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sábado, 29 de abril de 2023

SÃO PAULO - APLICATIVO DA PREFEITURA MOBIZAP SP. Motoristas afirmam: taxa de manutenção fixa de 10,95% e segurança são os diferenciais do mobizapSP

 


Parceiros que utilizam o app falam sobre suas experiências e potencial do aplicativo

O mobizapSP, aplicativo de mobilidade urbana da Prefeitura de São Paulo e Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito, tem como objetivo oferecer preços mais justos aos passageiros e maior remuneração aos motoristas. O app, atualmente, conta com mais de 55 mil motoristas e mais de 154 mil passageiros cadastrados. Pensando nisso, três motoristas, Erison Nunes, Alexandre Gonçalves e Lilian Cristina Moreira foram convidados para contar como se sentem trabalhando com a plataforma. 

Um levantamento do mobizapSP indica que, em 80% das viagens, o preço no app é o mais em conta do mercado, sendo um benefício para os passageiros. No entanto, motoristas também ganham com o aplicativo. Eles afirmam que a taxa de administração fixa de 10,95% contribui para uma maior remuneração, sendo um diferencial no setor. “Acho o mobizapSP excelente. Por ter uma taxa fixa e pequena, é possível ter um retorno financeiro melhor e mais alto. Além disso, tem toda a questão da segurança que faz com que eu me sinta confiante para atuar com a plataforma”, ressalta Lilian Cristina Moreira, motorista de aplicativo há seis anos. Sem a tarifa dinâmica, os motoristas parceiros recebem 89% do valor de uma corrida. 

No Brasil, segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o número de motoristas de apps no final de 2021 era de 1,5 milhão. A quantidade saltou para 1,7 milhão no terceiro trimestre de 2022. Com essa crescente, o mobizapSP sabe da importância de aprimorar seus recursos e segurança e ao longo de todo o projeto e execução vários temas nesse sentido foram e ainda são discutidos. 

Segundo Erison Nunes, motorista de apps de transporte individual de passageiros há mais de quatro anos, o diferencial do mobizapSP é a selfie obrigatória para os passageiros, de maneira a garantir a segurança dos envolvidos. “A selfie nos dá mais segurança, pois nos ajuda na identificação do usuário, o que nos deixa mais tranquilos durante toda a viagem”, explica. 

Alexandre Gonçalves, motorista desse tipo de serviço há mais de seis anos, também reforça que os recursos de segurança da plataforma são os que mais chamam a atenção: “Um dos motivos que me faz atuar por meio do mobizapSP é a segurança. Além disso, o app busca ajudar tanto os motoristas como os passageiros, o que é um super diferencial. Sentimos que todos os lados ganham e isso é extremamente importante para democratização desse serviço”, comenta. 

Para se tornar um parceiro do mobizapSP, é preciso instalar a versão “mobizapSP Motorista” em smartphones com sistemas operacionais Android e iOS, e enviar as informações pessoais para a validação dos dados. O retorno sobre o cadastro pode levar até 10 dias úteis. Já para os usuários que desejam se cadastrar, é necessário baixar o aplicativo “mobizapSP Passageiro”, que está disponível também para Android e iOS. Após essa etapa, será preciso preencher algumas informações, como nome completo, número de telefone, e-mail e enviar uma selfie. 

Sobre o mobizapSP

O mobizapSP é um aplicativo de mobilidade urbana, que oferece benefícios para a população. Com o objetivo de garantir mais segurança e preços justos a motoristas e passageiros, é a única plataforma administrada pela gestão pública (Prefeitura de São Paulo). O mobizapSP conta com taxa fixa de administração de 10,95% para o motorista, monitoramento de todos os veículos em tempo real, e não tem a tarifa dinâmica para o passageiro.  O mobizapSP pode ser acessado via aplicativo disponível para Android e iOS.


ARTIGO - Combate ao bullying e à violência na escola

 


*Carla Lyra Jubilut

Recentemente, os episódios de ataques e agressividade em colégios vêm alertando a urgência em se debater sobre bullying e violência na comunidade escolar. É considerado bullying qualquer perseguição, agressão e/ou violência, seja física, verbal ou psicológica, realizada com frequência. Casos pontuais, ou seja, que foram realizados apenas uma vez, apesar de graves, não são classificados como bullying por não apresentarem uma recorrência.

No final de março, um relatório da APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) apontou que 48% dos estudantes e 19% dos professores das escolas públicas do Estado de São Paulo afirmam ter sofrido algum tipo de violência. Um número muito alto como este reforça a necessidade de se tratar e combater as causas para que o ambiente escolar consiga inibir a prática. 

