Presidente da Turquia vai visitar áreas destruídas pelo terremoto, em meio a dificuldade para resgate, que também atinge a Síria.
Sacos de corpos em frente a hospital de Hatay, na Turquia. Como não foi possível encontrar sacos para todos os mortos, alguns foram cobertos com cobertores, após terremoto.
Até a manhã desta quarta-feira (8/2, horário de Brasília), Turquia e Síria confirmaram mais de 9.600 pessoas mortas em seu território após o terremoto na segunda-feira (6/2) – dois, na verdade, o principal com magnitude 7,8 – e outros tremores secundários. O número de vítimas torna os abalos sísmicos os mais mortais em mais de uma década.
De acordo com as autoridades turcas, 7.108 pessoas morreram foram encontrados até agora. O governo sírio, por sua vez, aponta 1.250 mortes. E os Capacetes Brancos, socorristas voluntários nas áreas controladas por rebeldes na Síria, relataram pelo menos 1.280 mortes.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, decidiu ir à região sul do país, de acordo com informações da agência de notícias estatal Anadolu. Ele deve visitar o centro da cidade de Kahramanmaras e depois o distrito de Pazarcik, que foi o epicentro de um dos terremotos de segunda-feira.
Ainda nesta quarta, Erdogan deve terminar o dia na cidade de Hatay para mais inspeções.
Dificuldades nas buscas
Ele vai se deparar com a dificuldade na busca por sobreviventes na Turquia. No país e na Síria essas operações chegam a ser interrompidas, principalmente, pelo frio e as tempestades de neve. Mas também por causa das estruturas extremamente instáveis após os terremotos e os cerca de 200 tremores secundários.
Fonte: Metrópoles

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