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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

SÃO GONÇALO - São Gonçalo realiza Desfile Cívico-Cultural 2026 nesta sexta-feira (4) com destaque para o Galo Branco de Dona Neném

 


A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante realiza, nesta sexta-feira (4), o Desfile Cívico-Cultural 2026, reunindo escolas, bandas marciais, forças de segurança, instituições e secretarias municipais em uma grande celebração da educação, da cultura e da cidadania. Com o tema “São Gonçalo Conectado – Saberes que transformam o presente e constroem um futuro sustentável”, o desfile terá concentração a partir das 15h, na Rua Vereador Aildo Mendes.






A programação começa oficialmente às 16h, seguindo pela Rua Alexandre Cavalcanti até a Praça Senador Dinarte Mariz, no Centro. Ao todo, o evento contará com a participação de 22 escolas da rede municipal, três instituições particulares de ensino, 22 bandas e 14 secretarias municipais, além de grupos e instituições convidadas.

A programação será organizada em três grandes blocos: Cívico, Cultural e das Secretarias e Órgãos Municipais. A abertura contará com a Banda Municipal de São Gonçalo do Amarante (BAMUSGA) e porta-bandeiras. 

O bloco cívico terá ainda a presença da Guarda Municipal, Polícia Militar, Exército Brasileiro, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF), CPRE, bombeiros civis, escoteiros e bombeiros mirins. No bloco cultural, as escolas levarão para a avenida apresentações relacionadas à educação, cultura, memória, tecnologia, sustentabilidade, identidade e aos saberes populares. Também estarão representadas iniciativas da Educação, como São Gonçalo Aprende Mais, Cultura 10, Selo UNICEF e Busca Ativa Escolar.

Entre as instituições particulares confirmadas estão o Jardim Escolar Pedacinho do Céu, Jardim Escolar Aprendendo a Viver e Educriarte. As bandas participantes são de São Gonçalo do Amarante e de municípios convidados, como Macaíba, Natal e Parnamirim.

O terceiro bloco contará com representantes de 14 secretarias municipais, apresentando à população diferentes áreas de atuação da gestão pública.

O Desfile Cívico-Cultural integra escolas, famílias, instituições e comunidade, valorizando a história e a cultura de São Gonçalo do Amarante e, nesta edição, propondo uma reflexão sobre como educação, conhecimento, tecnologia e sustentabilidade podem contribuir para a construção do futuro do município.


SERVIÇO:

Desfile Cívico-Cultural 2026

Data: sexta-feira, 4 de setembro

Concentração: a partir das 15h, na Rua Vereador Aildo Mendes

Início do desfile: 16h

Percurso: Rua Vereador Aildo Mendes → Rua Alexandre Cavalcanti → Praça Senador Dinarte Mariz, Centro.

ELEIÇÕES BRASIL - FLÁVIO BOLSONARO PEGO NA MENTIRA MAIS UMA VEZ. EM OUTROS TEMPOS, CANDIDATURAS CERCADAS POR QUALQUER DENÚNCIA, NÃO TINHAM NENHUM APOIO POPULAR.

 


A polarização e o fanatismo criaram na política brasileira um monstro capaz de manter uma candidatura cercada de mentiras e envolvimento com o imoral e ilícito.

O caso Banco Master do golpista Vorcaro escancarou mais uma vez um esquema entre essa figura e o candidato Flávio Bolsonaro com a remessa de milhões de reais para um filme, mais caro até que indicados ao Oscar. Um filme e familia Bolsonaro bancado com dinheiro público lavado dos Estados e políticos ligados ao PL. Flávio Bolsonaro, que dizia nem conhecer Vorcaro, recebeu milhões de reais e ainda permanece candidato e pontuando com cerca de 30% dos votos.

Sem dúvida, é vergonhoso que estamos nesse nîvel tão baixo na política: uma familia Bolsonaro que vive de mentiras, golpes, tramas, enriquecimento ilícito, crimes e mais crimes, devidamente comprovados e ainda assim ter grande parcela da população apoiando como sendo a maior força de oposição à Lula.