Quando acontece uma situação de bullying na escola, é preciso reconhecer a raiz da situação. Aproximar as famílias dos envolvidos e dialogar com os alunos contribui para criação de um espaço aberto e acolhedor. Os estudantes se sentem confortáveis e protegidos ao buscarem ajuda, criando por sua vez uma relação de confiança e acolhimento, algo que é fundamental para atender estudantes que precisam de um espaço de escuta atenta e ativa.

Com a intenção de prevenir o bullying no ambiente escolar, a conduta é trazer esse assunto e notícias relacionadas em todos os ciclos de ensino. Nos anos iniciais do Fundamental, por exemplo, pode-se debater sobre o que é; já nos anos finais, deixar os estudantes terem acesso a notícias ligadas ao tema e promover rodas de conversas entre eles. No Ensino Médio, a sugestão é estimular debates nas aulas e compartilhar com os adolescentes todas as consequências, tanto para quem causa, quanto para a vítima. Para além dos muros da escola, convidar e aproximar as famílias e os responsáveis por meio de debates e esclarecimento de situações também é válido. Vale lembrar que, para muitas pessoas, ainda é preciso ensinar o que é e como configura o bullying. 

Portanto, se alguma prática for identificada dentro da escola, a conversa tem que ser aberta imediatamente às famílias dos envolvidos para que o gatilho e os motivos que levaram o estudante a tomar determinada atitude seja revelada e logo tratada. Há situações em que se pode consultar especialistas, se for preciso, para solucionar os casos mais complexos. A correção do agressor deve ser feita com educação e as medidas de prevenção passam por ações que buscam manter um ambiente respeitoso, que começam por sua vez com a criação de uma cultura de comunicação não-violenta. O caminho para isso é ensinar sobre diversidade, respeito e principalmente ser uma comunidade escolar inclusiva.

*Carla Lyra Jubilut é Arte-educadora, Comunicadora Social e Pedagoga.

Especialista em Metodologias Ativas e Psicopedagogia pelo Instituto Singularidades, Coordenadora Pedagógica na Escola Luminova Vila Prudente,  no Ensino Fundamental I, 6ºs e 7ºs anos, e  Advocate e Mentora do Global Schools Program - First Cohort - um programa da Unesco que defende a implementação dos ODS na comunidade escolar.



PESQUISA - EMPREGADAS DOMÉSTICAS - No mês em que se comemora o Dia da Empregada Doméstica, Maria Brasileira divulga pesquisa com colaboradoras da rede

 


Maior franquia de limpeza residencial e empresarial do país conta com 9 mil cadastros ativos de profissionais em sua base

Comemorado em 27 de abril, o Dia da Empregada Doméstica carrega um simbolismo importante de reconhecimento para a classe de trabalhadoras. O Brasil, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), soma mais de 5,2 milhões de mulheres na profissão. Na Maria Brasileira, maior rede de limpeza residencial e empresarial do país, atualmente são 9 mil profissionais de limpeza parceiras ativas na base da marca. A franquia lançou recentemente uma pesquisa interna que aponta dados importantes sobre as profissionais, como a faixa etária, objetivos de vida e realizações conquistadas por meio do trabalho doméstico.

O estudo foi realizado com profissionais parceiras da rede com idade média entre 37 e 56 anos, e apontou que 60% já  trabalhou em outra função, principalmente como cozinheira (9,7%), atendente (8,2%) e vendedora (8,2%). “A pesquisa é uma importante ferramenta para nos nortear sobre como nossas facilitadoras enxergam a profissão e o que almejam realizar. O dado de que 48,1% delas já alcançou algum sonho ou conquistou algo que desejava muito é a prova de que estamos no caminho certo em pensar ações que beneficiem cada vez mais as profissionais”, afirma o CEO e cofundador da rede, Felipe Buranello.

A pesquisa também indica os objetivos de vida das entrevistadas. Pagar as contas lidera o ranking com 15,9%, seguido da aquisição de meio de transporte (14,6%) e reformas em imóveis (13,4%). Ao todo, cerca de 72% possuem dependentes e 53,5% têm automóvel. 

Presente em todos os estados brasileiros e prestes a celebrar uma década no franchising, a Maria Brasileira ganhou destaque no mercado em 2013, junto com a PEC das domésticas (PEC 66/2012), momento no qual as trabalhadoras passaram a ter seus direitos trabalhistas reconhecidos e o boom no setor trouxe destaque para elas, alavancando empresas especializadas no segmento. "A Maria Brasileira tem muito orgulho de cada uma de suas trabalhadoras, fazendo questão de nomeá-las como profissionais de limpeza, título que enaltece a real importância do trabalho delas para a sociedade e por tudo que representam. Como empresa, proporcionamos a elas todo cuidado, orientação, treinamento e acompanhamento para essa evolução pessoal e profissional", conclui o CEO.

Atualmente a Maria Brasileira conta com 458 operações e a pesquisa foi realizada com as 341 profissionais de limpeza parceiras da marca.

