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quarta-feira, 25 de março de 2026

VICE-PREFEITO CARA DE PAU - Vice-prefeito no RN se matricula em residência médica em São Paulo sem deixar o cargo

 


O vice-prefeito Einart Guedes, de Lagoa D’anta, cidade do interior do Rio Grande do Norte, iniciou  uma residência médica em São Paulo, mas sem deixar o cargo. A residência médica é um curso em período integral. A carga horária é de 60 horas semanais.

Para tanto a prefeitura propôs à Câmara Municipal uma licença sem remuneração, para prefeito e vice, de até dois anos com a justificativa de “interesses particulares”. O projeto foi enviado pelo prefeito João Paulo Lopes, primo do vice, e já passou pela primeira votação dos vereadores.

Einart Guedes está cursando a residência em Ortopedia desde o início de março. Ele não explicou ao jornal Estadão como está fazendo a especialização em São Paulo ao mesmo tempo que é vice-prefeito no Rio Grande do Norte.

Fonte: Tribuna do Norte

SÃO GONÇALO - São Gonçalo celebra Dia Mundial do Teatro com espetáculo premiado “Bye Bye Natal”; ingressos gratuitos disponíveis

 


O Dia Mundial do Teatro, celebrado em 27 de março, será marcado em São Gonçalo do Amarante com a apresentação do espetáculo “Bye Bye Natal”, um dos musicais mais reconhecidos do Nordeste. A montagem será apresentada, gratuitamente, às 19h, no Teatro Municipal Poti Cavalcanti, como parte da programação do projeto Conexão Elefante Cultural.

Os ingressos já estão disponíveis e podem ser garantidos de forma antecipada pela internet, ampliando o acesso do público à produção que conquistou o título de Melhor Musical do Nordeste no Prêmio Brasil Musical, em 2013. Garanta os ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/bye-bye-natal-conexao-elefante-cultural/3350557?share_id=copiarlink

*SOBRE O ESPETÁCULO "BYE BYE NATAL"*

“Bye Bye Natal” apresenta uma narrativa envolvente que mistura romance, humor e música para revisitar um período marcante da história potiguar: a presença norte-americana em Natal e Parnamirim durante a Segunda Guerra Mundial. Com linguagem acessível e estética vibrante, o espetáculo resgata memórias, costumes e transformações sociais da época, proporcionando ao público uma experiência cultural rica e emocionante.



A iniciativa integra as ações de valorização e incentivo à cultura no município, fortalecendo o acesso da população a produções artísticas de qualidade, especialmente em uma data simbólica para as artes cênicas.


A realização é da Diana Fontes Direção e Produção Cultural, com patrocínio do Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria Estadual de Cultura, Lei Câmara Cascudo, Rio Center e Dore. A ação conta ainda com a parceria cultural da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, através da Secretaria Municipal de Cultura.

EX-GOVERNADOR INELEGÍVEL - TSE condena Cláudio Castro e ex-governador fica inelegível até 2030 . Ex-governador do Rio disse que vai recorrer da decisão

 


Por 5 votos a 2, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (24) condenar o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022.

Castro disse que irá apresentar recurso contra a decisão. 

Com a decisão, Castro ficará inelegível pelo prazo de oito anos, a contar do pleito de 2022. Dessa forma, o ex-governador deve ser impedido de disputar eleições até 2030. 

Ontem (23), ele renunciou ao mandato e anunciou que é pré-candidato ao Senado nas eleições de outubro.

A saída ocorreu em função do prazo eleitoral para desincompatibilização. Pela regra, Castro precisava deixar o governo estadual seis meses antes das eleições para se candidatar a outro cargo.

Acusação 

O TSE julgou um recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE)  para reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio de 2024, rejeitou a cassação do mandato e absolveu o ex-governador e os outros acusados no processo que trata de supostas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)

O MPE afirmou que Castro obteve vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários, sem amparo legal, e na descentralização de projetos sociais para enviar recursos para entidades desvinculadas da administração pública do Rio.

De acordo com a acusação, a descentralização de recursos ocorreu para fomentar a contratação de 27.665 pessoas, totalizando gastos de R$ 248 milhões. 

Julgamento

A inelegibilidade foi definida no processo no qual o TSE derrubou a decisão da Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, que rejeitou a cassação do mandato de Castro e a consequente declaração de inelegibilidade.

Os votos pela condenação foram proferidos ao longo de várias sessões para decidir o caso.

Votaram pela inelegibilidade os ministros Maria Isabel Galotti, Antonio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Cármen Lúcia.

Cármen Lúcia

Durante o julgamento, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, disse que o Judiciário voltou a julgar “práticas gravíssimas” cometidas por representantes dos eleitores do Rio.  

"Quero dar início [ao voto], no meu caso, com minha tristeza, mais uma vez, estarmos a votar um caso de práticas gravíssimas praticadas por governantes, que receberam do bom povo do Rio de Janeiro, a incumbência  de representá-lo, e que de novo se vê com um julgamento a desmerecer aquela belíssima terra", afirmou.

Votos divergentes

O ministro Nunes Marques proferiu o primeiro voto contra a inelegibilidade de Castro. Segundo o ministro, não ficou comprovado o uso eleitoreiro das contratações pelo ex-governador.

Marques entendeu que não houve impactos negativos nas campanhas dos demais concorrentes na eleição.