Em  eleições mais antigas, qualquer deslize de um candidato seria o fim, mas aqui no Brasil ultimamente, a polarização e o fanatismo pelo que há de pior na política, mantém numa disputa um candidato   envolvido crimes de toda natureza.

Resta a Lula, vencer a eleição para salvar esse país desta família que nada de bom fez ao Brasil.

É preciso enterrar o bolsonarismo pelo bem do Brasil. Precisamos de disputas com candidatos limpos e debatendo programas e planos para o bem da nossa Nação.

É vergonhoso, eleitores defendendo uma candidatura como a de  Flávio Bolsonaro, um mentiroso contumaz.

Após a reeleição de Lula, será que essa familia Bolsonaro ainda continuará tentando enrolar milhões de brasileiros? Precisamos que os  partidos apresentem candidatos sérios e limpos.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

ELEIÇÕES RN - Pesquisa Qualittá/RN Hoje aponta Allyson à frente na disputa ao Governo do RN com 40,1% dos votos, na estimulada

 



O candidato Allyson Bezerra (União Brasil) está à frente na disputa ao Governo do RN na pesquisa Qualittá/Portal RN Hoje, divulgada nesta terça (1°). O levantamento revela tanto no cenário espontâneo quanto no cenário estimulado.

Na estimulada, quando os candidatos são apresentados ao eleitorado, Allyson atinge 40,1% da preferência popular. Em seguida, aparecem Cadu de Lula (PT) com 19,4%, e Álvaro Dias (PL) com 18,3%. Logo após, Robério Paulino (PSOL) e Dário Barbosa (PSTU) aparecem empatados com 0,5%, cada. O índice de indecisos surge com 12,2%, e os votos brancos ou nulos somam 9,0%.

Na espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Allyson surge com 28,8% das citações dos eleitores. Cadu de Lula aparece em segundo colocado com 13,1%, enquanto Álvaro Dias registra 11,8% das lembranças do eleitorado potiguar. Robério Paulino soma 0,3%. A parcela de eleitores que não sabem ou não responderam atinge 39,6%, enquanto votos brancos e nulos somam 6,4%.

Na análise sobre a rejeição, a pesquisa apontou que Cadu de Lula aparece com 24,9% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Álvaro Dias vem em seguida, com 17,1%. Os demais candidatos listados são: Allyson Bezerra (7,8%); Robério Paulino (5,5%); e Dário Barbosa (4,3%). Votos brancos e nulos somam 14,8%, enquanto 25,6% não souberam ou não responderam.

A pesquisa Qualittá/RN Hoje foi realizada entre os dias 27 e 31 de agosto de 2026, com 1.200 pessoas entrevistadas em 30 municípios do Rio Grande do Norte. A margem de erro de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento tem registro na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-06751/2026.


Fonte: blogdocyrillo

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

FUTEBOL - SÉRIE D . ABC sai na frente, sofre empate após falha do goleiro e é eliminado na Série D. A partida aconteceu na tarde deste domingo (30), na Arena das Dunas, em Natal.

 


O ABC empatou pelo placar de 1 a 1 contra a equipe do Uberlândia/MG, no segundo jogo da semifinal do Campeonato Brasileiro da Série D. A partida aconteceu na tarde deste domingo (30), na Arena das Dunas, em Natal.

O Alvinegro começou ganhando o jogo, com o gol de Jhosefer, após cruzamento de Wallysson. Com o placar agregado empatado, o time potiguar foi para o ataque.

Após perder a bola, o clube mineiro puxou um contra-ataque. Tomás Bastos decidiu arriscar de longe e marcou o gol de empate para o Uberlândia. O atleta contou com a sorte, pois o goleiro abecedista, Matheus Alves falhou.

Com o empate, o Uberlândia está na final do Campeonato Brasileiro da Série D. A decisão será contra o Asa/AL.

Mesmo não se classificando para a final, o ABC conseguiu o acesso à serie C, principal objetivo da temporada. Caso o ABC tivesse a classificação, poderia disputar o título e sendo campeão, disputaria a Copa do Brasil, a partir da terceira fase.