Sobre a Maria Brasileira

Criada em 2012, a Maria Brasileira é a maior rede de franquias de limpeza residencial e empresarial do país. Com mais de 80 mil atendimentos por mês, está presente em todos os estados do Brasil com mais de 450 unidades,  oferecendo serviços de limpeza residencial, limpeza empresarial, passadeira, limpeza pós-obra e sanitização. 

sexta-feira, 28 de abril de 2023

AS ALERGIAS - VEJA OS TIPOS - ALIMENTOS - REMÉDIOS -TRATAMENTO A alergia a camarão está entre as mais comuns no Brasil. A intolerância do organismo à ingestão do alimento pode causar reações violentas no corpo e até levar à morte.

 


Foi o que aconteceu com Yan Brendo da Redinha que morreu aos 27  anos na quarta-feira (26) após ter uma reação alérgica ao comer um bolinho de camarão.

Em Goiás, uma jovem de 25 anos ainda se recupera após ficar internada em estado grave depois de cheirar pimenta.

Mas o que é a alergia alimentar? É uma resposta exagerada do sistema de defesa do corpo a alguma substância. O sistema imunológico confunde um alimento específico com invasores e produz anticorpos contra ele. Essa resposta do organismo pode desencadear uma série de reações.

Abaixo, saiba mais sobre as causas, reações e tratamentos indicados

 O que provoca a alergia?

A alergia surge quando há intolerância do organismo a alguma substância, como um alimento específico, pólen, medicamento ou veneno de insetos, entre outros.

**Quais são as reações alérgicas?

O contato pode causar, em minutos, reações violentas no corpo, como:

edema de glote (inchaço repentino na garganta, impedindo a passagem de ar para os pulmões);

choque anafilático (reação alérgica

grave que surge em poucos segundos, causando sintomas como coceira, inchaço da boca, língua e rosto);

vômitos;

diarreias;

convulsões; e

Morte

Por que temos reações?

As reações ocorrem porque o sistema imunológico confunde substâncias inofensivas, como alimentos, picadas ou até mesmo o látex da borracha, com invasores.

Assim, anticorpos tentam destruí-los e, quando a pessoa alérgica faz novos contatos com esses agentes, os anticorpos reconhecem a substância e a atacam.

Uma pesquisa mostrou que 92% das pessoas que morreram por alergia (anafilaxia) tinham conhecimento do problema, mas achavam que um pouco de contato não faria mal.

A morte nestes casos ocorre por falta de tratamento adequado e imediato. A gravidade de uma futura reação alérgica é imprevisível.

Diagnóstico e tratamento

Para cada tipo de alergia há um tipo de tratamento.

Expor o alérgico à substância que causa alergia pode funcionar em alguns casos com acompanhamento médico e tratamento correto.

O diagnóstico correto é o melhor caminho para evitar as reações, pois conhecendo o "inimigo" fica mais fácil combatê-lo ou evitá-lo.

O diagnóstico pode ser dado por um médico alergista, que vai investigar o histórico e fazer um exame na pele ou de sangue para confirmar a presença de anticorpos que provocam a reação alérgica.

Alergia a alimentos

Na alergia alimentar, o sistema imunológico produz anticorpos e libera histamina em resposta a um alimento específico.

Qualquer alimento pode causar uma reação alérgica, mas os principais vilões são: ovos, leite, amendoim, frutos do mar, soja e gergelim.

No Brasil, os dois alimentos que mais causam alergia são o leite e o camarão.

Animais como o camarão, a lula e o mexilhão têm um antígeno na formação do tecido que dispara essa reação. O mesmo antígeno está presente nos ácaros, então quem tem alergia respiratória a poeira fica mais predisposto à reação alimentar também, segundo a especialista.

A alergia alimentar começa, geralmente, na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. Muitas crianças se livram das alergias conforme envelhecem, mas algumas alergias podem durar a vida toda

O único tratamento comprovadamente eficaz para alergia alimentar é evitar o alimento desencadeador.

No caso de uma crise alérgica, uma das possibilidades, a depender de cada situação, é a aplicação de uma injeção de adrenalina em um músculo, geralmente no músculo lateral da coxa, para conter as reações.



Alergia a medicamentos

A alergia a medicamentos é uma manifestação de hipersensibilidade do sistema imunológico, o corpo reage a componentes que não deveriam ser nocivos ao organismo.

O primeiro passo é interromper o uso do remédio suspeito de causar a reação, daí, o alergista pode prescrever um substituto de princípio ativo diferente.

Os sintomas da alergia aos medicamentos podem variar de urticária (irritação que causa coceira na pele) a choque anafilático (reação alérgica grave). Diarreia, vômitos, dores em locais diversos e edema (inchaço) nos lábios e nos olhos também podem ocorrer.

Antibióticos e anti-inflamatórios são os remédios que mais causam alergias.

