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quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

REVELAÇÃO - PRENDÊ-LO e ENFORCÁ-LO - PLANO DE 8 DE JANEIRO - MINISTRO ERA MONITORADO PELA ABIN .

 


Ministro Alexandre de Moraes revela plano do 8 de janeiro para prendê-lo e enforcá-lo

Magistrado revelou planejamentos de extremistas em entrevista sobre os ataques em Brasília ao jornal O Globo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que um dos planos dos extremistas envolvidos nos ataques de 8 de janeiro, em Brasília, seria enforcá-lo na Praça dos Três Poderes após o golpe. A informação foi relevada pelo magistrado em entrevista ao jornal O Globo.

Segundo Moraes, os grupos que invadiram os prédios dos Três Poderes teriam três planos. Um deles seria prendê-lo e levá-lo para Goiânia, e o segundo seria um homicídio, livrando-se do corpo no meio do caminho para a capital goiana.

— E o terceiro, de uns mais exaltados, defendia que, após o golpe, eu deveria ser preso e enforcado na Praça dos Três Poderes. Para sentir o nível de agressividade e ódio dessas pessoas, que não sabem diferenciar a pessoa física da instituição.

O ministro afirma que houve tentativa de planejamento e que um inquérito investiga o caso.

 A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) monitorava os passos de Moraes, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e esteve à frente da organização das eleições 2022.

Apesar da gravidade dos planos dos golpistas descobertos pela investigação, o ministro disse não se surpreender.

— Tirando um exagero ou outro, era algo que eu já esperava. Não poderia esperar de golpistas criminosos que não tivessem pretendendo algo nesse sentido. Mantive a tranquilidade. Tenho muito processo para perder tempo com isso. E nada disso ocorreu, então, está tudo bem — disse ao O Globo.

Ele afirmou que já recebeu ameaças desde quando era secretário de Segurança Pública de São Paulo e que o esquema é o mesmo há quase nove anos. A segurança da família, no entanto, foi ampliada em razão de ameaças sofridas por ele e pelas filhas.

Na próxima segunda-feira completa-se um ano dos ataques de 8 de Janeiro em Brasília. O governo federal prepara um ato para reforçar a defesa da democracia, com participação de representantes dos Três Poderes.


Fonte: NSC total

SÃO PAULO - Família executada em SP: pai teria marcado encontro em canavial. Pai pode ter marcado encontro com assassinos, mas algo teria dado errado em conversa e ele acabou morto; esposa e filha foram mortas depois

 


 A família de Olímpia morta a tiros em um canavial em Votuporanga, no interior de São Paulo, pode ter ido espontaneamente até o local onde foi executada. Essa é uma das linhas de investigação da Polícia Civil, baseada nas circunstâncias em que o carro e os corpos das vítimas foram encontrados.

Anderson Givago Marinho, de 35 anos, a mulher, Mirele Regina Beraldo Tofalete, de 32, e a filha do casal, Isabelly, de 15, saíram de casa há uma semana (na quinta-feira, 28/12), dizendo a parentes que iriam comemorar o aniversário de Mirele em São José do Rio Preto. O veículo da família, um Volkswagen Gol prata, foi visto pela última vez em Mirassol, cidade que não estava nos planos de viagem do grupo.

Na segunda-feira (1º/1), os corpos dos três foram encontrados, com sinais de execução e já em estado de decomposição, dentro do carro em um canavial próximo à rodovia Adriano Pedro Assi, na zona rural de Votuporanga. Ninguém foi preso até o momento.

Encontro marcado

O delegado Everson Contelli, que responde pelas seccionais de Fernandópolis e Votuporanga, confirmou que há várias hipóteses em investigação e essa é uma delas. Por essa linha de raciocínio, a família saiu de Olímpia na quinta-feira (28/12) e foi espontaneamente ao local do crime, a mais de 2 horas de distância, onde um possível “encontro” teria sido marcado.

