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sábado, 6 de agosto de 2022

ELEIÇÕES 2022 - Styvenson confirma que vai disputar governo do Estado

 


Nove candidatos vão disputar as eleições para o governo do Rio Grande do Norte nas eleições de outubro próximo. O número fechou com a confirmação da candidatura do senador Styvenson Valentim, na noite de ontem (5), durante a convenção do seu partido, o Podemos, que ocorreu no na Escola Estadual Maria Ilka de Moura, no bairro Bom Pastor, zona Oeste de Natal. A decisão foi anunciada como ele fez em 2018, no fim do prazo para a homologação de candidaturas. O candidato disse que não vai usar dinheiro público na campanha e dispensou coligações. Afirmou também que não pretende pedir votos. Nem para algum candidato a presidente, nem para ele próprio: “Não vou pedir votos, não, nem para mim. Não peço para ninguém, não”, disse Styvenson. 

Com a indefinição do senador, toda a chapa majoritária só pôde ser definida na mesma ocasião. Sem coligações, o Podemos formou uma chapa puro sangue, tendo a professora e ex-secretária de Educação de Parnamirim, Francisca Henrique, como candidata a vice e para a disputa ao Senado o médico Geraldo Pinho.

Styvenson fez mistério até o último momento e semanas antes chegou a dizer que só sairia candidato se sua mãe deixasse. Apesar dessa declaração ter sido motivo de chacota, o candidato surfou na polêmica e reforçou sua imagem, ganhando mais visibilidade para o pleito. Sobre isso voltou a falar na convenção. "Minha mãe deu carta branca e me disse: faça o que seu coração lhe diz e que Deus lhe guie", contou.

Com isso, veio a confirmação. Ao anunciar a candidatura, Valentim fez um balanço de como ingressou na vida pública e em tom emocionado relembrou sobre o trabalho de revitalização da escola que escolheu para a convenção, quando essa corria o risco de fechar devido a falta de estrutura e evasão. 

"Quando dei minha palavra que iria reconstruir essa escola, não tinha ideia de como iria fazer, mas, de uma forma ou de outra, acreditei. Por aqui comecei a ver que quando uma pessoa acredita e se junta a outras que acreditam, ela consegue", declarou fazendo uma referência ao novo desafio.

Sobre sua entrada na política, frisou que não tinha interesse, tanto que recusou a disputa para a Prefeitura de Natal em 2016. "Em 2018 não tive como evitar a pressão popular. Mesmo não sabendo o que fazer no Senado, eu fui.  Não tenho como negar ao combate. Acharam que eu iria fugir? Que eu ia ter medo? Depende de todos vocês agora", disse ele.

Porém, a campanha não será fácil. A começar pela decisão de não utilizar recursos do fundo eleitoral. “Vou fazer como em 2018. Mais uma vez não foi eu quem procurou a candidatura. O verdadeiro candidato é o povo quem convoca. Nenhum político tem coragem e nem sabe fazer campanha sem dinheiro.  Sozinho? Só com rede social? Desafio qualquer um a fazer isso. A diferença de Styvenson é essa”, garantiu o candidato.

Além disso, o senador dispensa coligações e apoio de outros partidos. “As pessoas são livres, não falo em partido. Cada um é livre para votar em quem quiser. Esse lance de apoio eu não digiro. Apoio é um voto? Se for pra tocar apoio por alguma coisa, não quero não”, enfatizou. 

Assim como não quer apoio de outros partidos, também diz que não vai apoiar candidatos à Presidência da República. “Não peço voto nem para mim, vou pedir pra ninguém não. Podemos não tem candidato à Presidência e se mesmo se tivesse e não me agradasse não teria não. Tenho que me preocupar comigo e com meu estado. Hoje com o que tem disponível, não votaria em nenhum”, disse ao responder se votaria no candidato à reeleição Jair Bolsonaro.

Styvenson Valentim tem 45 anos e é natural de Rio Branco/AC. Chegou em Natal ainda adolescente, onde graduou-se em Direito e se formou oficial da Polícia Militar no final de 2003. Em 2009, já como tenente, passou a exercer suas funções no Comando da Polícia Rodoviária Estadual (CPRE), onde ganhou notoriedade como coordenador da Operação Lei Seca. Em 2018 recebeu 745.827 votos e foi eleito para o Senado Federal.


Fonte: Tribuna do Norte

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

ELEIÇÕES 2022 - Lula reúne apoio de oito partidos, e Bolsonaro, de três; prazo para convenções termina nesta sexta-feira

 

Representatividade de partidos em uma aliança é importante porque se traduz em maior tempo de propaganda no rádio e na TV e mais fundo eleitoral à disposição do candidato.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega ao último dia para a realização de convenções, nesta sexta-feira (5), com o maior bloco partidário na disputa presidencial: além do PT, ele já tem o apoio de outras sete siglas. Já o presidente Jair Bolsonaro (PL) é candidato à reeleição em uma coligação com três legendas.

