A quantidade de recursos da defesa de Álvaro Dias, Paulinho Freire, Joana Guerra e dos vereadores Daniel Rendall e Irapoã Nóbrega, segue sendo um motivo estranho para que o TRE manenha paralisado o andamento desse processo .
Desta forma, os investigados seguem como protegidos, mesmo estando comprovado que cometeram diversos crimes trabalhistas e eleitorais.
Há a constatação grave de que o errado, pode ser feito de qualquer jeito, porque a Justiça contribui para isso; é do tipo: podem fazer tudo isso que fizeram, pois através de recursos quase que intermináveis, demorará a ser julgado e muitos processos, terminam caducando.
Estranhamente o processo está sob sigilo e também parado, mesmo o próprio TRE julgando as provas colhidas como válidas.
Com esse processo parado, o O TRE contribui para que o pré- candidato Álvaro Dias, esteja desfilando como bom moço, enquanto diversos trabalhadores foram perseguidos e prejudicados.
Fazendo um comparativo com o Rio de Janeiro, o ex-governador Cláudio Castro nas eleições de 2022 criou milhares de empregos irregulares e venceu as eleições; Cláudio Castro ainda ganhou no TRE do Rio de Janeiro, perdendo somente no TSE. Aqui em Natal, os abusos também aconteceram e os crimes cometidos estão bem descritos na Lei eleitoral.
A sociedade vem cobrando uma Justiça mais célere e que puna infratores das leis, para que a impunidade não reine.
Pelo entendimento previsto no artigo 257 do Código Eleitoral, o trâmite das ações não deveria ser interrompido por recursos dessa natureza, o que torna a suspensão uma medida incomum.
Com tudo isso, o TRE- RN ao manter paralisado o processo à espera que cessem todos os recursos, vai passando a impressão que o crime compensa para os infratores.
É preciso que o Ministerio Público Eleitoral vá pra cima do TRE-RN, para que o processo ande e vá para o TSE, instância superior que determinará uma nova eleição em Natal e a devida punição.

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