Infelizmente, falta de sorte nesse jogo. Com o América a falta de sorte foi bem mais cruel ao perder nos pênaltis e continuar mais uma temporada na série D. O América tem a triste marca de ser a equipe que mais jogou a série D.

O ABC está de parabéns pelo acesso à serie C, poderia ir mais além, porém futebol é assim mesmo com sorte ali, azar aqui e por aí vai.



Fonte:  Com algumas informações da Tribuna do Norte.

Foto: Júnior Santos

sábado, 29 de agosto de 2026

LIMITE - Lei do Silêncio muda de vez no Brasil e regra das 22h deixa de existir. Municípios possuem competência para criar regras.

 


Uma regra conhecida por milhões de brasileiros não funciona exatamente como muita gente imagina. Bares, restaurantes, casas de shows e eventos não são obrigados, em todo o país, a desligar a música ou fechar as portas quando o relógio marca 22h.

Na prática, não existe uma única Lei do Silêncio nacional determinando que qualquer atividade sonora precisa terminar nesse horário. As regras mudam conforme a cidade, o zoneamento, o tipo de estabelecimento, o período do dia e a intensidade do ruído.

Isso significa que um bar pode continuar funcionando depois das 22h e até manter música, desde que tenha autorização e respeite os limites estabelecidos para aquela região. Shows, festas e grandes eventos também podem avançar pela noite quando possuem o licenciamento necessário.

Por outro lado, isso não representa uma liberação do barulho. Um estabelecimento pode cometer uma infração até mesmo durante a tarde se ultrapassar os níveis permitidos ou perturbar o sossego da vizinhança.

Lei do silêncio 

Durante anos, ficou popular a ideia de que a chamada Lei do Silêncio começaria obrigatoriamente às 22h em qualquer cidade brasileira. Porém, a legislação funciona de outra maneira.

Municípios possuem competência para criar regras de uso e ocupação do solo, definir zoneamentos, estabelecer horários de funcionamento e regulamentar atividades que provoquem impacto na vizinhança. Além disso, diferentes cidades trabalham com faixas de horário e limites próprios para controlar a emissão de ruídos.

Portanto, chegar às 22h não significa que todos os estabelecimentos precisam fechar. O horário pode simplesmente marcar a entrada em uma faixa com limite sonoro mais rigoroso

Música após as 22h

Um restaurante pode atender clientes durante a madrugada. Da mesma forma, uma casa noturna pode realizar apresentações musicais após as 22h. Para isso, entretanto, o estabelecimento precisa cumprir as regras municipais.

A Prefeitura pode exigir alvará específico, tratamento acústico, controle do volume, fechamento de portas e janelas, equipamentos limitadores e outras medidas. Assim, horário de funcionamento e autorização para emitir som são duas questões diferentes.

Um bar pode ter autorização para permanecer aberto até 2h, por exemplo, mas precisar reduzir o volume da música muito antes disso.

Também pode acontecer o contrário: um espaço destinado a eventos pode receber autorização específica para realizar um show durante a noite, desde que cumpra as condições determinadas pelos órgãos responsáveis.

Barulho excessivo

A ideia de que qualquer pessoa pode fazer barulho sem preocupação antes das 22h também está errada.

O artigo 42 da Lei das Contravenções Penais trata da perturbação do trabalho ou do sossego alheios. Entre as situações previstas estão gritaria, algazarra, exercício de atividade incômoda ou ruidosa em desacordo com as regras e abuso de instrumentos sonoros.

O dispositivo não estabelece que a perturbação só existe depois das 22h. Consequentemente, uma festa com volume excessivo às 15h pode provocar denúncia e atuação das autoridades.

O mesmo vale para bares, oficinas, academias, casas de festas, igrejas, estabelecimentos comerciais e outras atividades capazes de produzir ruído.

Por isso, o relógio sozinho não determina se existe ou não irregularidade.

Bairro pode mudar regra

O endereço do estabelecimento tem um peso cada vez maior na fiscalização. Uma casa noturna localizada em região preparada para atividades comerciais e de entretenimento pode enfrentar regras diferentes das aplicadas a um bar instalado no meio de uma área residencial.