O carro, segundo o delegado, estava estacionado, não havendo sinais de uma parada brusca ou de que tenha chegado ao canavial após uma eventual perda de controle na rodovia próxima. O corpo da mãe, sentada no banco do passageiro dianteiro, usava o cinto de segurança, e a filha estava sentada no banco de trás. “Tudo leva a crer que a situação parecia normal”, disse o policial.

Já Anderson estava do lado de fora do veículo da família — o que pode indicar, de acordo com Contelli, que ele desceu para conversar com alguém, e esta conversa saiu do controle. “Algo teria dado errado nessa conversa, e o Anderson foi assassinado”, afirmou o delegado. Em seguida, mãe e filha, que estavam dentro do veículo, foram atingidas com balas de fora para dentro.

A polícia não sabe se, como o carro da família tinha vidros escurecidos, os assassinos só perceberam que Mirele e a filha estavam no veículo depois de matar Anderson e, então, decidiram executá-las também. Não está descartada a hipótese de que elas tenham sido mortas porque poderiam identificar os autores.

Ligação para o 190

A versão de que havia uma ligação para o 190 feita a partir do celular de Isabelly, às 14h10 de quinta-feira, não foi confirmada pelo delegado Everson Contelli. O telefonema não teria sido concluído. Os aparelhos das vítimas não foram localizados pela equipe de investigação e podem ter sido levados para eliminar possíveis pistas.

No carro, além das munições, foram encontradas impressões digitais que poderão ajudar a identificar os autores do triplo homicídio.

As identidades da família também estavam no veículo e foram usadas para o reconhecimento das vítimas, já que os corpos estavam em decomposição.

Preso por tráfico

Como revelado pelo Metrópoles, Anderson já havia sido preso por tráfico de drogas, em 2015, com Ricardo Luis Pedro, conhecido como o “rei do tráfico”, no bairro São José, na cidade de Olímpia.

Segundo o registro criminal do pai da família, ele foi condenado por tráfico de drogas em 18 de dezembro de 2015, a dois anos e um mês de pena, já iniciada no regime semiaberto.

Antes disso, ele ficou preso provisoriamente no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. Anderson recebeu o benefício de cumprir o restante da pena em prisão domiciliar, em abril de 2016.

Já Mirele era funcionária de uma loja de armas em Olímpia, onde atuava como despachante, na liberação de documentos.

A família foi sepultada, sem velório, na manhã dessa terça-feira (2/12), em Olímpia.

De acordo com o delegado Contelli, a polícia investiga o caso como triplo homicídio e tem realizado diligências de forma incessante para solucionar o caso.


Fonte: Metrópoles

MORTE DE 100 IRANIANOS - Presidente do Irã culpa Israel por explosões e diz que país “pagará alto preço” . Estados Unidos pontuaram que “não têm motivos para acreditar que Israel esteja envolvido”

 

Foto: Ebrahim Raisi, presidente do Irã /Majid Saeedi/Getty Images

O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, culpou Israel pelas duas explosões que mataram mais de 100 pessoas durante uma cerimônia memorial no sudeste do Irã nesta quarta-feira (3).

“Aviso o regime sionista: não duvide que pagará um preço elevado por este crime e pelos crimes que cometeu”, advertiu Raisi em discurso televisionado.

Raisi, que é o chefe do governo iraniano, alertou que a punição de Israel será “lamentável e severa”.

Os militares israelenses afirmaram à CNN que “não tinham comentários” sobre as explosões desta quarta. Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelas explosões que o Irã chamou de “ataque terrorista”.

O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Matt Miller, ressaltou a repórteres que os EUA não “têm nenhuma informação independente” sobre as explosões e que o Departamento de Estado “não tem motivos para acreditar que Israel esteja envolvido”.

As explosões, das quais ao menos uma teria sido causada por uma bomba, segundo a TV estatal iraniana, ocorreram no quarto aniversário da morte do comandante militar Qasem Soleimani.

A primeira explosão ocorreu a 700 metros do túmulo de Soleimani, e a segunda a um quilômetro de distância, quando os peregrinos visitavam o local, disse a mídia iraniana.