Alergia a abelha, vespa e formiga

A reação alérgica grave à picadas de abelhas ou vespas pode surgir rapidamente após a primeira ferroada, geralmente em apenas 5 minutos.

Os sintomas de reação alérgica são: urticárias, inchaço nos lábios e olhos, hipotensão (queda de pressão), vômitos, rouquidão, dificuldade respiratória, desorientação e perda da consciência.

A anafilaxia ( reação alérgica aguda) pode ocorrer após uma única picada de abelha (e pode matar). Cerca de 3% da população é alérgica ao veneno da abelha e pode desenvolver reações anafiláticas após ferroadas.

O que é o choque anafilático

O choque anafilático é uma reação alérgica extrema que surge poucos segundos, ou minutos, após o contato com uma substância a que se tem alergia, como camarão, veneno de abelha ou alguns medicamentos.

Além dos sintomas da reação anafilática, no choque, a pessoa também tem queda de pressão arterial significativa.

Sintomas do choque:

Dificuldade para respirar com chiado;

Coceira e vermelhidão na pele; Inchaço na boca, olhos e nariz; Sensação de uma bola na garganta;

Dor abdominal, náuseas e vômitos;

Tontura e sensação de desmaio;

Suores intensos;

Confusão ou desmaio.

Devido à gravidade dos sintomas e ao risco aumentado de ficar sem conseguir respirar, é importante iniciar o tratamento o mais rápido possível.


Fonte: G1 

NATAL- REAÇÃO ALÉRGICA - Morador da Redinha, influencer e produtor cultural, de 27 anos morre após comer camarão.

 


Com reação alérgica, Brendo Yan estava internado desde o último sábado, 22, mas teve a morte encefálica confirmada nessa quarta-feira, 26.

 O influenciador digital e produtor Cultural Brendo Yan da Silva, de 27 anos, morreu após uma grave reação alérgica ao comer um bolinho de camarão.

Yan chegou a ser hospitalizado, mas não resistiu e teve a morte encefálica confirmada nessa quarta-feira (26/4).

Trabalhava como assistente administrativo, era casado com Victória Figueiredo, há um ano. 

De acordo com Victória, Brendo comeu bolinhos de mandioca, que foram dados por um vizinho, que não sabia da alergia. Segundo ela, o homem não contou sobre o recheio de camarão e nem o casal perguntou o que havia na comida.

“Saímos pela manhã e à noite, quando chegamos em casa, tomamos banho, estávamos em uma chamada de vídeo com minha mãe e ele deu tchau e saiu da ligação. Quando desliguei, ele já tinha começado a comer o bolinho. Ai perguntei: ‘é o que tem dentro?’ e ele disse que era frango. Eu falei que tinha cheiro de peixe, mas realmente não tinha gosto e nem cheiro de camarão, estava bem desfiado”, relatou a mulher.

Antialérgico

Ainda segundo Victória, Yan começou a se sentir mal e, por isso, tomou um antialérgico em casa. A esposa correu para pedir ajuda aos vizinhos e o jovem colocado em um carro e levado a um pronto-socorro. Já na unidade, teve uma parada e precisou ser reanimado.

Desde sábado (22/4), Brendo Yan ficou intubado e encaminhado à uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No domingo, (23/4), ele foi transferido para o Hospital Memorial, no entanto, a morte cerebral foi confirmada por meio de exames, conforme determina o protocolo.

Inicialmente, Yan  foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento do Pajuçara. Desde o sábado (22), ele ficou intubado em uma UTI. No domingo (23), foi transferido para o Hospital Memorial. No entanto, tomografias confirmaram a morte encefálica do jovem. A repetição dos exames, como determina o protocolo, confirmou o óbito.

O velório de Yan aconteceu  na tarde desta quinta-feira (27/4) no espaço de eventos Nana Banana, na Redinha, com o sepultamento às 16:30h; durante o velório,  amigos, familiares e produtores culturais deram o último adeus ao jovem Yan que desde a sua infância participava dos eventos culturais e posteriormente passou a produzí-los; Yan participou ativamente dos blocos carnavalescos  Vice-versa, A Cobra Coral, quadrilha Cômica Vice-versa e agora em 2023 criou o bloco do Anjinho; realizava festas diversas e também fazia a divulgação de produtos e lojas,  como influencer digital; era filho da liderança comunitária e também produtora cultural Zeza.

O Blog A Cidade através dos seus editores se enluta também como tantos amigos, familiares e produtores culturais; " há 16 anos, quando Yan tinha apenas 11 anos de idade já participava dos blocos que tiveram a participação e apoio dos editores do Blog;   Yan representava um novo nome na defesa do carnaval e dos festejos juninos, um sangue novo na luta pela tradição do nosso carnaval e festejos populares", destacam os nossos editores.


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