Além disso, regiões próximas a hospitais, escolas, creches, asilos e unidades de saúde podem receber proteção maior.

Durante uma fiscalização, agentes podem analisar o nível do ruído, o horário, o zoneamento, o isolamento acústico, a localização das caixas de som e as condições estabelecidas no licenciamento.

Também entram nessa avaliação as características do entorno. Dessa maneira, duas atividades semelhantes podem enfrentar limites diferentes por estarem instaladas em bairros com características distintas.

Pólos gastronômicos

A discussão também coloca em evidência uma tendência das grandes cidades: separar regiões residenciais de áreas destinadas à gastronomia, turismo, comércio e entretenimento.

Em vez de determinar um único limite para todo o município, a legislação pode estabelecer condições próprias para determinados bairros ou corredores comerciais.

Isso permite, por exemplo, que uma região repleta de restaurantes receba regras compatíveis com sua atividade econômica.

Mesmo assim, os estabelecimentos continuam obrigados a controlar o ruído.

Uma flexibilização de horário não significa autorização para colocar caixas de som em qualquer volume ou ignorar moradores do entorno.

O caso demonstra que permitir o funcionamento de um estabelecimento à noite não significa liberar qualquer nível de ruído.

Mais uma vez, as 22h representam principalmente uma mudança de faixa sonora. Elas não criam uma ordem automática para que todos os bares da capital fechem as portas.

Madrugada 

Shows e eventos podem avançar pela madrugada desde que tenham autorização. Shows, festivais, casamentos, festas e outros eventos podem receber licenças que permitem atividades depois das 22h.

Dependendo do município e do tamanho do evento, os organizadores podem precisar apresentar documentos relacionados ao impacto sonoro, segurança, trânsito, capacidade de público e estrutura.

A Prefeitura também pode estabelecer um horário máximo para encerramento. Em eventos maiores, os responsáveis ainda podem ter que controlar o som durante toda a apresentação.

Caso ultrapassem os limites ou descumpram as condições da autorização, os organizadores podem receber multa e até sofrer interrupção do evento.

Paredões e festas clandestinas

Nenhuma dessas regras significa liberação para paredões, festas clandestinas ou eventos sem autorização. As flexibilizações discutidas por municípios geralmente alcançam atividades regularizadas e áreas específicas.

Quem usa equipamentos sonoros de maneira abusiva continua sujeito às legislações municipais e às demais normas aplicáveis.

Dependendo da situação, autoridades podem aplicar multas, apreender equipamentos, interditar estabelecimentos e adotar outras medidas.

Portanto, uma eventual mudança favorável a bares de um polo gastronômico não transforma bairros residenciais em áreas liberadas para festas durante toda a madrugada.

Condomínios

Existe ainda outra diferença importante. Mesmo quando a prefeitura permite determinada atividade, condomínios podem estabelecer regras internas para seus moradores.

Convenções e regimentos podem definir horários para festas, obras, utilização do salão, mudanças e outras atividades capazes de incomodar os vizinhos.

Por isso, estar dentro do limite municipal não elimina automaticamente uma eventual infração às regras internas do condomínio.

A regra das 22h acabou?

As 22h vão continuar aparecendo na legislação de várias cidades como referência para separar períodos com diferentes limites de ruído.

O que não existe é uma Lei do Silêncio nacional determinando que todos os brasileiros devem desligar aparelhos sonoros ou que bares, restaurantes, shows e festas precisam acabar exatamente às 22h.

Em algumas cidades, o período noturno começa às 22h. Em outras, começa antes. Municípios também podem criar critérios diferentes conforme o bairro e o tipo de atividade.

Assim, bares e restaurantes podem continuar atendendo depois das 22h e eventos podem avançar pela noite quando estiverem devidamente autorizados. Porém, os responsáveis continuam obrigados a respeitar os limites de ruído, o zoneamento, o alvará e as regras municipais.

A mudança mais importante, portanto, está na forma de entender a Lei do Silêncio: 22h não representa uma proibição automática em todo o Brasil. O que determina se o som pode continuar é a legislação de cada cidade, o local, o volume produzido e a autorização concedida para aquela atividade.


Fonte: A Tarde

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