O Senador Cleitinho que liderava com 35% as pesquisas para o governo de Minas Gerais, terminou não conseguindo ser candidato pelo partido Republicanos.
O partido irritado com ele, optou por não lhe dar a legenda, mesmo sendo o favorito. Segundo vários analistas, o Senador era tido como um político sem partido, que após eleito, inclusive deixaria o partido. Segundo o partido, Cleitinho não trabalhou para organizar a nominata e perdeu o timing, ou seja, perdeu a chance por demora, lentidão ou indecisão.
Cleitinho era identificado com a ideologia de direita, mas faz discursos polêmicos que critica inclusive aliados e até do próprio partido.
A sua frase mais famosa é " eu posso até não mudar o sistema, mas o sistema nunca vai me mudar".
Também "Quem não deve, não teme" – Usada por ele ao se posicionar contra propostas de imunidade parlamentar ou blindagem política no Congresso.
Críticas aos privilégios – Frequentemente destaca em seus discursos e vídeos nas redes sociais que o verdadeiro problema do Brasil são os altos gastos públicos com mordomias de políticos, contrapondo os benefícios da classe política às dificuldades do trabalhador comum.
Posicionamentos informais – Conhecido por usar uma linguagem direta, simples e por vezes contestadora da atuação corporativista do próprio parlamento, repetindo que o foco dos recursos públicos deve ser o cidadão e a infraestrutura do país, e não a manutenção de privilégios de cargos eletivos.
Após a morte de um irmão, Cleitinho declarou que desistiria de ser candidato, mas resolveu voltar atrás e pediu ao partido para ser novamente candidato.
O senador interrompeu a convenção nacional do Republicanos ontem para pedir a vaga ao governo mineiro. Ele alegou que o "Espírito Santo" e mensagens divinas o orientaram a retomar a corrida eleitoral, contrariando um vídeo de desistência gravado dias antes. O parlamentar justificou a instabilidade emocional devido ao luto recente pela morte de seu irmão, Matheus Azevedo.
Reação do Partido
O presidente nacional da legenda, deputado Marcos Pereira, repreendeu publicamente o apelo durante o evento.
A cúpula do partido declarou encerrada a fase de deliberação das candidaturas e negou o pedido do senador.
O vaivém de Cleitinho gerou constrangimento interno na sigla, que já havia descartado formalmente o nome dele para o pleito estadual após idas e vindas anteriores.
PREJUÍZO PARA FLÁVIO BOLSONARO
A saída de Cleitinho do páreo é também considerado uma grande perda para Flávio Bolsonaro, já que Minas Gerais é um estado que costuma decidir eleições presidenciais e Flávio vai ter que procurar outro, para montar seu palanque no estado, mas sem a força eleitoral de Cleitinho que liderava a disputa e que ajudaria mais a Flávio em Minas, que inclusive tem o ex-governador Romeu Zema como candidato a Presidência.
E o Pão de Queijo? Azedou!

Nenhum comentário:
Postar um comentário