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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

PROCESSO DE CASSAÇÃO DE PAULINHO, JOANA, DANIEL RENDALL E IRAPOÃ NÓBREGA. INELEGIBILIDADE DE ÁLVARO DIAS.

 


Qualquer que seja o resultado pelo TRE, o processo deverá continuar e o desfecho deve demorar, mas a demora do Tribunal Regional Eleitoral do RN é meio sem justificativa, mesmo sendo um processo complexo e  pela quantidade de provas contra as práticas eleitorais proibidas e executadas para todo mundo ver em Natal.  Foi uma eleição tomada na marra com todo abuso de poder político e econômico.

O sigilo dado pelo TRE ao caso, foge muito a regra adotada pela Justiça ultimamente, já que processos bem maiores a nível nacional  tiveram a liberação para qualquer pessoa. Outro fato que chamou atenção foi que apenas Natal tem sigilo, enquanto outros 10 casos de prefeituras menores não tem sigilo. Fica aquela indagação: o que há a esconder, já que a imprensa já divulgou 99% do que está no processo ?

Independente de resultado, já está demonstrado, que restará apelação, porque um lado  quer que anule todas as provas colhidas, enquanto os Órgãos de fiscalização e combate aos crimes defende que essas provas colhidas seguiu uma metodologia normal e obrigatória e que qualquer natalense viu nessa eleição. Praticamente, os abusos da campanha de Paulinho eram cometidos, como se burlar a lei eleitoral fosse normal  e que nada aconteceria depois.

O TRE está diante de mostrar que é um Órgão que preza pelas leis eleitorais. Opinou pela cassação de prefeitos de municípios menores de forma correta e opinando pelo entendimento diferente para Natal, que tem muito mais provas, dará a essa decisão muita discussão. 

É importante lembrar que essas investigações não partiu de pedido de nenhum partido e sim dos próprios Órgãos.

Qualquer que seja resultado, deverá ter apelação dos dois lados e irem até à instâncias maiores e vai demorar um bocado, o que não deveria nem estar acontecendo, já que a Justiça Eleitoral tem que ser mais rápida porque, muitas vezes o dano termina irreparável, com os transgressores das leis terminando o mandato sem serem julgados.

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