Soleimani foi morto por um ataque aéreo dos EUA ordenado pelo ex-presidente Donald Trump no Aeroporto Internacional de Bagdá, há quatro anos.


Fonte: CNN Brasil 



LUTO NO CARNAVAL - Quinho do Salgueiro, ícone do carnaval carioca, morre no Rio . Intérprete da escola de samba lutava contra um câncer de próstata

 


Morreu aos 66 anos, nesta quarta-feira (3), o intérprete Melquisedeque Marins Marques, mais conhecido como “Quinho do Salgueiro”, no Rio de Janeiro. Quinho era um ícone do carnaval carioca, e comandou desfiles do Salgueiro como o do famoso samba-enredo “Peguei um ita no Norte”, de 1993, conhecido pelo verso “explode coração, na maior felicidade”.

Segundo informações do Salgueiro, o sambista morreu de insuficiência respiratória, e vinha lutando contra um câncer de próstata. Ele foi levado ao Hospital Evandro Freire, na Ilha do Governador, após passar mal.

A direção do Hospital Municipal Evandro Freire afirmou que o paciente deu entrada na unidade, na noite de ontem (3), já em óbito.

“Quinho não foi apenas um intérprete talentoso, ele foi a voz que ecoou em cada conquista, em cada desfile, e que se entrelaçou intimamente com a alma do Salgueiro. Ele não apenas cantou para o Salgueiro, ele viveu e respirou cada nota, cada batida do coração acelerado da bateria. Ele personificou o espírito salgueirense”, disse a escola em nota publicada nas redes sociais.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), lamentou a morte e prestou sentimentos ao salgueirenses, amigos e familiares de Quinho. “Que perda para o Carnaval carioca e para nossa cultura”, escreveu.

O velório de Quinho acontece das 15h às 20h de hoje (4), na quadra do Acadêmicos do Salgueiro, em Andaraí, na zona norte do Rio. Já o sepultamento está marcado para sexta-feira (5), das 9h às 13h, na Capela C do Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador.


Fonte: CNN Brasil

LUTO NA MÚSICA - Artistas lamentam a morte de João Carreiro: “Sua música é seu legado” . Famosos lamentaram nas redes sociais a morte do cantor sertanejo João Carreiro, aos 41 anos, na quarta-feira (3), após passar por uma cirurgia do coração.

 


A informação da morte foi confirmada pelo perfil oficial do artista. João não resistiu a complicações durante um procedimento para colocar uma válvula no coração.

O sertanejo é uma das vozes mais conhecidas do meio e ganhou destaque com músicas como “O Bagulho é Louco, Mano”, e “Bruto, Rústico e Sistemático” — trilha sonora da novela “Paraíso”, da TV Globo, em 2009 —, com a dupla João Carreiro e Capataz.

Ana Castela e as duplas Maiara e Maraísa, Jads e Jadson e Bruno e Barreto expressaram seus sentimentos nas redes sociais após a morte do colega de profissão.

“Ainda estamos distantes de compreender os planos maiores para nós e por isso pedimos a Deus que ilumine sua passagem e conforte todos seus familiares e entes queridos”, escreveram Maiara e Maraísa em uma publicação feita no Instagram oficial da dupla.

A cantora Ana Castela usou os stories da mesma rede social para se despedir do cantor a quem chamou de amigo.

“Obrigada João, por você ter ido até minha cidade alegrar todo mundo nesse final de ano. Deus sabe de tudo, ele te queria com ele”, escreveu a voz de “Boiadeira” fazendo referência ao show de João Carreiro em Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul).

A dupla Jads e Jadson publicou uma foto com o cantor. “Vá em paz companheiro”, escreveram no stories de sua conta no Instagram.

O Trio Parada Dura, de sucessos como “As Andorinhas” e “Castelo de Amor”, também deixou sua mensagem a João Carreiro.

Antony Corrêa, da dupla com Gabriel, se despediu de João Carreiro e afirmou que ele era seu ídolo.


Fonte: CNN Brasil

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