A representatividade de partidos em uma aliança é importante porque se traduz em maior tempo de propaganda no rádio e na TV e mais fundo eleitoral à disposição do candidato. Também costuma assegurar capilaridade da busca por votos nos Estados.

Na quinta-feira (4), o deputado André Janones (Avante-MG) abriu mão da candidatura à Presidência da República para apoiar Lula. Assim, a candidatura do petista terá o apoio de PSB, Solidariedade, PSOL, Rede, Avante, PCdoB e PV.

Juntas, as legendas e o PT elegeram 130 deputados, 12 senadores e oito governadores em 2018. A bancada na Câmara é o principal critério para a divisão do tempo de propaganda eleitoral na rádio e na TV, o que significa que o petista terá mais exposição midiática do que os concorrentes (veja abaixo).

Bolsonaro conseguiu atrair para sua chapa a adesão do Progressistas e do Republicanos. Em 2018, o PL e as outras duas legendas elegeram 101 deputados, sete senadores e um governador.

A candidata do MDB à Presidência, Simone Tebet, recebeu na quinta-feira o apoio do Podemos — a aliança já contava com PSDB e Cidadania, que indicaram a senadora tucana Mara Gabrilli (SP) para ser candidata a vice. Juntos, os quatro partidos elegeram 82 deputados, seis governadores e 11 senadores há quatro anos.

Soraya Thronicke, cuja candidatura à Presidência foi confirmada nesta sexta-feira pelo União Brasil, conta apenas com o próprio partido. A sigla, resultado da fusão entre PSL e DEM, elegeu 81 deputados, oito senadores e cinco governadores em 2018.

Ciro Gomes — que está em terceiro lugar nas pesquisas — também só tem a própria legenda, o PDT, que elegeu 28 deputados, dois senadores e um governador em 2018. O ex-governador do Ceará ainda não tem candidatura a vice definida, mas já disse que prefere uma mulher para o posto.

A candidatura do PDT só fica na frente, em termos de tamanho, do PTB de Roberto Jefferson, que elegeu 10 deputados federais em 2018; do Novo de Luiz Felipe d’Avila, que elegeu oito deputados; da Democracia Cristã de Eymael, que elegeu um deputado; além do PSTU de Vera Lúcia, do PCB de Sofia Manzano e do Unidade Popular de Leonardo Péricles, que não elegeram congressistas. No caso de Péricles, o seu partido foi oficializado apenas no final de 2019.

Tempo de propaganda estimado dos presidenciáveis por bloco de 12min30s

Para presidente da República, a propaganda eleitoral gratuita deverá ser transmitida às terças, quintas-feiras e aos sábados, das 7h às 7h12m30 e das 12h às 12h12m30 no rádio; das 13h às 13h12m30 e das 20h30 às 20h42m30 na televisão.


Lula (PT, PCdoB, PV, Solidariedade, PSB, Rede, PSOL, Avante e Pros) - 3min12seg

Jair Bolsonaro (PL, Progressistas e Republicanos) - 2min40seg

Simone Tebet (MDB, PSDB, Podemos e Cidadania) - 2min16seg

Soraya Thronicke (União Brasil) - 2min7seg

Ciro Gomes (PDT) - 50seg

Roberto Jefferson (PTB) - 20seg

Luiz Felipe d'Ávila (Novo) - 19seg

Eymael (Democracia Cristã) - 8,3seg

Vera Lúcia (PSTU) - 6,8seg

Sofia Manzano (PCB) - 6,8seg

Leonardo Péricles (UP) - 6,8seg


Fonte: Gazeta Zero Hora.

PISO NACIONAL ENFERMAGEM - Bolsonaro sanciona projeto que fixa piso salarial para enfermeiros, técnicos, auxiliares e parteiras.

 


Texto aprovado pelo Congresso prevê mínimo de R$ 4.750 para enfermeiros. Presidente vetou trecho que previa correção anual dos valores de acordo com a inflação.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com um veto, a lei que fixa pisos salariais para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. O ato foi publicado nesta sexta-feira (5) no "Diário Oficial da União" (DOU).

O texto do projeto, aprovado pela Câmara e pelo Senado, fixou em R$ 4.750 o piso nacional de enfermeiros dos setores público e privado, valor que serve de referência para o cálculo do mínimo salarial de técnicos de enfermagem (70%), auxiliares de enfermagem (50%) e parteiras (50%).


Enfermeiros: R$ 4.750

Técnicos de enfermagem: R$ 3.325

Auxiliares de enfermagem: R$ 2.375

Parteiras: R$ 2.375

O texto aprovado pelo Congresso determinava que os pisos seriam atualizados anualmente com base na inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). No entanto, esse trecho foi vetado por Bolsonaro.

