional.

A investigação aponta ainda que a estrutura funcionava como um “braço armado” da organização criminosa investigada.


Fonte: G1

NATAL - Projeto que permite pagamento de ônibus via PIX é aprovado na Câmara de Natal . A medida pretende oferecer mais praticidade, rapidez e segurança tanto para os passageiros quanto para os motoristas do transporte coletivo.

 

Foto: Francisco de Assis

O Projeto de Lei nº 540/2025, que prevê a possibilidade de pagamento da tarifa do transporte coletivo por meio do PIX, foi aprovado nesta quarta-feira (13) pela Câmara Municipal de Natal. A proposta, de autoria do vereador Cleiton da Policlínica (PSDB), busca modernizar o sistema de transporte público da capital.

Segundo o parlamentar, a medida pretende oferecer mais praticidade, rapidez e segurança tanto para os passageiros quanto para os motoristas do transporte coletivo.

Além da proposta voltada ao transporte público, os vereadores também aprovaram outros projetos nas áreas de saúde, sustentabilidade e mobilidade urbana durante a sessão ordinária.

Entre eles está o Projeto de Lei nº 477/2025, do vereador Ériko Jácome (PSDB), que institui o Programa de Educação e Conscientização sobre o Câncer nas escolas da rede municipal de ensino. A iniciativa tem como objetivo incentivar a prevenção, o diagnóstico precoce e a adoção de hábitos saudáveis entre os estudantes.

Outra matéria aprovada foi o PL nº 386/2024, de autoria do vereador Preto Aquino (Podemos), que determina a criação de um programa permanente de reciclagem de resíduos orgânicos em instituições públicas municipais.

Na área ambiental, os parlamentares também aprovaram o Projeto de Lei nº 08/2025, do vereador Eribaldo Medeiros (REDE), que cria o Selo Escola Sustentável. A proposta prevê reconhecimento para escolas que desenvolvam ações voltadas à preservação ambiental, consumo consciente e economia circular.

Já o Projeto de Lei nº 36/2025, apresentado pelo vereador Léo Souza (PSDB), autoriza o Poder Executivo a criar a Ouvidoria do Trânsito no município.


Fonte: Câmara Municipal de Natal


 

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