"A candidatura dos recorridos, que alcançou a vitória no primeiro turno, obteve 58,67% dos votos, tendo conquistado mais que o dobro dos votos do segundo colocado. Foram 4.930.288 votos contra 2.300.980 votos", afirmou.

Em seguida, André Mendonça também divergiu e entendeu que não houve participação direta de Castro nas irregularidades.

"Embora tenha colhido os dividendos eleitorais, o que de fato justificaria a cassação, caso não tivesse havido a renúncia ocorrida na data de ontem. Não se aplica a sanção de inelegibilidade", afirmou. 

Defesa 

Durante o julgamento, o advogado Fernando Neves, representante de Castro, disse que o governador apenas sancionou uma lei da Assembleia Legislativa e um decreto para regulamentar a atuação da Ceperj e não pode ser responsabilizado por eventuais irregularidades.

Após o julgamento, Castro publicou uma mensagem nas redes sociais e disse que vai recorrer da decisão.

O ex-governador disse que comandou o estado dentro da legalidade, “com responsabilidade e absoluto compromisso com a população”.

“Após obter acesso ao acórdão, pretendo recorrer e lutar até a última instância para restabelecer o que considero um desfecho justo para esse caso”, comentou.

Outros acusados

O TSE também declarou inelegíveis: Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Ceperj, e o deputado estadual Rodrigo da Silva Bacellar (União), ex-secretário de governo.


O tribunal determinou que os votos recebidos por Bacellar deve ser retotalizados, ou seja, ele deve perder o cargo de deputado. A medida não é imediata porque ainda cabe recurso.


O ex-vice-governador Thiago Pampolha foi condenado ao pagamento de multa.


Fonte: Agência Brasil

PRISÃO DOMICILIAR DE BOLSONARO - Bolsonaro em casa, mas sob controle total: veja as restrições impostas por Moraes Moraes limita visitas, proíbe comunicação e prevê controle no entorno da residência

 


A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro por 90 dias, veio acompanhada de um conjunto de restrições que replicam e, em alguns pontos, reforçam o controle típico do sistema prisional.

O modelo definido pelo magistrado, nesta terça-feira (24) restringe a circulação de pessoas, impede qualquer tipo de articulação externa e estabelece monitoramento constante, com foco em evitar que a residência do ex-presidente se torne um polo político.

Bolsonaro só poderá receber familiares, em dias e horários previamente definidos. As visitas seguirão a lógica do sistema prisional, com encontros permitidos às terças e quintas-feiras e por períodos curtos.

Antes de entrar, todos os visitantes passarão por revista, com proibição expressa de portar celulares ou outros dispositivos de comunicação. A lista de pessoas autorizadas, incluindo profissionais de saúde, funcionários da casa e advogados, deverá ser previamente informada ao STF.

Proibição de comunicação externa

A decisão veda o uso de celular e de qualquer outro meio que permita contato com o exterior. A restrição atinge tanto comunicações diretas quanto indiretas, limitando a atuação política do ex-presidente durante o período de domiciliar.

Na prática, a medida reduz a capacidade de Bolsonaro de participar de articulações ou influenciar o cenário eleitoral enquanto cumpre a pena fora do presídio.

Monitoramento e controle no entorno

Moraes também determinou vigilância presencial na área externa da residência, com base em avaliações da Polícia Federal sobre riscos associados ao caso.

Além disso, ficou proibida a realização de manifestações ou atos em um raio de 1 km do local. A restrição busca evitar a formação de concentrações de apoiadores e reduzir a pressão política sobre o cumprimento da medida.

Acompanhamento médico e risco de revogação

O ministro ainda exigiu o envio de relatórios médicos semanais sobre o estado de saúde do ex-presidente. Esses documentos servirão de base para reavaliar a necessidade de manutenção da domiciliar ao fim do prazo de 90 dias.


A decisão também estabelece que o descumprimento de qualquer uma das medidas cautelares implicará na revogação da prisão domiciliar. Nesse caso, Bolsonaro deverá retornar ao sistema prisional na Papudinha ou, dependendo da condição clínica, permanecer sob custódia hospitalar.


Fonte: Infomoney

terça-feira, 24 de março de 2026

ELEIÇÕES 2026 - URGENTE. CARLOS EDUARDO SERÁ CANDIDATO A SENADOR PELO UNIÃO BRASIL

 


O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo deverá ser confirmado como candidato a senador na chapa encabeçada pelo prefeito de Mossoró Allyson Bezerra. Carlos Eduardo,  também foi cotado para ser o vice de Allyson, mas pesou  para a decisão em favor do deputado  Hermano, o tempo de televisão do partido MDB.  

Carlos Eduardo recebeu o convite e deverá confirmar que concorrerá ao Senado pelo União Brasil.

Com a confirmação de Carlos Eduardo para uma das vagas ao Senado,  a chapa encabeçada pelo União Brasil define os seus candidatos majoritários:  Allyson Bezerra Governador, Hermano Morais  vice e senadores Zenaide Maia e Carlos Eduardo.

A chapa do PL, definiu-se com Álvaro Dias Governador,  Babá Pereira vice e senadores Styvenson Valentim e Coronel Hélio.

Já a chapa encabeçada pelo PT vai de Cadú Xavier governador, Larissa Rosado (a mais cotada) vice, e senadores Samanda Alves e Jean Paul.


As chapas vão se definindo para as eleições de 2026.

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