Segundo a Secretaria-Geral da presidência, o trecho foi vetado por ser inconstitucional e contrário ao interesse público.

Entre os argumentos apresentados pela Secretaria-geral-Geral da presidência, está que a correção anual dos valores em relação a inflação "afrontaria a autonomia dos entes federativos para concederem os reajustes aos seus servidores".

Com relação à violação ao interesse público, a pasta informou que a vinculação do reajuste à inflação poderia gerar "dificuldades à política monetária", pois transmitiria "a inflação do período anterior para o período seguinte", e poderia aumentar a dificuldade para reduzir a inflação.

O piso salarial entrará em vigor imediatamente após a publicação, sendo assegurada a manutenção das remunerações e salários vigentes superiores ao piso.

O projeto foi sancionado por Bolsonaro após deputados e senadores aprovarem uma emenda à Constituição que viabilizou a criação e o pagamento dos pisos para as quatro categorias.

A mudança na Constituição estabeleceu que uma lei federal definiria os pisos nacionais das categorias, o que foi fixado com a lei sancionada por Bolsonaro.

A senadora do RN, Zenaide Maia foi a  relatora do texto que aprovou a PL que fixou o piso para a categoria 



Fonte: G1.

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

ELEIÇÕES 2022 - Janones desiste de candidatura e decide apoiar Lula

 


O até então candidato do Avante à Presidência da República, o deputado André Janones (MG), desistiu oficialmente da candidatura nesta quinta-feira (4) e decidiu apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A um  blog, Janones antecipou na tarde desta quinta-feira a desistência. Disse ainda que quer que seu partido se coligue formalmente com a chapa presidencial encabeçada pelo PT.

Janones e Lula se reuniram na tarde desta quinta-feira (4), em São Paulo. O deputado já tinha indicado que tomaria a decisão de apoiar o ex-presidente.

No encontro com Lula, ficou acertado que Janones vai integrar o núcleo de redes sociais da campanha. Ele obteve popularidade ao realizar transmissões ao vivo durante a greve dos caminhoneiros, em 2018.

Na mais recente pesquisa Datafolha, divulgada na semana passada, Janones marcou 1% nas intenções de voto.

Conquistar o apoio de Janones era um objetivo que a campanha de Lula havia traçado. Lula quer ganhar ainda no primeiro turno. Por isso, considera essenciais os votos que iriam para Janones. Também considera importante o fato de o deputado ser de Minas, o segundo maior colégio eleitoral do país.

O agora ex-candidato do Avante afirmou nos últimos dias que as duas principais condições que colocaria para o ex-presidente Lula em troca do apoio eram: Auxílio Brasil permanente de R$ 600 e mais investimentos no SUS para tratamento de saúde mental.

Histórico

Nascido em Ituiutaba, Minas Gerais, Janones ganhou projeção nas redes sociais ao realizar transmissões ao vivo durante a greve dos caminhoneiros em maio de 2018. No mesmo ano, ele se elegeu como o terceiro deputado mais votado em Minas Gerais, com 178 mil votos.

A candidatura de Janones à presidência pelo Avante foi lançada oficialmente no dia 23 de julho. Em material divulgado durante a pré-campanha, o deputado chegou a dizer dos bem vc poderia ser um “caminho” para evitar uma “eleição do ódio”, na qual os dois principais rivais são Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Antes de chegar ao Avante, Janones passou por três partidos, entre eles o PT. Segundo a certidão de filiação do TSE, o deputado passou pelo PT (2003-2015), PSC (2015-2018) e Democracia Cristã (por uma semana em 2018) e Avante (2018-até o momento).

VEREADOR NIVALDO BACURAU AO LADO DO SECRETÁRIO CARLSON GOME VISITA VARIAS RUAS E LOCAIS DOS BAIRROS DE IGAPO E POTENGI, PARA SOLUCIONAR OS PROBLEMAS DE INFRAESTRUTURA QUE PIORARAM MAIS AINDA COM AS CHUVAS.

 

 O vereador Nivaldo Bacurau esteve na tarde desta quinta-feira (04/08) acompanhado de assessores, engenheiros da SEINFRA e o secretário Carlson Gomes, elencando vários problemas de buracos e bueiros que precisam de reparos urgentes no bairro de Igapó e Potengi.

 Após as recentes chuvas os problemas só vêm se agravando cada vez mais, sendo de suma importância a sua atenção devida, pois em algumas ruas visitadas foi observado a sua gravidade, já que estão praticamente intransitáveis. 

Segundo o secretário da SEINFRA, Carlson Gomes, "as demandas observadas na tarde desta quinta-feira, foram devidamente fotografadas, anotadas e observadas, para que na sequência possam ser adicionadas ao cronograma de execução de operações tapa-buraco na cidade de Natal".

O Vereador afirmou que "continuará sempre vigilante aos problemas da cidade e fiscalizará a execução das suas solicitações."

Vejam fotos de locais visitados.













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